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Home Brasil

Pará e Amazonas: recorde de apreensão de drogas em 2025, mas facções crescem

Val-André Mutran por Val-André Mutran
01/12/2025
in Brasil
Pará e Amazonas: recorde de apreensão de drogas em 2025, mas facções crescem

As Forças de Segurança do Amazonas apreenderam durante o primeiro trimestre deste ano, mais de 11 toneladas de drogas. Foto: © Divulgação/SSP-AM e Erlon Rodrigues/PC-AM

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Estudo sobre crime organizado revela que Comando Vermelho controla garimpos em reservas indígenas na Região Norte e em áreas sob responsabilidade do Governo Federal

Brasília – Apresentado durante a COP30, em Belém, o estudo “Cartografias da Violência na Amazônia 2025”, revelou que o governo federal perde, a cada hora que passa, o controle da infiltração de facções criminosas nas grandes cidades da Região Norte do país, e também nos rincões sob sua jurisdição constitucional: reservas indígenas e terras públicas.

Os sintomas da incompetência do governo federal são explícitos: Pará e Amazonas já bateram recordes de apreensão de cocaína e skank em 2025, e o contrabando de ouro está sem controle.

O estudo alarmante divulgado durante a Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP30), em Belém, revela que 17 facções criminosas, incluindo o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), operam ativamente na Amazônia Legal, dominando mais de um terço dos seus 772 municípios.

A 4ª edição do “Cartografias da Violência na Amazônia” aponta para uma expansão sem precedentes do crime organizado, transformando a região em um hub estratégico para o tráfico internacional de drogas e fomentando atividades ilegais como o “narcogarimpo”, com sérias implicações para a segurança pública, a soberania nacional e as comunidades tradicionais, inclusive indígenas.

O levantamento, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com entidades como os institutos Mãe Crioula e Clima e Sociedade, é considerado um dos mais robustos sobre o avanço dessas organizações na floresta.

A pesquisa foi realizada de novembro de 2024 a setembro de 2025 e sua metodologia incluiu análise de documentos, entrevistas com agentes de segurança pública, líderes de comunidades tradicionais, moradores de municípios de interesse, informações jornalísticas, divulgações de operações policiais e pesquisas de campo in loco.

O Comando Vermelho, facção fundada no Rio de Janeiro há mais de quatro décadas, consolidou sua hegemonia, estendendo seu domínio por 202 cidades da Amazônia Legal.

Em 286 municípios da região, a facção carioca possui presença, e em 84 dessas localidades, como em Santana, no Amapá, há disputas territoriais com outros grupos. O estudo aponta que o CV mantém forte atuação nas rotas fluviais, especialmente no eixo do Rio Solimões, em articulação com a produção peruana e cartéis colombianos, escoando drogas para centros portuários estratégicos como Manaus, Santarém, Barcarena, Belém e Macapá.

A facção também atua como “síndico do garimpo” em algumas regiões, cobrando taxas pela exploração, como na terra indígena Sararé, em Mato Grosso, onde dominou a maior parte da atividade ilegal.

Em contraste, o Primeiro Comando da Capital (PCC), hegemônico em São Paulo, está presente em 90 cidades da Amazônia Legal. Pesquisadores interpretam que, após dominar a “rota caipira” (que liga a fronteira da Bolívia a Estados do Sudeste), a facção busca estabilização na Amazônia, apesar da presença massiva do CV.

O PCC intensificou o uso de rotas aéreas clandestinas, aproveitando pistas de pouso em garimpos ilegais e unidades de conservação. Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, destaca que a região se tornou “estratégica não apenas para o tráfico na Amazônia, mas para o tráfico internacional de drogas”, com estimativas de produção de uma tonelada de pasta base de cocaína por dia no Peru, adquirida por cerca de US$ 1 mil e revendida na Europa por até US$ 50 mil.

A lista completa das 17 facções ativas na Amazônia Legal, conforme o estudo, inclui:

  1. Comando Vermelho (CV)
  2. Primeiro Comando da Capital (PCC)
  3. Amigos do Estado (ADE)
  4. Bonde dos 40 (B40)
  5. Primeiro Comando do Maranhão (PCM)
  6. Família Terror do Amapá (FTA)
  7. União Criminosa do Amapá (UCA)
  8. Comando Classe A (CCA)
  9. Bonde dos 13 (B13)
  10. Bonde dos 777 (dissidência do CV)
  11. Tropa do Castelar
  12. Piratas do Solimões
  13. Bonde do Maluco (BDM)
  14. Guardiões do Estado (GDE)
  15. Trem de Aragua (Venezuela)
  16. Estado Maior Central (EMC) (Colômbia)
  17. Ex-Farc Acácio Medina (Colômbia)


Esse poderio das facções confirma outro relatório que atesta a perda de poder dos grandes cartéis de drogas nos países produtores: Colômbia, Peru e Bolívia.

O estudo também notou a atuação associada da facção carioca Amigos dos Amigos (ADA) com o Bonde dos 40 em municípios maranhenses. Embora não contabilizados como facção autônoma, sua presença é vista com atenção por indicar um possível aumento de atuação futura. A pesquisa constatou ainda que, em três anos de mapeamento, o Comando Vermelho está em consolidação, enquanto o PCC busca estabilizar sua influência, com atuação mais localizada em Coari (AM) e Estados como Roraima. Outras facções, como o Bonde dos 40, operam no Maranhão e Mato Grosso (26 municípios), a Família Terror do Amapá no Amapá e Pará (8 municípios), e o Comando Classe A em 4 municípios.

O estudo aponta que 344 dos 772 municípios amazônicos (44,6%) apresentam alguma evidência de presença de facções, demonstrando um processo de capilarização que ultrapassa os grandes centros urbanos. Desse total, 258 municípios (33,4%) registram a atuação de apenas uma facção, enquanto 86 (11,1%) veem disputas entre duas ou mais organizações criminosas. Este cenário representa quase o dobro do número de municípios com facções mapeadas na 2ª edição do estudo, em 2023, que registrava 178 municípios, evidenciando uma rápida expansão territorial.

As consequências dessa expansão são severas. A Amazônia Legal registrou 8.047 mortes violentas intencionais em 2024, uma taxa de 27,3 assassinatos por 100 mil habitantes, 31% superior à média nacional. O Amapá se destacou como o Estado mais violento da região e do País, com taxa de 45,1 por 100 mil habitantes. Estados como Acre (com facções em todos os seus 22 municípios), Mato Grosso (92 municípios, 65,24%) e Pará (91 municípios, 63,19%) são os mais afetados.

A atuação de facções afeta diretamente comunidades indígenas, que são utilizadas como pontos de passagem e estrutura logística para o transporte de drogas e outras atividades ilícitas. A terra indígena Sararé, em Mato Grosso, e a Terra Indígena Yanomami, em Roraima, registraram desmatamentos significativos em 2024, evidenciando a pressão crescente sobre essas áreas. Ilona Szabó, presidente do Instituto Igarapé, defende que o combate às facções deve incluir alternativas econômicas para a população local, buscando transformar “ecossistemas de economias ilícitas em ecossistemas de empreendimentos verdes” para manter a floresta viva e evitar a cooptação de moradores.

Este cenário de disputa na rota amazônica se intensificou após 2016, com a morte do narcotraficante Jorge Rafaat, o “Rei da Fronteira”, no Paraguai, o que teria fortalecido o PCC. Pesquisadores avaliam que o atual momento do narcotráfico na Amazônia indica uma transição da consolidação de rotas para um maior controle territorial, característica do Comando Vermelho, que busca a ampliação de serviços nessas cidades. O PCC, por sua vez, focado no “atacado” e no tráfico internacional, concentra-se em cidades estratégicas para a exportação de drogas. A pesquisa sublinha que a expansão das facções constitui um dos principais desafios à segurança pública, à governança territorial e à soberania nacional na Amazônia.

Exército Brasileiro intensifica o combate ao crime nas fronteiras com embarcações blindadas, mas rede de fiscalização é porosa, insuficiente e captura apenas uma fração do que circula na região sob controle das facções por terra, ar e água. Foto: © Divulgação

Ofensiva das facções no Pará

No Pará, a ofensiva das facções criminosas é estarrecedora. Segundo o estudo adverte:
☞ 91 dos municípios paraenses têm presença de facções (aprox. 63% do estado).
☞ O estado está entre os três mais afetados proporcionalmente (junto com Mato Grosso e Acre).
☞ A presença de facções está fortemente associada a áreas de fronteira florestal, garimpo ilegal, extração de madeira, rotas fluviais e polos urbanos estratégicos.

Ainda segundo o estudo, as áreas de maior risco no estado são compostas por três grandes eixos críticos:

a) Eixo Tapajós – BR-163 – garimpo e madeira

  • Municípios como Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso aparecem como áreas de forte infiltração criminosa.
  • O crime organizado opera:
    • controle de portos clandestinos,
    • proteção armada para garimpos ilegais,
    • rotas de fuga e lavagem de ouro.

b) Calha Norte

  • Região de difícil presença estatal (Oriximiná, Almeirim, Monte Alegre).
  • Facções se beneficiam do isolamento geográfico e do fluxo transfronteiriço de mercadorias ilícitas.

c) Região Metropolitana de Belém

  • Belém, Ananindeua e Marituba mantêm altos índices de violência letal.
  • Disputa por pontos de tráfico e controle de bairros periféricos permanece intensa.

☛ Altamira
Um dos municípios interiores com forte domínio de facções. O relatório menciona que facções regionalizadas, como a Comando Classe A (CCA), têm se expandido em Altamira. Há associação com rotas logísticas, extração ilegal e disputas territoriais.

☛ Itaituba
Aparece no relatório como município-eixo do garimpo e madeira ilegal no eixo Tapajós/BR-163, afetado pela presença de organizações criminosas que exploram essas rotas.

☛ Novo Progresso
Outro município que é citado em conexão com avanço da presença de facções em áreas de fronteira florestal, extração e rotas de ilicitude.

☛ Belém (capital e região metropolitana)
A região metropolitana da capital aparece com alta incidência de violência letal em bairros periféricos, além de disputa por controle territorial, tráfico e presença de facções na periferia.

☛ Marabá
Município destacado por sua localização estratégica e influência de facções, com implicações para carregamento de madeira, minério e rotas interiores.

Com o avanço das facções mais organizadas, as forças de segurança do Estado, debalde o que é propagandeado nos meios de massa de comunicação, não retrata a situação de calamidade da segurança pública. As conexões entre crime organizado e crimes ambientais estão se consolidando como tática de atuação do Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), que disputam entre si o controle das rotas de transporte de drogas, armas e ouro.

O Pará aparece como um dos estados onde mais se sobrepõem facções e crimes ambientais, conforme o relatório:

  • Garimpo ilegal (ouro)
  • Extração irregular de madeira
  • Grilagem e avanço sobre unidades de conservação
  • Lavagem de dinheiro com o contrabando de madeira e do ouro através de empresas de fachada
  • Cobrança de taxas (“pedágio”) por rotas fluviais.

As facções atuam como garantidoras armadas do funcionamento dessas atividades e também usam a logística dos ilícitos ambientais para transportar armas e drogas.

Violência letal

O Pará registra altos níveis de homicídios em municípios com forte presença de facções. O relatório identifica correlação entre: aumento da disputa territorial, avanço de economias ilegais e o crescimento da violência contra lideranças ambientais e comunitárias. Regiões de floresta em conflito territorial apresentam risco elevado para indígenas, quilombolas, ribeirinhos e agricultores.

Infraestrutura criminosa

O relatório descreve que no Pará há portos clandestinos ao longo de rios extensos — Tapajós, Xingu, Tocantins. Rotas fluviais como principal meio de transporte de drogas e ouro ilegal. Acesso facilitado a armamentos, inclusive transfronteiriços e pontos de corrupção institucional, sobretudo em áreas de fiscalização ambiental e fundiária.

Marinha brasileira utiliza novas embarcações no combate ao crime nas fronteiras. Foto: © Divulgação

Por que o Pará é estratégico para o crime organizado

Três fatores principais foram identificados como essenciais para o crescimento da presença do crime organizado na Amazônia:

  1. Geografia logística – rede hidrográfica massiva, acesso ao Atlântico, BR-163.
  2. Economias ilegais lucrativas – ouro, madeira, terras, tráfico.
  3. Baixa presença estatal – fiscalização limitada, difícil acesso, baixa cobertura policial em zonas remotas.

O relatório enfatiza que, sem atuação territorial integrada (União, Estado, municípios), o Pará permanecerá vulnerável.

COP30 discutiu o relatório

Durante a COP30, realizada em Belém, os autores do estudo evidenciaram que:

  • O Pará é exemplo concreto de como crime organizado afeta metas climáticas.
  • A destruição ambiental passa por redes de crime transnacional, e não apenas pequenos infratores.
  • O fortalecimento institucional na Amazônia precisa incluir segurança pública, inteligência e controle de ilícitos.

Recomendações específicas para o Pará

O relatório aponta diretrizes como o reforço da presença permanente do Estado em regiões críticas (Tapajós, Calha Norte). A integração entre órgãos ambientais e de segurança. Investimento em inteligência para rastreamento de ouro e madeira. Programas sociais e infraestruturais para reduzir a dependência econômica de atividades ilegais e maior fiscalização de portos e hidrovias.

O Estado do Pará aparece como uma das áreas mais críticas da Amazônia no avanço do crime organizado, tendo impacto direto na segurança pública, na proteção ambiental e na agenda climática. O relatório destaca que enfrentar o problema requer ação territorial integrada, inteligência e presença estatal contínua.

* Reportagem: Val-André Mutran (Brasília-DF), especial para o Portal Ver-o-Fato.

Tags: Amazônia sob o Crime OrganizadoBrasilDestaqueFações CriminosasSegurança Públicaviolência no pará
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Val-André Mutran

Val-André Mutran

Val-André Mutran é repórter especial para o Portal Ver-o-Fato e está sediado em Brasília-DF. Contato: valmutran@yahoo.com.br

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