• Sobre
  • Anúncios
  • Contato
  • Bodybuilding Insight
Ver-o-Fato
Advertisement
  • Home
  • Notícias
  • Coisas de casa
  • Ação Política
  • Publicidade Legal
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Política
    • Esporte
    • Polícia
    • Defesa do Consumidor
    • Economia
    • Para o mundo ver
    • Meio Ambiente
    • Mistério & Inexplicável
    • Saúde
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Comportamento
    • Empregos
    • Turismo
    • Cidades
    • Poder
    • Educação
    • Viralizou
    • Brasil
    • Publieditorial
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Coisas de casa
  • Ação Política
  • Publicidade Legal
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Política
    • Esporte
    • Polícia
    • Defesa do Consumidor
    • Economia
    • Para o mundo ver
    • Meio Ambiente
    • Mistério & Inexplicável
    • Saúde
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Comportamento
    • Empregos
    • Turismo
    • Cidades
    • Poder
    • Educação
    • Viralizou
    • Brasil
    • Publieditorial
No Result
View All Result
Ver-o-Fato
No Result
View All Result
Home Cultura

Três igrejas e seis capelas de Belém desapareceram

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
19/04/2026
in Cultura
Três igrejas e seis capelas de Belém desapareceram

Ilustração: A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, na gravura de Righini

CompartilharTwitter
ADVERTISEMENT

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista.

Capela de Nossa Senhora da Graça

A capela aparece no quadro clássico e histórico “A Fundação da Cidade de Nossa Senhora de Belém do Pará”, criado em 1908, pelo pintor e historiador Theodoro Braga, dentro do Forte do Presépio.

Como a capela, e junto dela, aparecem também protegidas pelas paredes do forte, as casas construídas para abrigar os 150 soldados que acompanharam Francisco Caldeira Castelo Branco, na expedição que fundou o povoado de Belém, em 1616.

Todas são construções modestas e precárias, como o próprio forte.

“Palhoças e casebres”, as definiu o próprio Theodoro Braga, no opúsculo que ele produziu, com explicações sobre seu quadro.

A capela ele a descreveu com estas palavras:

“Pequenina, de taipa, coberta de palhas ressequidas”.

Um detalhe importante para o qual poucos pessoas atentam, entre aquelas interessadas neste assunto, é o de que a capela foi dedicada à Nossa Senhora da Graça, e, não à Nossa Senhora das Graças.

A devoção à Nossa Senhora da Graça era, então, bem estabelecida na Europa.

Já em 1151 havia culto à santa, na Inglaterra.

Em Ipswich, uma cidade portuária, município de Suffolk, às margens do rio Orwell, o santuário à Nossa Senhora da Graça, naquele ano, havia se transformado em importante local de romaria.

Enquanto que as invocações à Nossa Senhora das Graças surgiram em 1830, em Paris, na França, relacionadas à história de Catarina Labouré, uma noviça da Congregação das Filhas de São Vicente de Paulo, que seria, mais tarde, santificada. 

Capela de Santo Cristo

Ficava entre o forte e o antigo Hospital Militar, hoje a Casa das Onze Janelas.

Foi levantada, no ano de 1622, por ordem de Bento Maciel Parente, em taipa de pilão.

Ficava próximo do fosso do Forte do Presépio, de frente para a atual Praça da Sé.

Tinha um só altar, no qual foi colocado um grande crucifixo de madeira.

Manoel Barata revela, no estudo “A capela de Santo Cristo”, republicado no livro “Formação Histórica do Pará”:

“Nela foi instituída e nela funcionou uma confraria de oficiais militares, com o título de Irmandade do Santo Cristo, a cujo cargo estava a capela”.

À irmandade a capela serviu até 1788, conquanto, naquela ocasião já tivesse em estado de ruína.

Pouco depois foi demolida”.

Diz o site da Biblioteca do IBGE:

“Frequentemente associada à origem do Forte do Presépio, na Cidade Velha, a capela foi uma das primeiras estruturas religiosas da região”

Quando a capela surgiu em Belém, havia pouco mais de meio século que o culto ao Senhor Santo Cristo dos Milagres tinha tomado impulso, na esteira da defesa da importância da veneração dos santos feita pela Igreja Católica.

Esta defesa, assim como a do culto às imagens dos santos, foram duas das bandeiras sustentadas pelo Concílio de Trento, realizado entre 1545 e 1563, como reação dos católicos às críticas dos protestantes liderados por Martinho de Lutero à Igreja Católica.

Capela de Santa Febrônia

Ficava num caminho pelo qual era possível chegar à primeira rua de Belém, a Rua do Norte, atual Rua Siqueira Mendes, na Cidade Velha.

Fazia parte do conjunto de construções que a mulher de Francisco Caldeira Castelo Branco mandou levantar naquela rua.

Entre estas construções, as de sobrados, oficina, forno, olaria, e, casas para empregados.

A santa à qual foi dedicada a capela é venerada pelas igrejas do Oriente, incluindo a de Etiópia.

No Ocidente, Santa Febrônia é conhecida e cultuada nas cidades de Trani, Apúlia e Patti, na Sicília, onde se diz que são conservadas algumas de suas relíquias.

Febrônia teria vivido nos anos 300.  Por volta de 304, teria morrido,em Nísibis, na Mesopotâmia, vítima de torturas, sob perseguição de Diocleciano, Imperador de Roma.

Aquele caminho aberto no início da História de Belém, tinha recebido também o nome dela.

Mas, como a capela, desapareceu.

Igreja da Misericórdia

Em 1650, outro templo foi construído, com seu respectivo largo, nas proximidades do Largo das Mercês.

No seu livro de 1838, “Compêndio das Eras da Província do Pará”, Antônio Baena registra:

“Fundava-se na vizinhança do Convento dos Mercedários, sobre o lado oriental da rua de Santo Antônio dos Capuchos, uma Igreja da Misericórdia”.

Junto deste templo, construído em homenagem a Santa Luzia, foi erguida a primeira Santa Casa de Misericórdia, ambos em taipa de pilão.

O terreno de Santa Casa englobava o da igreja.

Era grande, correspondia a uma quadra inteira do povoado.

Numa parte do terreno pertencente, viria a ser levantado, mais de 200 anos depois, um dos ícones da Arquitetura de Ferro do Pará, a Paris N’América, a mais tradicional loja de tecidos e confecções da Belém, no ciclo econômico da borracha.

Capela dos jesuítas

Em 1652, quando a Companhia de Jesus foi, por fim, admitida no Gram-Pará, dois de seus padres levantaram uma casa, com capelinha, no bairro de Campina.

Ficava num terreno dos mercedários e próxima do convento deles.

Portanto, eram afastadas do centro do povoado, onde estava o Forte do Presépio.

Pequena, humilde, de taipa de pilão e coberta de palha, a casa, como a capelinha, estavam num terreno úmido.

Depois, o reitor Souto Maior tratou de buscar outro lugar para a Companhia erguer suas edificações.

Conseguiram um terreno ao lado do forte, num ponto do povoado elevado e arejado, quase à margem do rio, vizinho do chamado Portão, o lugar de intersecção entre o bairro da Cidade com o da Campina.

O terreno era “o melhor de todos” no povoado, de acordo com o reitor do colégio, na década seguinte, o padre João Felipe Benttendorff.

O padre-reitor disse isto na sua “Crônicas dos Padres da Companhia de Jesus no Estado do Maranhão”, escrita em 1694.

Ali, ele próprio “lançou as medidas dos alicerces e obras para o colégio e começou a abri-los perto do sítio de uma ermidazinha”.

Bettendorff, provavelmente, se referia à capela de Santo Cristo.

Para o uso imediato dos padres – ele mesmo informa – “não se fez, por então, mais do que uma choupana e igrejinha de taipa de mão”.

Depois, com o monopólio da mão-de-obra indígena, os jesuitas acumularam recursos para construirem, neste local, o primeiro conjunto monumental arquitetônico religioso, de Belém, o de Santo Alexandre.

A casa e a capelinha erguidas por ele, inicialmente, foram esquecidas.

A igrejinha franciscana

Na descrição que fez de Belém em 1694, no seu livro “Crônica dos Padres da Companhia de Jesus no Estado do Maranhão”, o padre João Felipe Bettendorf se referiu a um local do bairro da Campina onde, disse ele, “está Santo Antônio”, provavelmente nas adjacências da futura Rua Santo Antônio.

Alí existiam as primeiras obras levantadas pelos religiosos da ordem dos franciscanos que mais tarde seriam substituídas por um outro conjunto monumental arquitetônico de Belém, o do Colégio Santo Antônio.

Naquele momento, a pequena igreja do convento franciscano ainda abrigava os irmãos Ordem Terceira.

Eles, no entanto, já tinham começado a construir, próximo dalí, a capela de sua ordem.

Este pequeno templo existiu por mais de 40 anos.

Depois desapareceu sem deixar nenhum vestígio.

Em outro local, próximo, surgiria a definitiva Capela da Ordem Terceira, um espaço reservado à elite da província.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos

Ficava em frente da Igreja do Carmo, do outro lado da sua praça.

Construída por volta de 1700 pelos jesuítas, como forma de retribuíção à obtenção do direito a uma pensão conquistado pelos religiosos.

A pensão era paga, antes, por uma das moradoras do povoado, Catarina da Costa, à confraria de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos.

Quando, em 1867, foram impressas doze gravuras de locais de Belém, feitas pelo desenhista, gravador, fotógrafo, cenógrafo e professor italiano Giuseppe Leone Righini, uma delas retratou o Largo do Carmo.

E, nela, defronte à Igreja do Carmo aparece claramente a Igreja do Rosário dos Homens Brancos.

Quanto à Confraria do  Rosário, diz o site O Arquivo Nacional e a História Luso-brasileira”:

“O culto a Nossa Senhora do Rosário foi intensamente difundido no Brasil pelos jesuítas e dominicanos, com as irmandades se tornando uma forma de organização social e religiosa durante a colonização. 

O culto a Nossa Senhora do Rosário foi introduzido por São Domingos de Gusmão e foi difundido pelos dominicanos a partir do século XIII.

As irmandades criadas em devoção a Nossa Senhora do Rosário apareceram em Lisboa em meados do século XV e rapidamente se disseminaram pelo império português, África e América.

A irmandade chegou  ao Brasil em meados do XVI, tendo sido a primeira a Irmandade dos Homens Pretos de Olinda.

 As irmandades do Rosário costumavam ser compostas por brancos e negros e algumas vezes por ambos, sendo que neste caso cabiam aos brancos as posições administrativas e de liderança.

Com o passar dos séculos os negros, cativos ou livres, africanos ou brasileiros passaram a ser maioria nas irmandades do Rosário”.

Sobre a capela de Belém, no seu livro “História da Companhia de Jesus no Brasil”, publicado, em 1943, Serafim Leite afirma:

“Ainda a vimos, há trinta anos. Quando voltamos ao Pará, em 1941, já não existia. Deixada ao abandono, o tempo arruinou-a e acabaram de a demolir os homens”.

Dela, hoje, há apenas ruínas, cobertas de mato”.

Até 2011, estas ruínas da capela permaneciam visíveis numa abertura do terreno da Praça do Carmo, feita em escavações por arqueólogos de Belém.

Mas, em outro comportamento deliquencial das autoridades da cidade, estas escavações foram inutilizadas por preenchimento das aberturas com camadas de areias e cimento..

Capela do Senhor Morto

Em 1756, o engenheiro-militar alemão João André Schwebel desenhou uma planta de Belém.

Dois anos mais tarde, a planta seria ampliada por outra, também de autoria dele.

Diz Augusto Meira Filho, em “Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará” (1976):

“Neste último trabalho de Schwebel, Belém está mais definida, observando-se o processo de expansão da urbe”.

Um detalhe desta planta, assinalado por Meira Filho, é revelador da preocupação de Schwebel em melhorar o seu trabalho anterior.

Na esquina da Rua dos Mercadores (João Alfredo), com a do Passinho (Campos Sales), a planta de 1756 traz somente “um quadradinho sem designação”.

Na de 1758, a mesma esquina já apresentava a identificação do imóvel que a ocupava: uma capela.

Essa capela, revela Meira Filho, foi edificada por ordem do bispo Dom Miguel de Bulhões “para ali ocorrer uma fase da Procissão do Senhor Morto, na Sexta-feira Santa”.

Capela do palácio

O Palácio dos Governadores, atual Museu do Estado do Pará, foi um das obras mais portantes construídas, em Belém, por Antônio Giuseppe Landi.

Seu trabalho realizado nele pode ser conhecido através dos 27 esboços que Landi fez do palácio.

Os quais estão guardados na Biblioteca Nacional de Lisboa.

Mais tarde, alterações no palácio descaracterizaram, em parte, a obra original de Landi.

Tais alterações, num certo momento, fizeram desaparecer a capela e o jardim que Landi construíra no primeiro pavimento do prédio.

A capela tinha uma importância histórica particular porque foi dela que saiu a primeira procissão do Círio de Nazaré.

Somente por volta de 1972, a capela foi restaurada graças aos esforços do incansável engenheiro, arquiteto e pesquisador Augusto Meira Filho.

(Ilustração: A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, na gravura de Righini)

Three Churches and Six Chapels of Belém Have Disappeared     

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist.

Chapel of Our Lady of Grace

The chapel appears in the classic and historical painting “The Foundation of the City of Our Lady of Belém do Pará,” created in 1908 by the painter and historian Theodoro Braga, within the Forte do Presépio.

Alongside the chapel, and protected by the walls of the fort, are also depicted the houses built to shelter the 150 soldiers who accompanied Francisco Caldeira Castelo Branco on the expedition that founded the settlement of Belém in 1616.

All of them are modest and precarious constructions, like the fort itself.
“Shacks and huts,” as Theodoro Braga himself defined them in the booklet he produced explaining his painting.

He described the chapel in these words:

“Small, made of wattle and daub, covered with dried straw.”

An important detail, often overlooked by those interested in the subject, is that the chapel was dedicated to Our Lady of Grace, not Our Lady of Graces.

Devotion to Our Lady of Grace was already well established in Europe at the time. As early as 1151, there was worship of the saint in Ipswich, where a sanctuary dedicated to her had become an important pilgrimage site.

Devotion to Our Lady of Graces, on the other hand, arose only in 1830 in Paris, linked to the history of Catherine Labouré, a novice of the Daughters of Saint Vincent de Paul, later canonized.


Chapel of Santo Cristo

It stood between the fort and the former Military Hospital, today the Casa das Onze Janelas.

It was built in 1622 by order of Bento Maciel Parente, using rammed earth. Located near the moat of the Forte do Presépio, it faced what is now Praça da Sé.

It had a single altar, on which a large wooden crucifix was placed.

Historian Manoel Barata notes, in the study “The Chapel of Santo Cristo”, republished in “Historical Formation of Pará”:

“A confraternity of military officers was established and functioned there, under the title Brotherhood of Santo Cristo, which was responsible for the chapel.”

The brotherhood used the chapel until 1788, although by then it was already in ruins. Shortly afterward, it was demolished.

According to the IBGE library website:

“Frequently associated with the origin of the Forte do Presépio, in Cidade Velha, the chapel was one of the first religious structures in the region.”

When the chapel was built, devotion to the Lord Santo Cristo dos Milagres had gained momentum following the Catholic Church’s reaffirmation of the veneration of saints during the Council of Trent, convened in response to Protestant critiques led by Martin Luther.


Chapel of Saint Febronia

It stood along a path leading to Belém’s first street, Rua do Norte (now Rua Siqueira Mendes), in Cidade Velha.

It was part of a group of constructions commissioned by the wife of Francisco Caldeira Castelo Branco, including townhouses, a workshop, a kiln, a pottery facility, and workers’ dwellings.

The saint to whom the chapel was dedicated is venerated in Eastern churches, including the Ethiopian Church. In the West, Saint Febronia is honored in cities such as Trani and Patti.

She is believed to have lived in the 4th century and died around 304 in Nisibis, a victim of persecution under the Roman emperor Diocletian.

The path itself bore her name—but like the chapel, it disappeared.


Church of Mercy (Igreja da Misericórdia)

In 1650, another temple was built, along with its square, near the Largo das Mercês.

In his 1838 book “Compendium of the Eras of the Province of Pará,” Antônio Baena records:

“A Church of Mercy was founded in the vicinity of the Convent of the Mercedarians, on the eastern side of Santo Antônio dos Capuchos Street.”

Next to this church, built in honor of Saint Lucy, the first Santa Casa de Misericórdia was erected, both in rammed earth.

The land occupied an entire block of the settlement. More than 200 years later, part of it would host one of the icons of Pará’s iron architecture, the Paris N’América store.


Jesuit Chapel

In 1652, when the Society of Jesus was finally admitted to Grão-Pará, two priests built a house with a small chapel in the Campina district.

The structures were modest—made of rammed earth, covered with straw, and built on damp ground.

Later, Rector Souto Maior sought a better location. They obtained land beside the fort, in a higher, well-ventilated area near the river, considered “the best of all” by Father João Felipe Bettendorff.

In his “Chronicles of the Jesuit Fathers in the State of Maranhão” (1694), Bettendorff notes that he himself laid the foundations for the future college near a small hermitage—likely referring to the Chapel of Santo Cristo.

Initially, only a hut and a small church of wattle and daub were built. Later, with access to indigenous labor, the Jesuits constructed Belém’s first monumental religious complex: Santo Alexandre.

The original house and chapel were forgotten.


The Franciscan Little Church

In his 1694 chronicle, Bettendorff also mentions a site in Campina where “Saint Anthony is,” likely near what would become Santo Antônio Street.

There stood the first constructions of the Franciscans, later replaced by the monumental complex of Colégio Santo Antônio.

At the time, the small church still housed members of the Third Order, who had already begun building their own chapel nearby.

This modest temple existed for more than 40 years before disappearing without a trace.


Church of Our Lady of the Rosary of the White Men

It stood opposite the Church of Carmo, across its square.

Built around 1700 by the Jesuits, it was a form of compensation after they secured the right to a pension previously paid by Catarina da Costa to the Brotherhood of Our Lady of the Rosary of the White Men.

In 1867, Italian artist Giuseppe Leone Righini produced engravings of Belém. One depicts Largo do Carmo, clearly showing this church facing the Carmo Church.

Regarding the Rosary confraternities, the Arquivo Nacional notes their wide diffusion across the Portuguese Empire since the 15th century, originally introduced by Saint Dominic.

Historian Serafim Leite wrote in 1943:

“We still saw it thirty years ago. When we returned to Pará in 1941, it no longer existed. Abandoned, time ruined it, and men completed its demolition.”

Its ruins were still visible until 2011, during archaeological excavations in Praça do Carmo, but were later covered over.


Chapel of the Dead Lord

In 1756, the German military engineer João André Schwebel drew a map of Belém, later expanded in 1758.

According to Augusto Meira Filho, this later version shows clearer urban expansion.

At the corner of present-day João Alfredo and Campos Sales streets, the earlier map showed only an unnamed square. In the later version, it is identified as a chapel.

It had been built by order of Bishop Dom Miguel de Bulhões for a station in the Good Friday procession of the Dead Lord.


Palace Chapel

The Governors’ Palace—today the Museu do Estado do Pará—was one of the most important works built in Belém by Antônio Giuseppe Landi.

Later alterations to the building partially erased his original design, including the disappearance of the chapel and garden he had built on the first floor.

This chapel held particular historical importance: it was from there that the first procession of the Círio de Nazaré departed.

Only around 1972 was the chapel restored, thanks to the efforts of Augusto Meira Filho.


(Illustration: The Church of Our Lady of the Rosary of the White Men, in Righini’s engraving)

Tags: capelas de BelémDestaqueigrejas de Belém
Previous Post

24 anos depois, Remo reencontra Bragantino; confira retrospecto

Next Post

Diante da alta de casos, por que é essencial tomar a vacina da gripe

Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra é escritor, jornalista e pesquisador.

Related Posts

Quando os grandes construtores religiosos do Gram-Pará perderam seu antigo poder
Cultura

Quando os grandes construtores religiosos do Gram-Pará perderam seu antigo poder

10/05/2026

Em 1748, teve início, em Belém, a construção da igreja que faria parte do terceiro conjunto arquitetônico religioso de Belém,...

O segundo bairro de Belém nasce com seu novo conjunto arquitetônico monumental religioso
Cultura

O segundo bairro de Belém nasce com seu novo conjunto arquitetônico monumental religioso

08/05/2026

Em 1736, quando os franciscanos realizaram a cerimônia do lançamento da primeira pedra do novo conjunto arquitetônico em Belém, a...

CAIXA Cultural Belém recebe espetáculo em homenagem a Waldemar Henrique
Cultura

CAIXA Cultural Belém recebe espetáculo em homenagem a Waldemar Henrique

06/05/2026

A CAIXA Cultural Belém recebe, de 7 a 10 de maio, o espetáculo “Canções de Um Homem Só”, do cantor...

Nossa Senhora de Nazaré gigante ia ser construída na baía, em frente de Belém
Cultura

Nossa Senhora de Nazaré gigante ia ser construída na baía, em frente de Belém

06/05/2026

A ideia ousada da construção de uma grande imagem de Nossa Senhora de Nazaré no canal fluvial de entrada do...

A história da casa da Cidade Velha que surgiu na Belém, dos anos de 1700
Cultura

A história da casa da Cidade Velha que surgiu na Belém, dos anos de 1700

03/05/2026

Belém, em 1784, foi descrita pelo naturalista Alexandre Rodrigues Ferreira num documento intitulado "Miscelânea Histórica Para Servir de Explicação ao...

O grande ator Cláudio Barradas confessou: estava apaixonado, quando resolveu ser padre
Cultura

O grande ator Cláudio Barradas confessou: estava apaixonado, quando resolveu ser padre

02/05/2026

Não dá para se pensar numa História do Teatro no Pará e no Brasil, sem pensar em Cláudio Barradas. Esta...

A morte de Lemos
Cultura

A morte de Lemos

29/04/2026

Naqueles meses iniciais de 1912, quatro jornais de Belém, havia um ano, vinham insuflando a população da cidade contra o...

No clube elegante, Belém discute pavimentações, esgotos, moradias, e, preços de obras públicas
Cultura

No clube elegante, Belém discute pavimentações, esgotos, moradias, e, preços de obras públicas

26/04/2026

No dia 1º de maio de 1886, um sábado, o jornal Liberal do Pará trouxe, no espaço de sua Seção...

“Miserável!”, “Desgraçado!”, “Cão!”, “Monstro!”: as agressões na construção do Teatro da Paz
Cultura

“Miserável!”, “Desgraçado!”, “Cão!”, “Monstro!”: as agressões na construção do Teatro da Paz

24/04/2026

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista O autor do projeto original do Teatro da Paz, José Tibúrcio Pereira de Magalhães,...

Doenças, perigos, traição, invejas: a saga do grande pesquisador da Amazônia
Cultura

Doenças, perigos, traição, invejas: a saga do grande pesquisador da Amazônia

22/04/2026

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista. Alexandre Rodrigues Ferreira comandou uma expedição que realizou extensa viagem pelo interior da Amazônia,...

Next Post
Diante da alta de casos, por que é essencial tomar a vacina da gripe

Diante da alta de casos, por que é essencial tomar a vacina da gripe

Redes Sociais

  • 28.3k Followers

Recentes

Chicão mantém agenda política e reforça caminhada ao Senado Federal

Chicão mantém agenda política e reforça caminhada ao Senado Federal

13/05/2026
Banco Master: Operação Off‑Balance mira ex‑diretores de instituto previdenciário

Banco Master: Operação Off‑Balance mira ex‑diretores de instituto previdenciário

13/05/2026
Filhos de escritora condenada por matar o pai deles pedem que ela “morra na prisão”

Filhos de escritora condenada por matar o pai deles pedem que ela “morra na prisão”

13/05/2026
Leão recebe Bahia de olho nas oitavas da Copa do Brasil; confira retrospecto

Leão recebe Bahia de olho nas oitavas da Copa do Brasil; confira retrospecto

13/05/2026
Ver-o-Fato

Todos os direitos reservados © 2019 VER-O-FATO

Navegação

  • Sobre
  • Anúncios
  • Contato
  • Bodybuilding Insight

Redes Sociais

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Atualidades
  • Empregos
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Ação Política
    • Cidades
    • Política
    • Educação
    • Poder
    • Saúde
    • Viralizou
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    • Economia
    • Esporte
    • Mistério & Inexplicável
    • Polícia
    • Ciência & Tecnologia
    • Meio Ambiente
    • Defesa do Consumidor
    • Cultura & Eventos
    • Publieditorial

Todos os direitos reservados © 2019 VER-O-FATO