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Home Cultura

Uma antiga história de rebeldia de estudantes paraenses, em luta por qualidade de ensino

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
12/12/2025
in Cultura
Uma antiga história de rebeldia de estudantes paraenses, em luta por qualidade de ensino

O prédio da Escola de Engenharia do Pará.

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Os acontecimentos narrados a seguir ocorreram, em 1957, na antiga Escola de Engenharia do Pará – EEP, instituição de ensino superior administrada pelo governo estadual, então sob o comando de Magalhães Barata.

A EEP estava instalada em prédio próprio, na Rua Campos Sales, bem adiante da Capela Pombo.

Os personagens desses acontecimentos, na época, eram, em sua maioria, jovens universitários — embora também tenham se envolvido professores e até o próprio governador Magalhães Barata.

Mais tarde, alguns desses jovens personagens se consagrariam na História Recente do Pará, destacando-se em várias áreas.

O dia 22 de maio daquele ano começou muito cedo para duas turmas de alunos — todos jovens veteranos, cursando os dois anos finais da faculdade, o 4º e o 5º.

Na verdade, aquele dia já havia começado para eles na noite da véspera. E em outro local: na esquina das ruas Arcipreste e Veiga Cabral.

Lá ficava a casa de um aluno do 5º ano, José Maria de Azevedo Barbosa, que havia presidido o Centro Acadêmico da escola no ano anterior. Ele era um líder nato.

Por isso, sua casa foi transformada no “quartel-general” daqueles alunos durante os episódios ocorridos na EEP — episódios que eles iriam designar, por muitos anos, como “guerra”.

A turma de José Maria, em 1956, então no 4º ano do curso, havia recusado o professor Alcides Batista de Lima, responsável pela disciplina de Hidráulica.

Para contornar aquela situação embaraçosa, a direção da EEP contratou um novo professor, Alírio Cézar de Oliveira, que agradou aos alunos.

Alcides não era o único professor que desagradava na EEP.

Ali lecionavam engenheiros envelhecidos, cansados e desestimulados pelo pouco que recebiam como salário na escola, ainda parte do precário sistema estadual de ensino.

Por isso, o governador acabou envolvido na “guerra”.

Outros professores, sobrecarregados por compromissos profissionais externos, não compareciam à escola nos dias de suas aulas com a frequência necessária.

Para piorar, a EEP não dispunha de laboratórios. E não podia contratar mestres e doutores em Engenharia, porque eles simplesmente não existiam no Pará.

Os grandes engenheiros que saíram da escola — como Judah Levy — se formaram com enorme esforço pessoal, e com a ajuda de poucos bons professores.

Um deles, muito admirado pelos alunos, era Angenor Penna de Carvalho.

O próprio Alcides de Lima lecionava havia 18 anos na EEP. Àquela altura, demonstrava total desapego tanto à Hidráulica quanto à função de professor.

Quem conta isso é Alberto Coutinho do Amaral, calouro de 1954, em suas memórias ainda inéditas. “Seja por falta de tempo ou por outro motivo qualquer”, acrescenta.

A longa permanência de Alcides na escola deixou poucos registros escritos — e muitas lembranças na memória dos alunos, entremeadas a “lendas, baixarias, desrespeito e frustrações” surgidas na “guerra” de 1957, como relata Alberto.

Segundo uma dessas lendas, Alcides teria dito, numa aula de Materiais de Construção, que um tijolo possuía seis furos — “três de um lado e três do outro”.

Por causa disso, foi apelidado de “Tijolo Burro”.

Amargurado com a rejeição que sofrera dos calouros de 1953, Alcides apoiou-se na amizade que tinha com o governador quando, em 1957, partiu para o enfrentamento com os veteranos ao ser novamente rejeitado.

E atraiu para si o descontentamento acumulado pelas duas últimas turmas do curso, como se fosse o único responsável pelas deficiências da escola.

Outro calouro de 1954, José Maria Filardo Bassalo, conta em seu site como a “guerra” começou:

“Logo no início de 1957, a turma comunicou ao diretor da EEP, professor Djalma Duarte, e ao seu Conselho Técnico, que não gostaria de ter o professor Alcides regendo a disciplina Hidráulica.

Esse Conselho não acatou nossa decisão e resolveu manter o professor Alcides.

Como represália, resolvemos não assistir às suas aulas, na esperança de ele ser substituído.”

Os alunos combinaram o seguinte: todos se sentariam em seus lugares, mas, assim que Alcides entrasse em sala de aula, levantariam e sairiam — relembra Alberto.

Ao ver os alunos sentados, Alcides julgou que os havia vencido.

Entrou na sala com um “riso triunfante”, conta Alberto.

Logo passou a ameaçar os alunos e a chamá-los de baderneiros ao perceber que eles estavam saindo em silêncio.

A partir desse incidente, iniciou-se um jogo de paciência e ameaças, prossegue Alberto. A direção da escola ordenou à secretaria que atribuísse faltas aos alunos nas aulas de Alcides.

O conteúdo da disciplina foi considerado como já ministrado.

E uma avaliação inusitada, no meio do semestre, foi marcada para o dia 22 de maio.

Simultaneamente, a secretaria divulgou uma advertência: os alunos que não comparecessem à avaliação seriam definitivamente reprovados em Hidráulica.

Da parte dos alunos, conta Alberto:

“Tudo foi tentado, até uma entrevista com o governador Magalhães Barata que, contrariamente a seu modo de agir, marcou uma audiência, porém não compareceu a ela, nem adiou.”

O chefe de gabinete, Líbero Luxardo — futuro cineasta pioneiro do Pará — avisou aos alunos que eles não seriam recebidos porque Barata era amigo de Alcides.

Com a aproximação da data da prova, cresceu entre os alunos a disposição de impedi-la a qualquer custo. Um deles, em tom de brincadeira, sugeriu sequestrar Alcides — ideia não levada a sério.

Na véspera, parte dos alunos das duas turmas se concentrou no “quartel-general” da casa de José Maria.

Decidiram executar um plano ousado, sugerido pelo calouro de 1954 João Oliveira Ferradaes: impedir a entrada de Alcides na escola construindo um muro de tijolos e argamassa na porta.

José Maria contou, em entrevista ao Grupo de Memória da Engenharia da UFPA, há mais de 20 anos, que por volta da meia-noite os alunos já tinham um pedreiro, duas latas de massa e cem tijolos à disposição.

“Eu ainda era aluno do 5º ano, mas dispunha de operários e materiais de construção porque estava fazendo obras na minha própria casa.”

O transporte do material foi obtido graças ao trabalho de outro colega, o calouro de 1954 Rodolpho Pereira Dourado Neto, funcionário do Departamento Municipal de Estradas de Rodagem, que conseguiu uma caçamba para os alunos.

“Fomos para a escola e levantamos o muro”, relatou José Maria.

Ao amanhecer do dia 22, os alunos se posicionaram diante do prédio e vaiaram Alcides quando ele chegou para aplicar a prova de Hidráulica.

Com a movimentação crescente nas imediações, a direção da EEP recorreu por telefone ao governador.

Barata ordenou que uma tropa de mais de dez guardas-civis, comandada pelo delegado Rui Silva, fosse enviada para a frente da escola.

Estava montado o cenário da “guerra”, fotografado e estampado pela Província do Pará no dia 23, ocupando um quarto de página.

Uma foto mostrava a fachada da EEP, com o muro e cartazes dizendo “Fora os burros” e “Abaixo os indesejáveis”. Outra foto mostrava a multidão de estudantes.

A última, a tropa de guardas-civis.

Ao lado das imagens, a manchete: “O caso da Engenharia. Tapada a porta com uma parede de tijolos”.

A Província do Pará tinha localização privilegiada: sua redação ficava na mesma rua, Campos Sales. Assim, o jornal conseguiu incluir ainda outra foto do muro sendo construído.

Legenda:

“Momento em que o trabalho foi interrompido, à espera de mais material. A porta seria vedada quase totalmente e, posteriormente, caiado o muro.”

E, ao fim, a ironia dos estudantes:

“Um cartaz dava o muro como sendo projeto e construção do professor Alcides Batista de Lima.”

No próximo domingo: a narração da ampliação e do desfecho da “guerra” na EEP.

Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

English into translation (Tradução para o inglês)

An old story of rebellion by students from Pará in the fight for quality education

The events narrated below took place in 1957 at the former School of Engineering of Pará (EEP), a higher education institution administered by the state government, then led by Magalhães Barata.

The EEP was housed in its own building on Campos Sales Street, just past the Pombo Chapel.

The people involved in these events were mostly young university students, although professors and even Magalhães Barata himself became involved.
In later years, some of these young figures would earn distinction in the Recent History of Pará, becoming prominent in various fields.

The day of May 22 of that year began very early for two groups of students — all senior students attending the 4th and 5th years of the program.
In truth, that day had begun for them the night before, and in another place: at the corner of Arcipreste Street and Veiga Cabral Street.

There stood the house of a 5th-year student, José Maria de Azevedo Barbosa, who had served as president of the school’s Academic Center the previous year.
He was a natural leader.
For that reason, his home became the “headquarters” of those students during the events at the EEP — episodes they would call a “war” for many years.

In 1956, José Maria’s class, then in the 4th year, had rejected the professor assigned to teach Hydraulics, Alcides Batista de Lima.
To resolve this uncomfortable situation, EEP’s administration hired a new instructor, Alírio Cézar de Oliveira, who satisfied the students.

Alcides was not the only professor who displeased the students at EEP.
Aging engineers taught there, exhausted and discouraged by the low wages paid by the institution, still part of the precarious state education system.
For that reason, the governor became involved in the so-called “war.”

Other professors, overloaded with professional commitments outside the school, failed to attend their scheduled classes regularly.
To make matters worse, the EEP had no laboratories.
Nor could it hire engineers with master’s or doctoral degrees, since such professionals simply did not exist in Pará.

The great engineers who graduated from the school — such as Judah Levy — did so through personal effort and the guidance of a few good teachers.
One of the most admired was Angenor Penna de Carvalho.

Professor Alcides de Lima himself had been teaching at the EEP for 18 years.
By then, he showed little dedication either to Hydraulics or to the profession of teaching.
This is what Alberto Coutinho do Amaral, a freshman from 1954, recounts in his yet unpublished memoirs.
“Whether due to lack of time or for some other reason,” he adds.

Alcides’s long tenure left few written records at the school — yet many memories among the students, mingled with “legends, obscenities, disrespect, and frustrations” that emerged during the 1957 “war,” Alberto recalls.

According to one such legend, Alcides once said in a Building Materials class that a brick had six holes — “three on one side and three on the other.”
Because of this story, he was nicknamed “Dumb Brick.”

Hurt by the rejection he had suffered from the 1953 freshmen, Alcides relied on his friendship with the governor when, in 1957, he confronted the senior students after being rejected again.
As a result, he attracted to himself the accumulated dissatisfaction of the two final-year classes, as though he were solely responsible for the school’s shortcomings.

Another freshman from 1954, José Maria Filardo Bassalo, recounts on his website how the “war” began:

“Early in 1957, the class informed the EEP director, Professor Djalma Duarte, and its Technical Council that it did not wish to have Professor Alcides teaching Hydraulics.
The Council did not accept our decision and decided to keep Professor Alcides.
As retaliation, we decided not to attend his classes, hoping he would be replaced.”

The students agreed on this strategy: they would all sit in their places, but as soon as Alcides entered the classroom, they would stand and leave, Alberto recalls.
Seeing the students seated, Alcides thought he had defeated them.
He entered the room with a “triumphant smile,” Alberto says.
He soon began threatening the students and calling them troublemakers when he realized they were leaving silently.

From that incident, a series of standoffs and new threats unfolded, Alberto continues.
EEP’s administration ordered the secretary to record the students absent from Alcides’s classes.
The contents of his syllabus were considered taught.
And an unusual mid-semester exam was scheduled for May 22.

Simultaneously, the secretary issued a warning: students who did not appear for the exam would automatically fail Hydraulics.

Alberto recounts:

“Everything was attempted, even an interview with Governor Magalhães Barata, who, contrary to his usual behavior, scheduled an audience but neither attended nor postponed it.”

His chief of staff, Líbero Luxardo — who would later become a pioneering filmmaker in Pará — warned the students that they would not be received because Barata was a friend of Alcides.

As the exam day approached, a determination grew among the students to prevent it at any cost.
One student jokingly suggested kidnapping Alcides, but the idea was not taken seriously.

On the eve of the exam, part of the two classes gathered at José Maria’s “headquarters.”
They had decided to carry out a bold plan proposed by a 1954 freshman, João Oliveira Ferradaes: preventing Alcides from entering the school building by constructing a solid brick-and-mortar wall at the front door.

José Maria explained, in an interview with the Engineering Memory Group of UFPA’s Faculty of Engineering recorded more than 20 years ago, that around midnight the students already had a mason, two cans of mortar, and one hundred bricks at their disposal.
“I was still a 5th-year student, but I had access to workers and construction materials because I was working on my own house.”

Material transport was arranged thanks to another colleague, 1954 freshman Rodolpho Pereira Dourado Neto, who worked at the Municipal Highway Department and was given access to a dump truck.

“We went to the school and built the wall,” said José Maria.

At dawn on May 22, the students positioned themselves in front of the school building.
They booed Alcides when he arrived to administer the Hydraulics exam.

Because of the growing commotion around the EEP, the school administration appealed by telephone to Magalhães Barata.
The governor ordered a troop of more than ten civil guards, commanded by Delegate Rui Silva, to be dispatched to the school’s surroundings.

This set the scene for the “war,” photographed and printed by the newspaper Província do Pará on the 23rd, occupying a quarter of a page.
One photo showed the school’s façade, with the wall and posters reading “Out with the idiots,” “Down with the undesirables.”
Another showed the student crowd.
The last showed the troop of civil guards.

Next to the photos, the headline read:

“The Engineering Case: Door Blocked with a Brick Wall.”

Província do Pará had a privileged location for covering the events — its newsroom was on the same street as the EEP.
Thus, the newspaper was able to include another photo of the wall while it was still under construction.

Caption:

“Moment when the work was interrupted while waiting for more materials. The door would be almost completely sealed, and the wall later whitewashed.”

At the end of the caption came the students’ irony:

“A poster attributed the wall’s design and construction to Professor Alcides Batista de Lima.”

Next Sunday: the continuation of the narrative and how the ‘war’ at the EEP expanded and came to an end.

Oswaldo Coimbra is writer and journalist

(Illustration: The building of the School of Engineering of Pará.)


Tags: DestaqueEstudantes paraenseshistória de rebeldialuta por qualidade de ensinoUma antiga
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