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Home Colunas

Pichação em Belém: problema e sintoma

Emanuel Maciel por Emanuel Maciel
22/10/2020
in Colunas
Pichação em Belém: problema e sintoma
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É comum turistas terem a opinião de que nossa cidade é linda, porém muito pichada. Basta passear pelo centro que nossa opinião tende ser a mesma. Outro dia perguntei no Facebook o que meus amigos pensavam sobre o tema. Apesar de saber que não é algo aprovado pela maioria da sociedade, até meus amigos e amigas mais underground mostravam desaprovar a prática, para minha surpresa.

Mas algumas pessoas opinaram que era o sintoma de um problema social maior, como falta de cidadania e acesso à cultura. Outros ainda entendiam os dois lados, mas concordando: deve haver repressão aos praticantes. 

O argumento de que é uma forma de protesto e arte não compreendida, que haveria todo um contexto histórico e cultural, não me convence, apesar de ser um dado interessante. Eu conheço pichadores e ex praticantes, posso assegurar que aquele contexto de protestos em Londres ou no Brasil da ditadura militar, se perdeu. Aliás, faz tempo.

Na década de 90 as pichações foram formas de territorialização de gangues. Quem é da periferia sabe que, antes de entrar em qualquer lugar, era prudente olhar os muros para descobrir quem mandava na área. A partir dos anos 2000, com o declínio das gangues, parece que o individualismo imperou no meio. A adrenalina e a fama se tornaram as principais promotoras do “pixo”.

Tenho um amigo que conta histórias surreais do seu auge de pichador nas ruas de Belém. Uma delas é sobre a vez que deixou sua marca na lendária caixa d’água de São Brás, com direito a estudo da troca de turno dos seguranças. Outra vez, conta como conseguiu fazer, pela madrugada e portando uma escada, na sede da Rede Cultura da Av. Almirante Barroso. Ou seja, adrenalina pura.

Não há, objetivamente, formas de protesto ou qualquer outra coisa que não fundamentaria uma proposta para intervenção dos governos afim de neutralizarem a prática e, assim, diminuir a poluição visual causada na cidade. Aliás, os próprios pichadores, suponho, não veriam com bons olhos que eles mesmos tivessem assegurado mais liberdade para sua prática, pois, como se sabe, a repressão é insumo da tão almejada adrenalina.

Nem sempre o que se dá no presente guarda os porquê do passado e a pichação é um desses casos. A culpa da cidade estar visualmente ruim, não é dos pichadores. Mas a visão de Robin Hood das telas de arte, deve ser questionada, se é que ainda exista bastante gente que concorde com isso.

Tags: ganguesproblema socialrepressão
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Assina a coluna Observatório do Cotidiano desde 2020, além de colaborador com notícias do dia a dia no Ver-o-fato.

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