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Home Cultura

Por que o valor de Landi é reconhecido até no Exterior, mas muitos paraenses o desconhecem?

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
09/11/2025
in Cultura
Por que o valor de Landi é reconhecido até no Exterior, mas muitos paraenses o desconhecem?

Obra na qual Leandro Tocantins divulgou informações sobre Landi

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Há, claro, várias formas de se avaliar o valor do acervo arquitetônico de uma cidade.

Mas, não há dúvida de que pode se tornar num bom indício deste valor o interesse maior ou menor despertado por tal acervo em estudiosos eruditos, especializados no campo da Arquitetura.

Deste ponto de vista, Belém é privilegiada, pois, as obras do arquiteto italiano Antônio Giuseppe Landi, realizadas em nossa capital, merecem, desde os anos de 1950, a atenção de grandes estudiosos, vistos internacionalmente como autoridades na área da Arquitetura.

No ano de 1951, por exemplo, o professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, Robert Smidt, publicou em Buenos Aires, um ensaio sobre o arquiteto italiano.

Em 1958, o curador do Museu de Louvre, Germain Bazin, abordou a produção arquitetônica de Landi em Belém, num texto denso e rico, intitulado “L´Architecture Religieuse Baroque au Brésil”, publicado pela Libraire Plon, de Paris.

Em 1960, o mesmo pesquisador da universidade norte-americana apresentou outro ensaio sobre Landi, num colóquio internacional de estudo luso-brasileiro, realizado em Lisboa.

Seu título: “Antônio José Landi, arquiteto italiano do século XVIII no Brasil”.

Este interesse por Landi que emergiu dos estudos de Bazin e Smidt serviu de intenso estímulo para outros autores e pesquisadores, nos anos de 1960, e, na década seguinte.

Por exemplo, para Leandro Tocantins.

Adido cultural da Embaixada do Brasil, em Portugal, Tocantins viajou para a Itália, a fim de se dedicar, em Bolonha, a cidade onde Landi nasceu, a uma pesquisa sobre o arquiteto.

Ele queria encontrar a data exata do nascimento dele.

E encontrou-a.

Nos livros do século XVIII, da igreja de São Pedro.

Trinta de outubro de 1713.

Depois, em outro documento antigo, Tocantins achou o mês preciso da morte de Landi: julho de 1791.

Estava registrada no capítulo 132 dos Verbais da Academia Clementina, da qual Landi foi membro.

Em 1963, Tocantins apresentou estes dados e outros sobre Landi, no seu livro “Santa Maria de Belém do Grão Pará”, publicado em Belo Horizonte, pela Editora Itatiaia.

Através desta obra, Tocantins fez chegar a um extenso público todas as informações que havia reunido sobre Landi, numa linguagem clara e atraente.

Com os levantamentos e a circulação de informações sobre Landi outro erudito terminou atraído para aquele campo de estudos.

Em 1966, o professor da cadeira de Arquitetura no Brasil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Donato Mello Júnior foi convidado a ministrar um curso de seis meses em Belém, na Universidade Federal do Pará.

E ele se encantou com os prédios construídos por Landi.

Donato passou a empregar todo o seu tempo livre em Belém numa pesquisa sobre o arquiteto na biblioteca da própria UFPA, no Instituto Histórico e Geográfico do Pará, e, no Arquivo Público do Pará.

Em 1967, com este material, Donato inicialmente, publicou um artigo para a Revista de Arquitetura, do Rio de Janeiro, sob o título “Antônio José Landi – Arquiteto do Brasil”.

No ano de 1969, Donato foi premiado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, por sua pesquisa sobre Landi.

E, em 1972, ele recebeu outro prêmio do mesmo instituto pelo conjunto de três ensaios sobre Landi:

1) “Landi, num desenho original inédito do Palácio do Governo”;

2) “Landi gravador”;

3) Landi e a capela do Murutucu”.  

Em 1973, Donato publicou estes ensaios no livro “Antônio José Landi, arquiteto de Belém”, pela Editora Grafisa, de Belém.

Neste livro, apresentou ainda um levantamento com 220 itens sobre Landi recolhidos por ele em verbetes, crônicas, relatórios, desenhos, notícias, correspondências, e, documentários.

Àquela altura, o pesquisador reconheceu, no livro:

“Ainda falta muito para o conhecimento da sua vida e da sua obra de arquiteto e naturalista, quer na fase europeia, quer na época americana”.

Adiante, ele escreveu ainda:

“No momento, importante para nós, Landi, na Itália, ainda é desconhecido”.

No entanto, isto não o impediu de alimentar esperanças:

“Mas pelo que se conseguiu nesta última vintena é de se prever um levantamento mais completo para muito breve.

Há, cremos, uma série de dados ainda a serem desempoeirados nos arquivos paraenses, portugueses, e mesmo em Bolonha, no Rio de Janeiro e até na França.

O levantamento de suas obras, a pesquisa sistemática e os acasos da pesquisa trarão à luz as verdades que a História procura”.

Donato previu:

“Este monumento devido a Landi pelo Pará, mesmo pelo Brasil, será levantado por algum historiador.

E nos daremos por satisfeito se tivermos ajudado com algumas pedras”.

Na verdade, o levantamento de fontes primárias e de desenhos originais já estava sendo realizado.

Curiosamente, por um engenheiro civil, formado na Escola de Engenharia do Pará: Augusto Meira Filho.

O engenheiro era um pesquisador da História das Construções de Belém.

Em 1970, portanto, três anos antes da publicação do livro de Donato, ele tinha se dedicado ao estudo da documentação existente sobre Landi, nas cidades de Lisboa e do Porto.

Na Biblioteca Nacional de Lisboa, por exemplo, ele encontrou, no códice 740, da Coleção Pombalina, um álbum com debuxos de Landi para o Palácio dos Governadores, de Belém, e, o desenho dos “Quartéis dos soldados”, construído nas proximidades do palácio.

Meira Filho foi o primeiro estudioso de Landi a microfilmar em Portugal os manuscritos do arquiteto sobre plantas e animais da Amazônia, assim como os desenhos que os acompanhavam.

Com os resultados destas pesquisas o engenheiro publicou três livros.

Em 1972, “O bi-secular palácio de Landi”, pela Grafisa, de Belém.

Em 1976, “Landi, esse desconhecido (o naturalista)”, pelo Conselho Federal de Cultura e pelo Departamento de Assuntos Culturais.

E, em 1976, “Evolução histórica de Belém do Grão-Pará”, pela Grafisa, de Belém, no qual inseriu reproduções dos trabalhos originais de Landi, descobertos por ele em Portugal.

Estes estudos do período situado entre os anos de 1950 e 1970 encerraram uma longa fase na qual Landi foi ignorado, entre outras razões, porque suas obras estiveram associadas ao período colonial da História do Pará, no qual o Estado esteve subordinado ao império português.

A rejeição a ele proveio, de início, dos paraenses envolvidos na luta pela Independência do Brasil, e, depois, dos defensores da Proclamação da República.

Mas, depois dos anos de 1970, houve uma explosão na busca de conhecimento sobre Landi que culminou com dois eventos.

A criação do “Fórum Landi”, e, a organização, em 2003,do “Seminário Internacional Landi e o Século XVIII na Amazônia”, numa parceria da Universidade Federal do Pará, com o Museu Paraense Emílio Goeldi e a Universidade da Amazônia.

Estes eventos trouxeram para os estudos de Landi, ilustres pesquisadores de universidades italianas, portuguesas e brasileiras.

Houve, pode-se dizer, uma verdadeira universalização dos conhecimentos sobre este grande construtor de Belém.

Nem isto, porém, evitou que, ainda hoje, muitos paraenses permaneçam sem sequer fazer ideia do que Landi foi e do significado do patrimônio arquitetônico ele que nos deixou.

Por quê?

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

English into translation (tradução para o inglês)

Why Is Landi’s Importance Recognized Even Abroad, While Many People in Pará Do Not Know Him?

There are, of course, various ways to evaluate the value of a city’s architectural heritage.

But there is no doubt that the greater or lesser interest this heritage arouses in erudite scholars, specialized in the field of Architecture, can serve as a good indication of its value.

From this point of view, Belém is privileged, since the works of the Italian architect Antonio Giuseppe Landi, carried out in our capital, have garnered, since the 1950s, the attention of major scholars internationally regarded as authorities in the field of Architecture.

In 1951, for example, professor Robert Smidt, of the University of Pennsylvania, in the United States, published an essay on the Italian architect in Buenos Aires.

In 1958, the curator of the Louvre Museum, Germain Bazin, addressed Landi’s architectural production in Belém in a dense and rich text entitled L’Architecture Religieuse Baroque au Brésil, published by Libraire Plon, in Paris.

In 1960, the same American university researcher presented another essay on Landi at an international Luso-Brazilian colloquium held in Lisbon. Its title: “Antônio José Landi, Italian Architect of the 18th Century in Brazil.”

This interest in Landi, which emerged from the studies of Bazin and Smidt, served as intense stimulus for other authors and researchers throughout the 1960s and the following decade.

One example is Leandro Tocantins.

A cultural attaché of the Brazilian Embassy in Portugal, Tocantins traveled to Italy to dedicate himself, in Bologna—the city where Landi was born—to research on the architect.

He wanted to find his exact birthdate.

And he did.

In the 18th-century records of the Church of Saint Peter.

October 30, 1713.

Then, in another old document, Tocantins found the precise month of Landi’s death: July of 1791.

This was recorded in chapter 132 of the Minutes of the Clementine Academy, of which Landi was a member.

In 1963, Tocantins presented these and other data on Landi in his book Santa Maria de Belém do Grão Pará, published in Belo Horizonte by Editora Itatiaia.

Through this work, Tocantins brought to a wide audience all the information he had gathered on Landi, in clear and appealing language.

With the surveys and circulation of information on Landi, another erudite figure was eventually drawn into that field of study.

In 1966, professor Donato Mello Júnior, holder of the chair of Architecture in Brazil at the Federal University of Rio de Janeiro, was invited to teach a six-month course in Belém, at the Federal University of Pará.

And he became enchanted with the buildings constructed by Landi.

Donato began to devote all his free time in Belém to research on the architect at the UFPA library, the Historical and Geographical Institute of Pará, and the Public Archives of Pará.

In 1967, with this material, Donato initially published an article for the Revista de Arquitetura, in Rio de Janeiro, entitled “Antônio José Landi – Arquiteto do Brasil.”

In 1969, Donato was awarded a prize by the Institute of Architects of Brazil for his research on Landi.

And in 1972, he received another prize from the same institution for three essays on Landi:

  1. “Landi, in an original unpublished drawing of the Government Palace”;
  • “Landi the engraver”;
  • “Landi and the chapel of Murutucu.”

In 1973, Donato published these essays in the book Antônio José Landi, arquiteto de Belém, by Editora Grafisa, in Belém.

In that book, he also presented a survey with 220 items about Landi, collected in entries, chronicles, reports, drawings, news pieces, correspondence, and documentary sources.

At that point, the researcher acknowledged in the book:

“Much remains to be discovered about his life and his work as architect and naturalist, both in the European phase and in the American period.”

Later, he wrote:

“At the moment, and importantly for us, Landi is still unknown in Italy.”

This, however, did not keep him from nurturing hope:

“But considering what has been accomplished in these past twenty years, a more complete survey is likely very soon.

We believe there is a series of data yet to be dusted off in archives in Pará, Portugal, Bologna, Rio de Janeiro, and even France.

The survey of his works, systematic research, and the contingencies of inquiry will bring to light the truths that History seeks.”

Donato predicted:

“This monument owed to Landi by Pará, and even by Brazil, will be raised by some historian.

And we will be satisfied if we have contributed a few stones.”

In fact, the survey of primary sources and original drawings was already underway.

Curiously, by a civil engineer trained at the School of Engineering of Pará: Augusto Meira Filho.

The engineer was a researcher of the History of Construction in Belém.

In 1970, therefore three years before Donato’s book was published, he had undertaken a study of the documentation on Landi in the cities of Lisbon and Porto.

At the National Library of Lisbon, for example, he found, in codex 740 of the Pombaline Collection, an album containing Landi’s sketches for the Governors’ Palace in Belém, and the drawing of the “Soldiers’ Barracks,” built near the palace.

Meira Filho was the first scholar of Landi to microfilm in Portugal the architect’s manuscripts on Amazonian plants and animals, as well as the drawings accompanying them.

With the results of these investigations, the engineer published three books.

In 1972, O bi-secular palácio de Landi, by Grafisa, in Belém.

In 1976, Landi, esse desconhecido (o naturalista), by the Federal Council of Culture and the Department of Cultural Affairs.

And in 1976, Evolução histórica de Belém do Grão-Pará, by Grafisa, in Belém, in which he included reproductions of Landi’s original works discovered by him in Portugal.

These studies, produced between the 1950s and 1970s, concluded a long phase during which Landi was ignored, among other reasons, because his works were associated with the colonial period in Pará’s history, when the state was subordinated to the Portuguese Empire.

Rejection of him arose, initially, from Pará residents involved in Brazil’s struggle for independence, and later from supporters of the proclamation of the Republic.

But after the 1970s, there was an explosion in the pursuit of knowledge about Landi that culminated in two events:

The creation of the “Landi Forum,” and the organization, in 2003, of the “International Seminar Landi and the 18th Century in the Amazon,” in a partnership between the Federal University of Pará, the Emílio Goeldi Museum of Pará, and the University of the Amazon.

These events brought to the study of Landi distinguished researchers from Italian, Portuguese, and Brazilian universities.

One might say there was a true universalization of knowledge about this great builder of Belém.

Not even this, however, has prevented many people from Pará, even today, from having no idea of what Landi was, nor of the significance of the architectural heritage he left us.

Why?

  • Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

(Illustration :Work in which Leandro Tocantins disseminated information about Landi.)

Tags: Destaquemas muitos paraenses o desconhecem?Por que o valor de Landireconhecido até no Exterior
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