Trabalhadores da obra do BRT Metropolitano, na rodovia BR-316, em Ananindeua – obra que, aliás, nunca sai e já tem cinco anos de enrolação somente no governo de Helder Barbalho -, paralisaram ontem as atividades para cobrar melhorias no trabalho e reajuste salarial.
Os manifestantes se reuniram debaixo do viaduto do Coqueiro, onde reivindicaram o reajuste salarial e equipamentos de segurança, pois vários acidentes já teriam ocorrido no decorrer da obra. Caso o pedido não seja atendido pelo consórcio responsável, os trabalhadores prometem entrar em greve.
Depois de várias datas previstas para conclusão da obra, o governo do Estado promete que o BRT Metropolitano entre em execução ainda nesse semestre. Promessa revigorada por conta da COP 30 em Belém. O governador promete “bilhões” em obras de infraestrutura para receber mais de 70 mil visitantes de todo o mundo durante o evento.
Essa não é a primeira obra do governo estadual em que os trabalhadores realizam paralisações para cobrar melhorias. Na obra do “novo” Mangueirão e na reforma da ponte do Outeiro, trabalhadores também fizeram protestos. Em todos os casos, as empresas contratadas alegaram que não pagavam os trabalhadores, porque o Estado não lhes pagava.















