O cabo Madson Campos, assassiando com muitos tiros na porta de casa, no bairro do Guamá durante a noite deste sábado, 29, era lotado no quartel da Polícia Militar de Barcarena e, segundo um áudio divulgado ans redes sociais, já estava “marcado para morrer” desde novembro passado.
Ele estava sentado em frente à residência, na Rua Augusto Corrêa, no bairro do Guamá, quando apareceram os matadores e descarregaram suas armas sobre ele, não dando ao militar qualquer chance de defesa. Eles fugiram em seguida em um véiculo, abandonando-o em uma rua do bairro.
Madson ainda foi socorrido e levado em uma viatura policial até o Hospital Porto Dias, mas não pôde ser feito paar salvar a vida dele. Ainda não estão claros os motivos que levaram à execução do militar e surgem especulações de toda ordem que necessitam de uma investigação acurada para passar tudo em pratos limpos.
Segundo um áudio divulgado em grupos de criminosos, o Comando Vermelho estaria negando qualquer participação na morte do cabo Madson, afirmando que ele teria sido assassinado por milicianos. A versão precisa ser confirmada ou desmentida. Enquanto isso, policiais militares não acreditam nas alegações do CV e estariam querendo vingar a morte do colega de farda.
Um homem teria sido morto, também no Guamá, em um local conhecido por Abrigo. A foto dele foi divulgada em grupos nas redes sociais.
Em contato com o Ver-o-Fato, agora a pouco, o promotor militar Armando Brasil foi enfático: “Se houver indícios mínimos de participação de militares no crime a promotoria militar entrará no caso”.
Vídeo do momento em que o Pm Madson Campos era levado ao hospital:















