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Home Cultura

Quando, em Belém, começou a surgir a sua mais bela e majestosa avenida

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
10/04/2026
in Cultura
Quando, em Belém, começou a surgir a sua mais bela e majestosa avenida

A Avenida Presidente Vargas, meio século após seu surgimento) English translation (tradução para o inglês

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*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

Quando a Avenida Presidente Vargas começou a ser construída, ainda com o nome de Travessa dos Mirandas, o pintor e historiador Theodoro Braga, em 1916, sustentou, em seu livro “Guia do Estado do Pará”, que ela estava predestinada a se tornar “a mais bela e majestosa avenida urbana” de Belém.

Desde o ano de 1898, naquela área,o intendente de Belém, Antônio Lemos, vinha fazendo desapropriações.

Em seu relatório de 1902, ele explicou: aqueles imóveis desapropriados eram “exíguos, velhos e feios”.

“Estavam todos em clamoroso contraste com a beleza da Praça da República”, ele acrescentou

Por isto, Lemos concluiu, era “urgente” a necessidade de “supressão” deles.

De fato, a praça onde a nova avenida terminaria havia sido muito embelezada.

Em parte, num processo de valorização de uma área urbana promovido pela própria intendência. 

Antônio Lemos reservou, em 1908,no Horto Municipal, para a praça,nada menos que 3.798 plantas.

Enquanto que, para a praça Batista Campos, foram destinadas, naquele ano, 144 plantas, e, para o Bosque Rodrigues Alves, 211.

Um contraste revelador da importância que Lemos conferia àquela área de Belém.

Outro dado significativo foi o número de obras que, naquele ano, a intendência executava na Praça da República.

Estavam em construção, nela, quatro canteiros com extensão de 2 metros de circunferência cada, nos quais se plantaram grama, e, 1.700 arbustos de diversas qualidades.

Além de um caramanchão de 2 metros de altura por 36 centímetros de largura, assentado sobre oito colunas, moldurada e pintadas.

E mais ainda:

Uma escadaria rústica de 15 metros de comprimento, e, 3,50 de largura.

Um lago de 30 metros de comprimento, por 6 de largura.

E, uma ponte, sobre o lago, de 6,5 metros de comprimento, por 3 de largura.

Mas a praça havia se embelezado,também,por ação do governo do Estado, que tinha construído, nela, o exuberante e majestoso Teatro da Paz.

Contribuição de iniciativas particulares

E, também, porque a praça ainda contou com iniciativas particulares de empresários, enriquecidos com a exportação da borracha da Amazônia, na explosão internacional da demanda deste produto.

Eram exportadores, comerciantes e aviadores -comerciantes-financistas que forneciam mercadorias e crédito aos seringalistas e seringueiros, em troca da futura produção de borracha.

Eles compunham a elite econômica-política local.

E, já tinham valorizado outras áreas de Belém, com a abundância de recursos de que dispunham,.

Como, por exemplo, as áreas das avenidas Nazaré, e, a São Jerônimo (atual José Malcher), onde ergueram imponentes edificações, para serem servirem como suas residências.

Só na Avenida Nazaré, tinha sido levantado:

O Palacete Faciola, projetado pelo arquiteto e desenhista paraense José de Castro Figueiredo em 1895, e, mais tarde, adquirido pela família Faciola.

O Palacete Lourenço Motta, levantado no início do século XX,para o tesoureiro da Secretaria de Intendência Municipal de Belém

O Palacete Barão de Guamá, construído no terreno originalmente pertencente a uma residência modesta, mas  adquirido por Francisco Acácio Corrêa, o futuro barão. 

Na Avenida São Jerônimo, eles construíram:

O Palacete Bolonha, do engenheiro e empresário Francisco Bolonha, cuja construção foi iniciada em 1904.

O Palacete Bibi Costa, outra obra de Francisco Bolonha, realizada entre 1904 e 1906, por encomenda do Major Carlos Brício da Costa.

O Palacete Augusto Montenegro, construído em 1903, pelo italiano Filinto Santoro, para residência privada do, então, governador.

O poder econômico da elite do Pará, igualmente fez surgir, na Avenida Independência (atual Magalhães Barata), também no bairro de Nazaré, o Palacete Mac Dowell, conhecido como Solar Mac Dowell, residência de Samuel Wallace Mac Dowell, um militar, advogado, e jornalista.

E o Palacete Pinho, em 1897, na Rua Dr. Assis, no bairro da Cidade Velha, para moradia do comendador Antônio José de Pinho,

Não surpreende, assim, que outros empreendedores particulares, de Belém, tenham erguido atraentes construções para sediar seus negócios na Praça da República,contribuindo, desta forma, para o embelezamento da área onde a Avenida Presidente Vargas estava surgindo.

Foram se instalando,na praça, ao redor do Teatro da Paz:

O Hotel e Café da Paz, com ar aristocrático de confeitaria parisiense, para o capitalista José Guilherme Kopke Corrêa Pinto, destinado à frequência da nata da sociedade de Belém.

A Maison Française,ou a “elegante casa de modas de Mme. Bousseau”, a que se refere Theodoro Braga, na obra citada, para as senhoras que copiavam as tendências europeias e careciam de um ambiente local que lhes oferecesse tal serviço.

O Cinema Rio Branco, entre o Hotel Café da Paz e a Maison Française, como o localiza o excelente site de pesquisas da Faculdade de Arquitetura da UFPa, o fauufpa.org.

A Farmácia Dermol, fundada em 1906, pelo farmaceutico Henrique E. N. Santos, formado pela Universidade de Coimbra.

O Clube High-life, que alimentava a vida noturna da cidade. 

O Grande Hotel, inaugurado em 1913, projetado para Carlos Teixeira Martins e Antônio Martins, proprietários também do Cinema Olympia.

O Palace Theatre, no interior do Grande Hotel

O Cine Olímpia inaugurado em 24 de abril de 1912, com cadeiras cujas laterais em ferro fundido tinham adornos fabricados na Escócia, luminárias de ferro importadas da França, projetores da Alemanha, e ventiladores trazidos dos Estados Unidos.

Em resumo, a extensa praça onde terminaria a nova avenida, diz Vicente Salles, em “A Música e o Tempo no Grão-Pará”:

“Era convenientemente preparada para tornar-se o centro da boêmia artística e intelectual de Belém”.

A construção da avenida

Para construir aquela avenida, defintivamente ligada à valorizadíssima Praça da República, a intendência de Belém se cercou de cuidados, na assinatura de um contrato de execução daquela obra, com o tenente da armada Oscar de Melo, no dia 15 de agosto de 1910.

Pelo contrato, o tenente e seus sucessores obtiveram o usufruto de construções e de terrenos da avenida por um prazo de 90 anos.

Em contrapartida, ele assumiram o compromisso de preparar e manter conservada a avenida: com 30 metros de largura, calçadas de 5 metros, e, “refúgios”, espaços de proteção dos pedestres, durante suas travessias, de 2 metros.

Apenas para as negociações de um termo aditivo ao contrato, entre a municipalidade e o tenente, foram reservados mais de 12 meses.

Finalmente, no dia 28 de dezembro de 1911, a 3ª Comissão do Conselho Municipal aprovou um projeto, detalhando os termos do contrato.

Ficou estabelecido que a municipalidade concederia seis mil contos de réis para o financiamento das obras.

Contudo, a liberação desta verba só ocorreria, à medida em que as obras fossem avançando, e, “mediante informação do fiscal do contrato”.

O fiscal seria uma pessoa de confiança de intendente, nomeada por ele para acompanhar as obras.

Ele seria ouvido sobre a eventual necessidade de pedido de garantia das parcelas das verbas que fossem liberadas.

O tenente ficava obrigado a pagar a ele oitocentos mil réis de gratificação, por mês.

Ele só poderia ser dispensado, depois de concluída a avenida, exceto se deixasse de contar com a confiança do intendente, quando, então, seria substituído por outra pessoa.

O projeto aprovado estabelecia, também, regras para a venda de terrenos da rua.

O fiscal deveria ser ouvido, quanto ao preço a ser cobrado.

O ato de assinatura do contrato de venda deveria ser assistido pelo tesoureiro da intendência que, também, assinaria o documento.

E, “imediatamente” recolheria a importância obtida, para amortizar o dinheiro cedido pela municipalidade como financiamento das obras.

As construções de rampa e cais, na doca, também ficavam por conta do tenente.

Por fim, o projeto criava prazos para o início das obras.

Ele teria três meses para “romper toda a avenida”.

E, seis meses para dar início as construções, sob pena de rescisão do contrato, se o descumprisse.

Neste caso, a intendência, “sem estrépido judiciário”, tomaria conta das obras e dos terrenos e prédios desapropriados.

Como era inevitável, criou-se, na população de Belém, grande expectativa em torno da construção da avenida.

E ela surgiu.

A partir dos anos de 1950, ela já era a grande passarela, onde os primeiros engenheiros civis totalmente formados no Pará, demonstravam que tinham aprendido a controlar as dificuldades de construir com  uso do concreto armado.

A técnica com a qual, em países avançados tecnologicamente,seus construtores tinham dado início ao crescimento das cidades em direção ao céu.

Os jovens engenheiros civis formados pela Escola de Engenharia do Pará, fundada em 1931,passaram a usá-la, iniciando o crescimento vertical de Belém.

Só um deles, Judah Levy, construiu, na avenida e na Praça da República,cinco prédios elevados.

Os da Caixa Economica Federal, o do Hotel Grão-Pará, o Piedade, o Renascença e o Palácio do Rádio.

English translation (tradução para o inglês)

When Belém’s “Most Beautiful and Majestic Avenue” Began to Emerge

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

When Avenida Presidente Vargas began to be built, still under the name Travessa dos Mirandas, the painter and historian Theodoro Braga wrote in his 1916 book Guide to the State of Pará that it was destined to become “the most beautiful and majestic urban avenue” in Belém.

Since 1898, in that area, the mayor of Belém, Antônio Lemos, had been carrying out expropriations.

In his 1902 report, he explained that those expropriated properties were “small, old, and ugly.”

“They all stood in glaring contrast to the beauty of Praça da República,” he added.

For this reason, Lemos concluded, there was an “urgent” need for their “removal.”

In fact, the square where the new avenue would end had been greatly beautified.

Partly, this was due to a process of urban appreciation promoted by the city administration itself.

In 1908, Antônio Lemos reserved no fewer than 3,798 plants from the Municipal Nursery for the square.

Meanwhile, only 144 plants were designated that year for Batista Campos Square, and 211 for Bosque Rodrigues Alves.

This was a revealing contrast regarding the importance Lemos assigned to that area of Belém.

Another significant fact was the number of works that the city administration was carrying out in Praça da República that year.

Four flower beds were under construction there, each with a circumference of 2 meters, in which grass and 1,700 shrubs of various species were planted.

There was also an arbor 2 meters high and 36 centimeters wide, supported by eight columns, framed and painted.

And even more:

A rustic staircase 15 meters long and 3.5 meters wide.

A lake 30 meters long and 6 meters wide.

And a bridge over the lake, measuring 6.5 meters in length and 3 meters in width.

But the square had also been beautified through the efforts of the state government, which had built there the exuberant and majestic Teatro da Paz.

The Contribution of Private Initiatives

The square also benefited from private initiatives by businessmen who had grown wealthy through the export of Amazon rubber during the international boom in demand for the product.

They were exporters, merchants, and “aviadores” — merchant-financiers who supplied goods and credit to rubber estate owners and rubber tappers in exchange for future rubber production.

They made up the local economic and political elite.

They had already enhanced other areas of Belém through the abundance of resources at their disposal.

For example, the areas along Nazaré Avenue and São Jerônimo Avenue (now José Malcher Avenue), where they built imposing structures to serve as their residences.

On Nazaré Avenue alone, the following had been built:

Faciola Mansion, designed by the Pará architect and draftsman José de Castro Figueiredo in 1895 and later acquired by the Faciola family.

Lourenço Motta Mansion, built at the beginning of the 20th century for the treasurer of the Municipal Administration Secretariat of Belém.

Barão de Guamá Mansion, built on land originally occupied by a modest residence, later acquired by Francisco Acácio Corrêa, the future baron.

On São Jerônimo Avenue, they built:

Bolonha Mansion, belonging to engineer and businessman Francisco Bolonha, whose construction began in 1904.

Bibi Costa Mansion, another work by Francisco Bolonha, carried out between 1904 and 1906 at the request of Major Carlos Brício da Costa.

Augusto Montenegro Mansion, built in 1903 by the Italian Filinto Santoro as the private residence of the then governor.

The economic power of Pará’s elite also led to the construction, on Independência Avenue (now Magalhães Barata Avenue), likewise in the Nazaré neighborhood, of the Mac Dowell Mansion, known as Solar Mac Dowell, residence of Samuel Wallace Mac Dowell, a military officer, lawyer, and journalist.

And the Pinho Mansion, built in 1897 on Dr. Assis Street, in the Cidade Velha neighborhood, as the residence of Comendador Antônio José de Pinho.

It is therefore no surprise that other private entrepreneurs in Belém built attractive structures to house their businesses in Praça da República, thus contributing to the beautification of the area where Avenida Presidente Vargas was emerging.

Thus, the following establishments appeared around Teatro da Paz:

The Hotel e Café da Paz, with the aristocratic air of a Parisian pastry shop, built for the capitalist José Guilherme Kopke Corrêa Pinto and intended to attract the cream of Belém society.

Maison Française, or the “elegant fashion house of Mme. Bousseau,” referred to by Theodoro Braga in the aforementioned work, catering to women who followed European trends and needed a local place that could provide such services.

Cinema Rio Branco, located between Hotel Café da Paz and Maison Française, according to the excellent research website of UFPA’s School of Architecture, fauufpa.org.

Dermol Pharmacy, founded in 1906 by pharmacist Henrique E. N. Santos, who had graduated from the University of Coimbra.

The High-life Club, which fueled the city’s nightlife.

The Grande Hotel, inaugurated in 1913 and designed for Carlos Teixeira Martins and Antônio Martins, who also owned Cinema Olympia.

The Palace Theatre, inside the Grande Hotel.

Cine Olympia, inaugurated on April 24, 1912, with seats whose cast-iron sides featured ornaments made in Scotland, iron light fixtures imported from France, projectors from Germany, and fans brought from the United States.

In summary, the vast square where the new avenue would end, as Vicente Salles wrote in Music and Time in Grão-Pará,

“was conveniently prepared to become the center of Belém’s artistic and intellectual bohemian life.”

The Construction of the Avenue

To build that avenue, definitively linked to the highly valued Praça da República, the city administration of Belém took great care in signing a contract for the execution of the work with Navy Lieutenant Oscar de Melo on August 15, 1910.

Under the contract, the lieutenant and his successors obtained usufruct rights over buildings and plots along the avenue for a period of 90 years.

In return, they undertook the commitment to prepare and maintain the avenue: with a width of 30 meters, sidewalks 5 meters wide, and “refuges” — pedestrian protection areas during crossings — measuring 2 meters.

More than 12 months were reserved solely for negotiations of an amendment to the contract between the municipality and the lieutenant.

Finally, on December 28, 1911, the 3rd Commission of the Municipal Council approved a project detailing the terms of the contract.

It was established that the municipality would grant six thousand contos de réis to finance the works.

However, the release of these funds would occur only as the works progressed, and “upon the information of the contract inspector.”

The inspector would be a person trusted by the mayor, appointed by him to oversee the works.

He would be consulted regarding the possible need to guarantee the installments of the funds released.

The lieutenant was required to pay him a monthly bonus of eight hundred thousand réis.

He could only be dismissed after the avenue was completed, unless he lost the confidence of the mayor, in which case he would be replaced by someone else.

The approved project also established rules for the sale of plots along the street.

The inspector would have to be consulted regarding the price to be charged.

The signing of the sales contract would be witnessed by the treasurer of the city administration, who would also sign the document.

And he would “immediately” collect the amount obtained in order to amortize the money granted by the municipality to finance the works.

The construction of ramps and a quay at the dock was also the lieutenant’s responsibility.

Finally, the project established deadlines for the beginning of the works.

He would have three months to “open up the entire avenue.”

And six months to begin construction, under penalty of termination of the contract if he failed to comply.

In that case, the city administration, “without judicial commotion,” would take possession of the works and the expropriated lands and buildings.

As was inevitable, great expectations arose among the population of Belém regarding the construction of the avenue.

And it emerged.

From the 1950s onward, it had already become the great showcase where the first civil engineers fully trained in Pará demonstrated that they had learned to overcome the challenges of building with reinforced concrete.

This was the technique with which builders in technologically advanced countries had begun to make cities grow toward the sky.

The young civil engineers trained at the School of Engineering of Pará, founded in 1931, began to use it, initiating the vertical growth of Belém.

One of them alone, Judah Levy, built five tall buildings on the avenue and in Praça da República.

They were the buildings of Caixa Econômica Federal, Hotel Grão-Pará, Piedade, Renascença, and Palácio do Rádio.

(Illustration: Avenida Presidente Vargas, half a century after its emergence)

Tags: começou a surgirDestaquemais bela e majestosa avenidaquando em Belém
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