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Home Política

Trump manda investigar JBS por manipular preços, conluio e outros crimes

Redação por Redação
09/11/2025
in Política
Trump manda investigar JBS por manipular preços, conluio e outros crimes

O presidente Trump mandou investigar as jogadas da JBS nos Estados Unidos. O grupo é controlado pelos irmãos Batista

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O presidente Donald Trump anunciou publicamente na sexta-feira, 7, a ordem para que o Departamento de Justiça (DOJ) dos EUA inicie uma investigação federal contra as maiores empresas de processamento de carne do país, conhecidas como o “Big Four”: JBS (de origem brasileira), Tyson Foods, Cargill e National Beef (controlada pela brasileira Marfrig). O foco é em suposta manipulação de preços, conluio e práticas anticompetitivas que estariam inflacionando o preço da carne bovina nos EUA, afetando consumidores e produtores locais.

Trump acusou explicitamente as empresas estrangeiras de “dirigir os preços para cima” e prometeu ações rigorosas, incluindo possível quebra de monopólios se comprovadas as irregularidades.

Contexto econômico: Os preços da carne bovina nos EUA estão em alta há meses, com o quilo do contrafilé chegando a US$ 15-20 em supermercados, atribuídos a uma concentração de mercado onde as quatro empresas controlam cerca de 85% do abate de gado. Trump ligou isso à inflação geral e à dependência de importações, prometendo “proteger os fazendeiros americanos e as famílias de classe média”.

Alvo principal: JBS: Como maior produtora de carne bovina nos EUA (com 22% do mercado), a JBS é destacada por ser controlada pela família Batista, do Brasil. Trump a chamou de “cartel estrangeiro” que “suga o sangue dos produtores americanos”. As ações da JBS caíram 5-7% imediatamente após o anúncio, e da Tyson Foods também.

Reações iniciais: Produtores rurais americanos apoiam, vendo alívio nos preços de insumos. Críticos apontam hipocrisia: Uma subsidiária da JBS, a Pilgrim’s Pride (de frango), doou US$ 5 milhões para a posse de Trump em 2025, o maior valor individual. Isso levanta suspeitas de “pagar para jogar”, especialmente após uma reunião privada entre Trump e Joesley Batista em setembro de 2025, que coincidiu com um abrandamento nas críticas de Trump a Lula.

No X (antigo Twitter), usuários brasileiros e americanos especulam que a investigação pode ser seletiva: “Trump vai atrás da JBS, mas ignorou os US$ 5M de doação?” Ou: “É contra concorrentes, não contra os Batistas, que ‘compraram’ Lula e agora tentam o mesmo nos EUA”.

A investigação está em fase inicial, com o DOJ coletando dados de preços e contratos. Analistas preveem que pode durar meses, com possíveis multas bilionárias ou reestruturações, similar ao caso antitruste de 2023 onde a JBS pagou US$ 83,5 milhões por supressão de preços de gado.

Os Irmãos Batista: Joesley e Wesley, e a JBS

A JBS S.A. é a maior processadora de carne do mundo, fundada em 1953 por José Batista Sobrinho (pai dos irmãos). Hoje, vale cerca de US$ 50 bilhões, com operações em 20 países e 22% do mercado americano. Os irmãos Joesley (CEO) e Wesley Batista assumiram nos anos 2000, transformando-a em gigante via aquisições agressivas, mas carregando um histórico de escândalos.

Crescimento explosivo: De uma pequena açougue em Goiás para líder global, com apoio de empréstimos do BNDES (banco estatal brasileiro), que detém 21% das ações. Críticos alegam que isso foi “financiado por corrupção”.

Corrupção no Brasil: “Envolvidos até o Pescoço”

Os Batistas são figuras centrais na Operação Lava Jato (2014-2021), o maior escândalo de corrupção da história brasileira. Aqui vai um resumo cronológico:

AnoEvento PrincipalDetalhes
2007-2017Esquema de subornosConfessaram pagar propinas a mais de 1.800 políticos e partidos, totalizando R$ 10 bilhões (US$ 2 bi). Incluía presidentes, governadores e o PP (partido de Temer). Usaram offshores em paraísos fiscais para lavar dinheiro.
2017Delação premiadaGravaram conversa com Michel Temer (então presidente) discutindo propina de R$ 500 mil. Isso derrubou o governo Temer e acelerou prisões. Os irmãos foram presos por insider trading (usaram delação para lucrar no mercado de ações).
2018-2020Multas e condenaçõesPagaram R$ 10,3 bilhões em delação. SEC (EUA) multou em US$ 180 milhões por violações à FCPA (lei anticorrupção). Acusados de lavagem e organização criminosa por benefícios fiscais.
2023-2024Tentativa de controle totalFamília tentou comprar ações minoritárias para controle total, mas ONGs alertaram investidores sobre histórico corrupto.
2025IPO na NYSEJBS listou ações nos EUA em junho, após suspensão de multas de US$ 2 bi por delação. Irmãos voltaram ao conselho em abril.

Eles foram soltos em 2018 por habeas corpus do STF (Supremo Tribunal Federal), criticado como “impunidade para ricos”. No X, brasileiros chamam-nos de “dupla ladina” que “destruiu fazendeiros locais com monopólio e propinas”.

Apesar do escândalo que atingiu o PT (partido de Lula) na Lava Jato — com delações implicando o ex-presidente em esquemas na Petrobras —, os Batistas se reaproximaram de Lula após sua eleição em 2022.

Histórico: Na era Lula (2003-2010), JBS recebeu bilhões em financiamentos do BNDES, suspeitos de superfaturamento. Lava Jato ligou propinas a campanhas petistas.

Reencontro em 2024: Em abril, Lula visitou fábrica da JBS e elogiou os irmãos: “Família predestinada ao sucesso”. Foi durante uma comitiva à China, principal comprador de carne brasileira, para fortalecer laços comerciais.

2025: Influência nos EUA: Joesley se reuniu com Trump em setembro, após tarifas de 50% sobre importações brasileiras (incluindo carne). Dias depois, Trump suavizou críticas a Lula na ONU, chamando-o de “velho amigo”. Críticos veem lobby: JBS quer expandir nos EUA, e a doação de US$ 5M à posse de Trump é “pagamento por favores”.

Atual: Com a investigação de Trump, especula-se que Lula e STF (acusados de proteger delatores ricos) possam ser afetados indiretamente, via delações antigas que citam o PT. No X, posts como “Batistas compraram Lula e tentam Trump” viralizam entre opositores.

A delação premiada da JBS: A sordidez exposta

A delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, fechada em maio de 2017 com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Essa delação, parte da Operação Lava Jato, não só revelou um esquema bilionário de corrupção, mas expôs a podridão sistêmica: propinas em espécie, notas frias, contas offshore em paraísos fiscais, simulações de transações para lavagem de dinheiro e até gravações que capturam o cinismo de quem negociava o poder como mercadoria.

Os Batista confessaram pagar R$ 10,3 bilhões em propinas a mais de 1.800 políticos e partidos entre 2007 e 2017, beneficiando PT, PMDB, PSDB e outros. Em troca, obtiveram financiamentos estatais, benefícios fiscais e influência em votações como o impeachment de Dilma. A sordidez? Dinheiro sujo financiando campanhas, helicópteros como propina, listas de “deputados à venda” e áudios onde o então presidente Michel Temer incentiva silêncios cúmplices. Eles lucraram R$ 238 milhões com insider trading ao usar a delação para vender ações antes da bomba explodir.

Os irmãos revelaram que o esquema raiz surgiu nos anos 2000, em Mato Grosso do Sul, para driblar impostos como o ICMS. A JBS simulava compras e vendas de gado que nunca existiam: emitia notas fiscais falsas para “justificar” saídas de caixa, que na verdade iam para propinas. Exemplo: em 2010, o secretário de Fazenda Márcio Monteiro “vendeu” 140 cabeças de gado por R$ 333 mil a um frigorífico em Campo Grande, mas o Ministério da Agricultura confirmou que o gado nunca chegou. Outro caso: o Frigorífico Buriti emitiu notas por 1.6 mil toneladas de carne inexistente.

Isso durou 13 anos, gerando R$ 500 milhões em descontos fiscais e R$ 150 milhões em propinas só nesse estado. Wesley Batista admitiu: “Era para reduzir impostos, mas virou propina para governadores como Reinaldo Azambuja (PSDB), que recebeu R$ 38 milhões, e Delcídio do Amaral (PT), com R$ 12 milhões em doações oficiais e caixa dois para 2014”. A sordidez aqui é palpável: fazendeiros e frigoríficos menores quebravam, enquanto a JBS crescia às custas de um sistema fraudulento financiado pelo BNDES (que detém 21% das ações da empresa).

Revelações principais: Um baú de propinas e traições

A delação pintou um quadro de corrupção endêmica, com os Batista como “doadores” que compravam lealdades. Aqui uma tabela com as acusações mais sórdidas, incluindo valores e alvos:

Político/PartidoAcusação PrincipalValor/Detalhes SórdidosImpacto
Lula e Dilma (PT)Contas offshore para campanhas via Guido Mantega. Joesley se reuniu com Lula em 2014 e confessou doações de R$ 300 milhões à campanha de Dilma.US$ 150 milhões (2014), incluindo US$ 50M para Lula (2009) e US$ 30M para Dilma (2011), de financiamentos BNDES. Propina de 4% por operação.Revela lavagem via paraísos fiscais; Lula ficou “em silêncio” sobre riscos. Negado pelo PT, mas sob investigação.
Michel Temer (PMDB)Gravação no Jaburu (março/2017): Joesley relata propina a Cunha e Funaro; Temer responde “Tem que manter isso” e sugere silêncio para obstruir justiça.R$ 500 mil mensais a Funaro; R$ 90M em propinas via Caixa (2011-2014).Áudio prova conluio presidencial; Temer nega, mas levou a denúncia por corrupção passiva.
Aécio Neves (PSDB)Compra de prédio como propina; áudio gravado pedindo anistia ao caixa 2 e criticando PF. Irmã pediu R$ 2M em “notas frias”.R$ 18M (prédio em BH) + R$ 2M (advogados). Maior financiador da campanha 2014.Aécio preso temporariamente; nega, mas áudio expõe cinismo: “Precisa de uma lei de abuso de autoridade”.
Eduardo Cunha e Lucio Funaro (PMDB)Propinas por financiamentos Caixa e desonerações. Funaro recebia R$ 400k/mês + helicóptero.R$ 90M (Caixa) + R$ 7M (Agricultura) + R$ 30M (eleição Câmara) + R$ 20M (desoneração aves).Cunha, preso, nega; Funaro delatou mais. Sordidez: Pagamentos em espécie e notas frias.
Fernando Pimentel (PT)Propina para campanha em MG, via compra de 3% do Mineirão. Dilma confirmou em reunião.R$ 30M (2014), com R$ 3,9M declarados.Dilma nega autorização; Pimentel afirma legalidade. Expõe compra de estádios como fachada.
José Serra (PSDB)Notas frias para campanha 2010, via “camarote” fictício no autódromo.R$ 20M totais, R$ 6M frios.Serra calou; revela uso de eventos esportivos para lavagem.
Antônio Palocci (PT)Pagamentos para campanha Dilma, em espécie e notas frias.R$ 30M (2010), R$ 19,4M pagos.Palocci, delator posterior, confirma rede PT-JBS.
João Bacelar (PR-BA)Lista de 30 deputados “à venda” para impeachment; pagou 5 por R$ 3M cada.R$ 15M combinados, R$ 3,5M pagos.Tentativa de comprar votos no Congresso; PR nega.

Esses casos mostram a rede: propinas financiadas por BNDES (US$ 2 bilhões em empréstimos suspeitos) e lavadas via offshores, afetando eleições e políticas públicas.

A gravação com Temer: O áudio que derrubou um presidente

O ápice da sordidez é o áudio de 7 de março de 2017, gravado por Joesley no Palácio do Jaburu. Dura 37 minutos e captura Temer orientando obstrução: Joesley relata “segurando” juízes e procuradores com propinas (R$ 500k/mês a Funaro para “informações”), e menciona zerar pendências com Cunha. Temer responde: “Tem que manter isso, viu?” e sugere silêncio para não delatar.

Trechos chave: Obstrução: Joesley: “Eu tô segurando os dois [juízes]. Consegui um dentro da força-tarefa que tá me dando informação. Tô tentando trocar o procurador.” Temer: “Tem que manter isso.”

Suborno implícito: Joesley: “Se ele jogar para cima de você, eu posso bancar e dizer: ‘Não, qualquer coisa eu falo com ele’.” Temer: “Estamos combinando: precisando de mim, me fala.”

Isso levou à denúncia da PGR contra Temer por corrupção passiva e obstrução. O STF divulgou o áudio, que viralizou como prova de impunidade no topo.

Vídeos e áudios: A prova visual da podridão

Há dezenas de vídeos e áudios divulgados pelo STF e mídia, muitos no YouTube e X. Aqui os mais impactantes, com descrições baseadas em análises recentes:

Áudio Integral Temer-Joesley (YouTube, 37min): Gravação crua do Jaburu, com vozes tensas e pausas constrangedoras. Joesley narra propinas como rotina; Temer ri e aconselha discrição. Assista: Íntegra no YouTube. Transcrições mostram Temer dizendo: “Negócio de golpe, golpe. Mas tudo bem.”

Tags: conluio e outros crimesDestaquemanipulação de preçosTrump manda investigar JBS
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