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Home Cultura

Prisões e mortes dos padres que deixaram para Belém a bela Igreja de Santo Alexandre

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
03/12/2025
in Cultura
Prisões e mortes dos padres que deixaram para Belém a bela Igreja de Santo Alexandre

A Igreja de Santo Alexandre, no conjunto jesuítico

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O convívio das ordens religiosas do Grão-Pará com os colonos portugueses sempre foi difícil — especialmente para os jesuítas.
O motivo: a disputa pelo controle da mão de obra indígena, a maior riqueza do Estado e a única com a qual era possível, na colônia, multiplicar os lucros, tanto na pecuária como na agricultura e, até, nas exportações.

Os jesuítas haviam se instalado no Grão-Pará somente depois que chegaram ao Estado franciscanos, carmelitas e mercedários.
Estas ordens religiosas iriam construir conjuntos arquitetônicos monumentais em Belém, anexados às suas capelas e igrejas, que são ainda hoje frequentadas e admiradas pelos belenenses e por turistas.

Foi nessas construções que essas ordens empregaram a riqueza acumulada com a posse da mão de obra indígena de suas missões.

Os jesuítas foram admitidos no Grão-Pará depois das outras ordens porque era conhecido, na colônia portuguesa, o poder do qual eles desfrutavam na corte portuguesa — e que, com certeza, iriam usar no Grão-Pará quando tivessem de repartir mão de obra indígena nas aldeias, conforme determinavam as leis da colonização portuguesa.

Setenta anos após a chegada dos jesuítas, a paisagem de Belém mostraria que os colonos sempre tiveram razão.

Antes das outras ordens, eles inauguraram, em 1720, o seu suntuoso conjunto arquitetônico, o do Santo Alexandre, porque tinham acumulado mais rapidamente riquezas, com a exploração da mão de obra dos índios.

Ainda hoje, o conjunto arquitetônico jesuítico impressiona qualquer pessoa.

Ele inclui, em primeiro lugar, a igreja — um dos mais importantes templos erguidos pelos padres da Companhia no Brasil —, repleta de valiosas obras de arte em talha. Seus púlpitos são magníficos púlpitos barrocos.

Faz parte do conjunto o antigo Colégio Jesuítico, depois transformado no Palácio do Arcebispo e, hoje, no Museu de Arte Sacra do Pará.

No Colégio Jesuítico foi construída uma capela particular para os religiosos.

Nas salas de aula, passou a funcionar o antigo Seminário Arquidiocesano, cuja entrada ficava na Rua Padre Champagnat, por detrás da Igreja de Santo Alexandre.

Por fim, do outro lado do colégio, foram levantadas as Casas de Hóspedes, na hoje chamada Ladeira da Memória.

Mas, em Belém, os jesuítas ainda iriam construir a Igreja do Rosário dos Homens Brancos.

Infelizmente, os registros desta construção ainda não vieram à tona nos trabalhos dos pesquisadores que se dedicaram a estudar a trajetória dos jesuítas na História do Grão-Pará.

Porém, há uma menção à igreja feita pela fonte mais confiável sobre o passado dos jesuítas na Amazônia: ninguém menos que o superior da ordem no Grão-Pará/Maranhão, padre João Felipe Bettendorff, no seu livro Crônica da missão dos padres da Companhia de Jesus no Estado do Maranhão, escrito entre 1698 e 1699.

Na obra, Bettendorff narra em detalhes a atuação dos missionários na região, descreve aspectos da vida indígena, da colonização portuguesa e das atividades religiosas e culturais da época.

A certa altura, ele menciona um extenso largo existente entre dois edifícios religiosos: de um lado, a Igreja do Carmo; do outro, a Igreja do Rosário dos Homens Brancos.

Até cerca de 15 anos atrás, havia sido preservado um buraco no Largo do Carmo, aparentemente de uma escavação em busca das ruínas da igreja. Através dele, era possível enxergar pedaços de antigas paredes. O local, porém, estava mal protegido e sob ameaça de ser preenchido por entulhos.

Há cinco anos, em um projeto de suposta revitalização da praça, este último vestígio da escavação foi soterrado e apagado, como informa Dulce Rocque, presidente da associação de moradores da Cidade Velha, a CİVViva — Cidade Velha-Cidade Viva.

Os jesuítas ainda dispuseram de recursos para, em Belém, ajudar a melhorar a condição da igreja que estava sendo preparada para, mais tarde, se tornar a Catedral.

Fora de Belém, na cidade de Vigia, os jesuítas construíram aquela que é considerada a segunda grande construção da Companhia na Amazônia, a Igreja Mãe de Deus.

O templo mantém até hoje o status de Igreja Mãe de Vigia e foi recentemente restaurado numa parceria da prefeitura local com o Governo do Pará e a Diocese de Castanhal.

Também em Vigia, a Companhia começou a construção da Igreja do Bom Jesus, às vezes chamada de Capela do Senhor dos Passos. Embora seja conhecida, de fato, como Igreja de Pedra, porque estava sendo erguida com pedras sobrepostas e sem reboco, unidas com argila crua e cal.

A obra ficou inconclusa com a saída forçada dos jesuítas do Grão-Pará.

Com ímpeto típico da ordem, esses religiosos se dedicaram às suas construções, sem temor de enfrentamento com quem tivesse poder no Grão-Pará.
Aos sucessivos bispos do Estado, impediram que vistoriassem suas aldeias, como a corte ordenava. Não queriam que as autoridades reunissem provas daquilo que já era sabido por todos: que eles não acatavam as ordenações papais, as quais, desde 1466, proibiam religiosos do reino português de acumular bens como terras e imóveis sem autorização do rei.

Também não temiam as autoridades civis.

Quando o Ouvidor do Estado impôs a demarcação das terras da ordem na Vila de Mocha, eles simplesmente o excomungaram.

Depois de 1750, continuaram a desafiar outra autoridade do Grão-Pará: o governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado.

Negaram-lhe a mão de obra indígena de que ele necessitava para os trabalhos da comissão de demarcações que comandava — a comissão incumbida de estabelecer os limites das possessões portuguesas na Amazônia, nas delicadas negociações com a Espanha sobre a divisão da América do Sul.

Ocorreu, porém, que Furtado tinha um meio-irmão: ninguém menos que Sebastião José de Carvalho, marquês de Pombal, o mais poderoso ministro de D. José I. Pombal começou a agir, beneficiado pela perda de poder das ordens religiosas no Reino Português.

O pensamento europeu passava por profundas transformações naquele período, com o Iluminismo rejeitando antigas ideias dogmáticas e valorizando a razão, a ciência e o pensamento crítico, em oposição à fé, à tradição e à autoridade religiosa.

Ao longo do tempo, a situação da Companhia de Jesus no Grão-Pará foi se tornando insustentável.

Pombal pediu a Furtado que fizesse um levantamento dos bens e dos negócios da Companhia.

Com o levantamento, veio à tona um impressionante acúmulo de riquezas: latifúndios gigantescos, fazendas de gado, plantações de algodão, tabaco, cacau, arroz, café, cana-de-açúcar; engenhos de açúcar, salinas, olarias, fábricas de pano, etc.

Furtado acrescentou que os índios retirados das aldeias eram tratados nas fazendas como escravos.

Cinco anos mais tarde, outro levantamento mostrou que a Companhia era proprietária, apenas no Estado, de 40 fazendas — duas delas com terras correspondentes a 20 km de largura por 20 km de fundo; possuía 134.475 cabeças de gado e quase 50.000 índios trabalhavam para ela.

Pombal se convenceu de que, para recuperar o controle da economia do Grão-Pará, teria de acabar com o monopólio da mão de obra indígena mantido pelos jesuítas e retirar deles o canal que dava vazão a seus produtos: a exportação.

O ministro convenceu o rei D. José I a proclamar a libertação dos índios e a criar a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará para assumir as exportações e a importação de escravos negros.

Feitos esses ajustes na economia, Pombal se dedicou à aniquilação política dos jesuítas. Implantou um verdadeiro programa de destruição.

Com a cumplicidade do cardeal Saldanha, conseguiu que o papa Clemente XIII declarasse os jesuítas do Grão-Pará “réus de negociações”.
Depois dessa condenação, o patriarca de Lisboa e os bispos de Portugal proibiram os religiosos de pregarem em suas dioceses.

Pombal passou, então, a expulsar, exilar e prender os jesuítas do Grão-Pará.

No dia 16 de junho de 1760, todos os 120 religiosos da Companhia que ainda estavam no Estado foram forçados por tropas portuguesas a embarcar na nau Nossa Senhora de Arriba.

Chegaram a Lisboa cinco meses e meio depois, em 3 de dezembro.

Com quatro jesuítas a menos: idosos, haviam morrido durante a longa viagem.

Em Portugal, 116 religiosos portugueses foram trancados numa prisão criada para eles dentro da casa do Duque de Aveiro.

Os nascidos em outros países foram levados às prisões de São Julião da Barra.

No ano seguinte, a ordem foi expulsa igualmente da França.

E, em 1763, o papa Pio VII a extinguiu.

Dois anos antes, o padre Gabriel Malagrida — fundador do seminário de Belém — havia sido morto pelo Tribunal da Santa Inquisição, por pressão de Pombal.

Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista.

English into translation (tradução para o inglês)

Arrests and Deaths of the Priests Who Left Belém the Beautiful Church of Santo Alexandre

Relations between the religious orders of the Grão-Pará and the Portuguese settlers were always difficult—especially for the Jesuits.

The reason was the dispute over control of Indigenous labor, the greatest wealth of the State and the only resource capable, in the colony, of multiplying profits in cattle raising, agriculture, and even exports.

The Jesuits settled in the Grão-Pará only after the Franciscans, Carmelites, and Mercedarians had arrived.

These religious orders would build monumental architectural complexes in Belém, annexed to their chapels and churches, which are still visited and admired today by the people of Belém and by tourists.

It was in these constructions that the orders invested the wealth accumulated through the control of Indigenous labor in their missions.

The Jesuits were admitted to the Grão-Pará after the other orders because, throughout the Portuguese colony, the power they enjoyed at the royal court was well known – and would certainly be used in the Grão-Pará when it came time to divide Indigenous labor among the villages, as mandated by the laws of Portuguese colonization.

Seventy years after the Jesuits’ arrival, the landscape of Belém would show that the settlers had always been right.

Before the other orders, in 1720, they inaugurated their sumptuous architectural complex, that of Santo Alexandre, because they had accumulated riches more quickly through the exploitation of Indigenous labor.

Even today, the Jesuit architectural complex impresses anyone.

It includes, first and foremost, the church—one of the most important temples erected by the priests of the Society of Jesus in Brazil—rich in valuable carved works. Its pulpits are magnificent Baroque pulpits.

The complex also includes the former Jesuit College, later transformed into the Archbishop’s Palace and now housing the Museum of Sacred Art of Pará.

A private chapel for the religious was built inside the college.

The old Archdiocesan Seminary later operated in its classrooms, with its entrance on Padre Champagnat Street, behind the Church of Santo Alexandre.

Finally, on the opposite side of the college, the Guest Houses were built on what is now called Ladeira da Memória.

The Jesuits would also build in Belém the Church of Our Lady of the Rosary of the White Men.

Unfortunately, records of this construction have not yet surfaced in the work of researchers dedicated to studying the history of the Jesuits in the Grão-Pará.

However, there is a mention of the church by the most reliable source on the Jesuits’ past in the Amazon: Father João Felipe Bettendorff, superior of the order in the Grão-Pará/Maranhão.

In his book *Chronicle of the Mission of the Fathers of the Society of Jesus in the State of Maranhão*, written between 1698 and 1699, Bettendorff narrates in detail the work of the missionaries in the Maranhão–Grão-Pará region, describing aspects of Indigenous life, Portuguese colonization, and the religious and cultural life of the time.

At a certain point, he mentions an extensive square located between two religious buildings, stating that on one side stood the Church of Carmo and, on the other, the Church of the Rosary of the White Men.

Until about 15 years ago, a pit had been preserved in Largo do Carmo, apparently part of an excavation searching for the ruins of the church. Through it, it was possible to see fragments of old walls.

The site, however, was poorly protected and thus threatened with being filled in with debris.

Five years ago, in a supposed revitalization project for the square, this last vestige of the excavation was buried and erased, according to Dulce Rocque, president of the residents’ association of Cidade Velha, CiVViva.

The Jesuits also contributed resources in Belém to improve the church that was being prepared to later become the Cathedral.

Outside Belém, in the town of Vigia, they built what is considered the second major Jesuit construction in the Amazon: the Mother of God Church, which still holds the status of Mother Church of Vigia and was recently restored through a partnership between the local government, the Government of Pará, and the Diocese of Castanhal.

Also in Vigia, the Society of Jesus began the construction of the Church of the Good Jesus, sometimes referred to as the Chapel of the Lord of the Steps, though truly known as the Stone Church, because it was being erected with stacked stones without plaster, bound only with raw clay and lime.

This construction remained unfinished due to the forced expulsion of the Jesuits from the Grão-Pará.

With the characteristic determination of their order, these religious men dedicated themselves to their constructions without fearing confrontation with those in power in the Grão-Pará.

They prevented successive bishops from inspecting their villages, as ordered by the court, not wanting authorities to gather proof of what everyone already knew: that they did not comply with papal ordinances, which since 1466 forbade religious orders in the Portuguese kingdom from accumulating property – land or buildings – without authorization from the king.

Nor did the Jesuits fear civil authorities.

When the State’s magistrate imposed the demarcation of the order’s lands in the village of Mocha, they simply excommunicated him.

After 1750, they continued to challenge yet another authority of the Grão-Pará: Governor Francisco Xavier de Mendonça Furtado.

They denied him the Indigenous labor he needed to carry out the work of the boundary-demarcation commission he headed, responsible for drawing the limits of Portuguese possessions in the Amazon amid delicate negotiations with Spain over the division of South America.

However, Furtado had a half‑brother – none other than Sebastião José de Carvalho, Marquis of Pombal, the most powerful minister of King José I of Portugal.

Pombal began to act, benefiting from the growing decline of religious orders within the Portuguese kingdom.

European thought was undergoing profound transformations at the time, with the Enlightenment rejecting dogmatic ideas and valuing reason, science, and critical thought as the primary means of understanding the world, in opposition to faith, tradition, and divine revelation.

Over time, the situation of the Society of Jesus in the Grão-Pará became unsustainable.

Pombal asked Furtado to prepare a survey of the order’s assets and business activities in the Grão-Pará.

The survey revealed an impressive accumulation of wealth.

The priests owned enormous estates, cattle ranches, and plantations producing goods for export and local trade – cotton, tobacco, cocoa, rice, coffee, and sugarcane.

They also operated sugar mills, salt pans, brickworks, cloth factories, and more.

To amplify the impact of the survey, Furtado added that Indigenous people taken from the villages were being treated as slaves on the estates.

Five years later, another survey showed that the Society of Jesus owned 40 estates in the State – two of them covering territories 20 kilometers wide and 20 kilometers deep.

The order owned 134,475 head of cattle, and nearly 50,000 Indigenous people worked for them.

Pombal became convinced that, to regain control of the Grão-Pará’s economy, he needed to end the Jesuits’ monopoly on Indigenous labor and cut off their main outlet for their products: exportation.

He persuaded King José I to proclaim the liberation of Indigenous people and create the General Trading Company of the Grão-Pará to handle the State’s exports and the importation of enslaved Africans in place of Indigenous workers.

With these economic reforms in place, Pombal dedicated himself to the political annihilation of the Jesuits.

He implemented a true program of destruction.

With the complicity of Cardinal Saldanha, he secured from Pope Clement XIII a decree declaring the Jesuits of the Grão-Pará “guilty of illicit negotiations.”

After the papal condemnation, the Patriarch of Lisbon and other Portuguese bishops forbade the order from preaching in their dioceses.

Pombal then began to expel, exile, and imprison the Jesuits of the Grão-Pará.

On June 16, 1760, all 120 Jesuits still present in the State were forced by Portuguese troops to board the ship *Nossa Senhora de Arriba*.

They arrived in Lisbon five and a half months later, on December 3, with four fewer Jesuits – elderly men who died during the long voyage.

In Portugal, the 116 Jesuits who were Portuguese citizens were locked in a prison created specifically for them inside the residence of the Duke of Aveiro.

Those born in other countries were taken to the prisons of São Julião da Barra.

The following year, the order was likewise expelled from France.

In 1763, Pope Clement XIV extinguished the order entirely.

Two years earlier, Father Gabriel Malagrida, founder of the seminary of Belém, had been executed by the Tribunal of the Inquisition under pressure from Pombal.

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

(Illustration: the Church of Santo Alexandre, in the Jesuit complex)

Tags: bela Igreja de Santo AlexandreDestaquepadres que deixarampara BelémPrisões e mortes
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