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Home Meio Ambiente

Nove países amazônicos, em Glasgow, confrontam gigantes que destroem a região

Redação por Redação
07/11/2021
in Meio Ambiente
Nove países amazônicos, em Glasgow, confrontam gigantes que destroem a região

Representantes dos povos da floresta Amazônica, pesquisadores e cientistas, em articulação com outros segmentos das sociedades sul-americanas, reuniram-se no Encontro de Saberes em Belém, capital do estado do Pará, no Brasil, entre os dias 20 e 23 de outubro de 2021 e definiram três demandas fundamentais.

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Não há solução para a crise climática sem a Amazônia. A Amazônia está à beira do colapso, devido às atividades predatórias de corporações agropecuárias, monoculturas, plantio de sementes transgênicas, agrocombustíveis, mineração legal e ilegal, extração e derramamento de petróleo, biopirataria e megaprojetos hidrelétricos, mega infraestruturas, tráfico de drogas e crime organizado.

Representantes dos povos da floresta Amazônica, pesquisadores e cientistas, em articulação com outros segmentos das sociedades sul-americanas, reuniram-se no Encontro de Saberes em Belém, capital do estado do Pará, no Brasil, entre os dias 20 e 23 de outubro de 2021 e definiram três demandas fundamentais que serão apresentadas na Assembleia Mundial sobre Amazônia e a Crise Climática, que acontecerá em Glasgow, neta terça-feira, 09, em evento paralelo durante a COP 26. As três demandas são as seguintes, segundo documento enviado ao Ver-o-Fato:

Demanda 1

Os povos da floresta amazônica exigem participação direta – como beneficiários imediatos ou como provedores de assessoria, com base em seu profundo conhecimento da floresta – nas negociações e decisões internacionais, públicas e privadas, para transferência de recursos para mitigação e adaptação no que diz respeito às mudanças climáticas, especialmente no que diz respeito à restauração da Floresta Amazônica.  

Isso significa: ter o direito de formular projetos de conservação e restauração florestal e que tenham direito a tais contribuições; através de suas organizações, devem ter assento, voz, voto e poder de veto na formulação, tomada de decisão e auditoria do uso desses recursos; os recursos destinados à Amazônia por meio de mecanismos de transferência previstos no Acordo de Paris devem ser destinados explicitamente à conservação florestal, e não para subsidiar o agronegócio, com sua falsa solução de replantio de Áreas de Proteção Permanente (APPs); os empréstimos não são transferências de recursos. Portanto, os empréstimos não devem ser considerados conceitualmente como parte do Acordo de Paris.

Demanda 2

Os povos da floresta amazônica exigem boicote das Partes do Acordo de Paris às commodities, produzidas por empresas em toda a região amazônica. Há incompatibilidade entre os objetivos do Acordo de Paris e o sistema e o sistema alimentar globalizado, cujas emissões combinadas, em média, atingem entre 21% e 37% das emissões globais desses gases para o período 2007-2016. O agronegócio é o principal problema da região amazônica e somente sob forte pressão internacional os governos da Amazônia sul-americana, reféns do agronegócio, se alinharão aos objetivos do Acordo de Paris.  

Demanda 3

Reconhecer os direitos da Amazônia e da natureza. A Amazônia é a maior floresta tropical e a ecorregião de maior biodiversidade do planeta. A estabilidade do clima do planeta e a possibilidade de prevenir a sexta grande extinção de vida na Terra dependem em grande parte da sobrevivência da Amazônia. Os governos, as Nações Unidas e as instituições financeiras devem parar de tratar a Amazônia como um simples sumidouro de carbono e reconhecer os direitos da Amazônia, seus rios, suas florestas, seus animais, suas plantas e todos os seres não humanos que a habitam. Quando discutimos planos para a Amazônia, os direitos da natureza devem ser considerados e a promoção de projetos para substituir uma floresta viva por plantações de monoculturas deve ser encerrada.

Essas demandas serão apresentadas nesta próxima terça-feira durante a  Assembleia Mundial sobre Amazônia e a Crise Climática. O evento será realizado de forma  virtual e presencialmente, em paralelo à COP 26, no âmbito da Cúpula dos Povos em Glasgow, Escócia, às 14h do Reino Unido, 8h do Equador, Colômbia e Peru, 9h da Bolívia, Guiana e Venezuela e 10h do Brasil (Brasília), Guiana Francesa e Suriname.

Para participar:

Presencialmente: Em Glasgow durante a COP 26, no  Centre for Contemporary Arts, localizado na 350 Sauchiehall St, Glasgow G2 3JD.

Virtualmente: será transmitido pelo Zoom. ë necessário cadastrar-se no link: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_hU2ZEidQRkqDafj4QlXkgw

Não há solução para a crise climática sem a Amazônia. A Amazônia está à beira do colapso, devido às atividades predatórias de corporações agropecuárias, monoculturas, plantio de sementes transgênicas, agrocombustíveis, mineração legal e ilegal, extração e derramamento de petróleo, biopirataria e megaprojetos hidrelétricos, mega infraestruturas, tráfico de drogas e crime organizado.

Os governos dos países da Amazônia não paralisam essas atividades e, ao contrário, as agravam de forma dantesca, como é o caso do presidente Jair Bolsonaro. Os governos dos chamados países desenvolvidos não proíbem a importação de produtos que desmatam e destroem a Amazônia. A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), que se reúne pela 26ª vez em Glasgow, na Escócia, também não adota medidas para enfrentar as causas estruturais da destruição da Amazônia.

Ao contrário, a UNFCCC apoia novos mercados de carbono para florestas, como a iniciativa LEAF (Lowering Emissions by Accelerating Forest finance), promovida pelos governos dos Estados Unidos, Reino Unido, Noruega e por várias empresas transnacionais, como Bayer, Nestlé e Amazon.  

Tags: amazônicosapresentamDestaqueGlasgowmeio ambienteNove paísestrês demandas
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