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Home Cultura

Um castelo do amor em Belém, na crise econômica do fim de sua Belle Époque

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
05/04/2026
in Cultura
Um castelo do amor em Belém, na crise econômica do fim de sua Belle Époque

Castel d´Amour, na Avenida Tito Franco, hoje Almirante Barroso, no ano de 1905)

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*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

A produção de borracha na Amazônia, desde o início dos anos 1900, passou a ser ameaçada pela concorrência surgida na Malásia, com suas plantações de seringueiras.

O grande colapso da economia regional, porém, ocorreu entre 1911 e 1914, provocando um efeito de verdadeiro massacre — ou cataclismo — na Amazônia, como define Antônio José Lamarão, em O espaço das ilusões: planos compreensivos e planejamento urbano na região metropolitana de Belém.

A renda do Pará, em 1915, havia se reduzido a um terço do que fora em 1910.

Manoel Barata, em sua obra clássica Formação Histórica do Pará, escrita em 1914, atribuiu esse quadro à “influência absorvente e aniquiladora” da busca por um lucro “rápido, fácil, mas efêmero” proporcionado pelo comércio da borracha, que teria reduzido o Estado “à situação de abatimento e angústia”.

Nessas circunstâncias, acrescenta o autor, o Pará definhava e se desolava, “empobrecido e endividado”.

Barata escreveu:

“É triste dizer que o Pará compra, hoje, a outros Estados e ao estrangeiro, os gêneros que outrora produzia em abundância: o café, o arroz, o açúcar, o algodão, o milho, a aguardente e, até mesmo, a farinha de mandioca”.

No mesmo ano em que publicou seu livro, ele conclamava:

“Libertem-nos do fetichismo da borracha. Trabalhemos. Trabalhemos na cultura da terra e na exploração de outras fontes de riqueza, que não nos faltam e que aí estão, oferecendo-se à nossa atividade produtora. Levantemos das ruínas a nossa prosperidade”.

Naquele cenário de crise, a população de Belém assistia, consternada, a grandes dramas humanos.

Como o dos doentes que haviam contraído hanseníase e estavam sem qualquer assistência. Não havia recursos públicos para abrigá-los — nem mesmo entre os pacientes do Asilo do Tucunduba, cujas dependências eram velhas e arruinadas.

Tão chocante quanto essa situação era a dos imigrantes nordestinos.

Contratados pelo Governo Federal para trabalhar na extração da borracha, ficaram sem ocupação com a retração econômica da Amazônia.

Despejados dos navios que os traziam para Belém e abandonados à própria sorte, formavam “agrupamentos de famílias andrajosas, minadas de profundo deperecimento físico e moral, abrigadas sob o arvoredo da via pública ou estendidas pelas calçadas”.

O registro é do governador do Pará, Enéas Martins, em relatório de 1916.


Mas Belém ainda lembrava centros europeus

Surpreendentemente, contudo, a crise da borracha não se refletiu de imediato no aspecto físico da capital paraense.

Entre 1908 e 1916, Belém manteve-se, do ponto de vista urbano, como se estivesse em pleno rejuvenescimento, afirma Antônio Rocha Penteado, em Belém – Estudo de Geografia Urbana.

Uma explicação para esse aparente paradoxo pode ser encontrada na obra de Lamarão. Segundo ele, a repercussão da crise levou Belém a criar um pequeno parque industrial voltado ao mercado interno.

Somado à preservação de sua função como entreposto comercial, isso permitiu à cidade manter o status de centro dominante da região — a ponto de Manaus voltar a depender dela.

Belém, naquele momento, lembrava centros europeus avançados, segundo Theodoro Braga, autor de obras como História do Pará e Noções de Chorographia do Estado do Pará, que viveu no estado nessa fase.

Ele atribuía essa impressão aos “palacetes de gosto e elegância” e aos chalés construídos ao longo das avenidas São Jerônimo (atual José Malcher), Independência (Magalhães Barata), Nazaré, Conselheiro Furtado, Generalíssimo Deodoro e Tito Franco (Almirante Barroso).

“Como se vê, nada configura, neste relato de Theodoro Braga, a imagem de uma cidade decadente”, concluiu Penteado.

Entre as construções elogiadas nessas avenidas, uma se destacava pelo nome e pela aparência romântica: o chalé Castel d’Amour, na Tito Franco (atual Almirante Barroso).

Pertencia a Antônio Marques de Carvalho, que o utilizava como residência de veraneio.

Pequenos indícios sobre sua trajetória aparecem em publicações da época. Seu nome surge, por exemplo, no Diário de Belém de 14 de fevereiro de 1884, associado à criação de uma partitura musical:

“Saudades do Guajará. Está esgotada a primeira edição desta mimosa sonata para piano, escrita em Paris, pelo nosso jovem conterrâneo”.

Entre 1890 e 1897, colaborou com o jornal República. Em 1910, era deputado da Assembleia Legislativa do Pará, no governo de João Coelho.

Além do chalé, possuía outros imóveis, como o palacete Mira-Selvas, localizado na Travessa Angustura.

Em 2010, o site da Faculdade de Arquitetura da UFPA revelou que ele era tio-avô do ex-diretor e professor da instituição, Ronaldo Nonato Ferreira Marques de Carvalho.


As construções resistiam à crise

Na verdade, imóveis como os de Antônio Marques não estavam diretamente ligados à fase econômica posterior a 1910.

Já em 1905, o intendente Antônio Lemos os apontava, em relatório, como resultado do que chamava de sua “propaganda em prol da edificação particular”.

Talvez “propaganda” não seja o termo mais preciso. Lemos não se limitava à persuasão: utilizava instrumentos legais e fiscalização para impor padrões construtivos — muitas vezes com impaciência.

No relatório de 1907, por exemplo, queixou-se de que, dezoito meses após a exigência de “ornamentação arquitetural” nos prédios de beiral, apenas 600 casas haviam sido adaptadas.

Mesmo assim, reservava elogios a construções como os chalés, que considerava frutos diretos de sua política urbanística.

Escreveu, em 1905:

“Não errara eu afirmando-vos […] que em prazo breve começaria a frutificar a minha propaganda em prol da edificação particular, de acordo com as modernas ideias da ciência, do bom gosto e da comodidade individual”.

A boa impressão causada pelas construções de Belém, portanto, ainda era, em grande medida, herança da fartura da Belle Époque — mesmo em meio à crise provocada pelo fim do Ciclo da Borracha.

Ainda assim, em 1911, três empresas construtoras continuavam em atividade na cidade.

Quem dispusesse de recursos para erguer sua moradia podia recorrer, por exemplo, à firma de J. Soares de Freitas, a Fábrica Freitas Dias.

A empresa funcionava em dois prédios na Rua Benjamin Constant, números 17 e 32, ocupando praticamente um quarteirão inteiro.

No bairro do Reduto, onde se localizava, também estavam as usinas da The Pará Electric Railway and Lighting Co., além de fábricas de gelo, cordas e pregos, e o armazém de ferragens Redutense.

A empresa de Freitas, além de construir e reformar casas — por empreitada ou administração —, fabricava móveis e oferecia materiais importados, para clientes de maior poder aquisitivo.

Segundo Ernesto Cruz, em As edificações de Belém: 1783–1911, tratava-se de uma empresa eficiente e de preços acessíveis, razão pela qual era bem aceita pelos proprietários.

Outra firma atuante era a Empresa Edificadora, de Manoel Pedro & Cia., localizada na Rua de Bragança, nº 3.

Ela fornecia plantas, orçamentos e executava obras, além de manter oficinas de carpintaria, marcenaria e serraria, e uma loja com ampla variedade de materiais de construção.

Para obras mais sofisticadas, oferecia itens importados, como mosaicos italianos e azulejos franceses e portugueses.

A terceira empresa do setor, a Brasil Seguradora e Edificadora, construía e vendia casas em prestações, com prazos entre cinco e vinte anos.

Com capital de mil contos de réis, funcionava na Rua 15 de Novembro, nº 81.

English translation (tradução para o inglês)

A Castle of Love in Belém, During the Economic Crisis at the End of Its Belle Époque

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

Rubber production in the Amazon, from the beginning of the 1900s onward, was threatened by the competition that emerged in Malaysia with its rubber tree plantations.

However, the great collapse of the regional economy occurred between 1911 and 1914, producing an effect of massacre or cataclysm in the Amazon, as Antônio José Lamarão says in O Espaço das Ilusões: Planos Compreensivos e Planejamento Urbano na Região Metropolitana de Belém.

Pará’s income was reduced, in 1915, to one-third of the revenue generated in 1910.

In his classic work Formação Histórica do Pará, written in 1914, Manoel Barata says that it was the “absorbing and annihilating influence” of the search for “quick, easy but ephemeral” profit from the rubber trade that reduced the state “to a condition of dejection and anguish.”

In this situation, the author adds, Pará languished and despaired, “impoverished and indebted.”

Barata wrote:

“It is sad to say that Pará today buys from other states and from abroad the products that it once produced in abundance: coffee, rice, sugar, cotton, corn, sugarcane liquor, and even manioc flour.”

In the same year in which he wrote his book, he also proclaimed:

“Free us from the fetishism of rubber. Let us work. Let us work in the cultivation of the land and in the exploitation of other sources of wealth, which we do not lack, and which are there offering themselves to our productive activity. Let us raise our prosperity from the ruins.”

At that moment of economic crisis, the population of Belém occasionally witnessed, with dismay, great human dramas.

Such as those involving people who had contracted leprosy and were left with no assistance.

There were no public resources to shelter them, not even for the patients with leprosy at the Tucunduva Asylum, whose facilities were old and ruined.

As shocking as this situation was that of the northeastern migrants.

They had been hired by the Federal Government to work in rubber extraction.

But they lost their occupation with the economic decline of the Amazon.

Disembarked from the ships that brought them to Belém and abandoned, they formed “groups of ragged families, worn down by profound physical and moral deterioration, sheltered beneath the trees along public streets or stretched out on the sidewalks.”

As recorded by the governor of Pará, Enéas Martins, in his 1916 report.

Yet Belém Still Resembled European Centers

Surprisingly, however, the crisis in rubber production was not immediately reflected in the physical appearance of the buildings in the capital of Pará.

From this point of view, Belém, between 1908 and 1916, remained as if it were undergoing a period of full rejuvenation, says Antônio Rocha Penteado in Belém – Estudo de Geografia Urbana.

An explanation for this apparent paradox may be found in Lamarão’s previously cited work.

The author states that the great repercussions of the crisis in the Amazon led Belém to create a small industrial park aimed at the domestic market.

This, says Lamarão, combined with the fact that Belém preserved its role as a commercial entrepôt, allowed the city to maintain its status as the dominant center of the region, to the point that Manaus once again became dependent upon it.

At that moment, Belém resembled advanced European centers, said Theodoro Braga, author of works such as História do Pará and Noções de Chorographia do Estado do Pará, who lived in Pará during this period.

He attributed this to the “mansions of taste and elegance” and chalets built along São Jerônimo Avenue (today José Malcher), Independência Avenue (today Magalhães Barata), Nazaré, Conselheiro Furtado, Generalíssimo Deodoro, and Tito Franco (today Almirante Barroso).

“As can be seen, nothing in Theodoro Braga’s account conveys the image of a decadent city,” Penteado concluded.

Among the buildings praised along those avenues, one, located on Tito Franco Avenue (today Almirante Barroso), is remembered by its name and romantic appearance: the Chalet Castel D’Amour.

It belonged to Antônio Marques de Carvalho, who used it as his summer residence.

Small clues as to who he was can be found in old publications.

His name appeared, for example, in the February 14, 1884 edition of the Diário de Belém, associated with the creation of a musical score.

The newspaper said, in a short note about Antônio:

“Saudades do Guajará. The first edition of this charming sonata for piano, written in Paris by our young fellow countryman, has sold out.”

Between 1890 and 1897, he wrote for the newspaper República.

In 1910, he was a deputy in the Pará Legislative Assembly during the government of João Coelho.

Besides that chalet, Antônio Marques owned other properties.

One of them was the Mira-Selvas Mansion, located on Travessa Angustura.

In 2010, another piece of information about Antônio emerged.

The excellent research website of the Faculty of Architecture at UFPA, fauufpa.org, revealed that he had been the great-uncle of Ronaldo Nonato Ferreira Marques de Carvalho, former director and professor of that institution.

Construction Companies Continued Operating

In truth, properties such as Antônio’s were not directly related to the phase through which the regional economy was passing in the years after 1910.

In 1905, they had already been considered by Antônio Lemos, in his report, as the result of what he called his “campaign in favor of private construction.”

“Campaign” may not have been the most appropriate term to describe the actions of the mayor in the field of private construction, since he would be brutally removed from office in 1911.

For he did not limit himself to persuading homeowners to follow his ideas, but used legal instruments and a supervisory agency to impose those ideas.

He sometimes did so impatiently.

For example, in his 1907 report, he complained that, eighteen months after the Municipality had begun requiring the construction of “architectural ornamentation” on eave-fronted buildings, only 600 houses had received the modification.

Only a few compliments, amid the criticisms directed in the reports at investors, builders, and homeowners, were reserved for buildings such as chalets.

Lemos rejoiced in them, considering them the fruit of his work.

He said in his 1905 report:

“I was not mistaken in telling you, in the previous volume, of my conviction that within a short time my campaign in favor of private construction, in accordance with the modern ideas of science, good taste, and individual comfort, would begin to bear fruit.”

Thus, to a great extent, it was from the time of abundant resources during the Belle Époque that the favorable impression created by the appearance of Belém’s buildings originated, even during the severe economic crisis caused by the end of the so-called Rubber Boom.

In any case, in 1911, three construction and renovation companies were still operating in the city.

Anyone who had saved resources to build a home could choose one of them.

For example, there was the company owned by J. Soares de Freitas: Fábrica Freitas Dias.

His company, J. S. Freitas, operated in two buildings on Benjamin Constant Street — numbers 17 and 32 — almost as if they were two separate firms occupying an entire block.

In the same neighborhood, Reduto, were located the plants of The Pará Electric Railway and Lighting Co., as well as ice, rope, and nail factories, in addition to the Redutense hardware warehouse.

The company’s two buildings were justified because, besides building and renovating houses — carrying out works either by contract or under direct administration — it also manufactured furniture.

If the client could afford to spend more on the construction of his home, he would find at the same company imported materials from abroad alongside those coming from other Brazilian states.

According to Ernesto Cruz, in As Edificações de Belém: 1783–1911, J. S. Freitas was a company that carried out its work well and charged low prices for it.

For this reason, says the historian, it was “well regarded by the owners of houses already standing within the urban perimeter and by those who, possessing land, wished to build on it.”

Another construction and renovation company was Empresa Edificadora, owned by Manoel Pedro & Cia.

It operated on Bragança Street, number 3.

It supplied plans and budgets and also carried out works by contract or under direct administration.

It had carpentry and cabinetmaking workshops, in addition to a sawmill.

It also had a store selling a wide variety of construction materials: timber, roof tiles, bricks, cement, lime, iron hardware, paints, oils, varnishes, turpentine, plumbing pipes, washbasins, and latrines.

For more refined constructions, it offered imported items: Italian mosaics and French and Portuguese tiles.

The third company in the same field, Brasil Seguradora e Edificadora, built and sold houses in installments, to be paid over a period ranging from five to twenty years.

With capital of one thousand contos de réis, it was located on 15 de Novembro Street, number 81.

(Illustration: Castel D’Amour, on Tito Franco Avenue, in the year 1905.)


Tags: crise econômicaDestaquefim da Belle ÉpoqueUm castelo do amor em Belém
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