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Home Cultura

O tipo de milagre que pode salvar o Centro Histórico de Belém

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
07/12/2025
in Cultura
O tipo de milagre que pode salvar o Centro Histórico de Belém

Porta de entrada na Boulevard Castilho França da FACORE

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Notícias chocantes e desanimadoras sobre o sofrido destino dos bens arquitetônicos com que Belém tem o privilégio de contar, no seu Centro Histórico, se repetem, numa constância difícil de suportar por qualquer paraense capaz de entender a importância do passado na formação de sua identidade cultural.

Para estes paraenses, a trégua trazida pela COP 30 se constituiu de dias felizes, porém já acabou.

Como continuar, agora, indiferente ao agressivo estado de abandono e ruína em que vem sendo deixada, há vários anos, a sofisticada residência do engenheiro civil Victor Maria da Silva?

Logo a dele, o responsável pela construção do monumental e belo prédio do Colégio Gentil Bittencourt.

O criador do sensível refinamento do Teatro da Paz

Como não se tornar angustiado, ao ver o que fizeram com a casa térrea antiga do engenheiro civil Judah Levy, na Avenida Nazaré?

A de Judah Levy, o “Inventor dos edifícios de Belém”, o construtor do Palácio do Rádio, das nossas sinagogas, do Lar de Maria, do Lago Azul, do Cinelândia, do Cine Palácio, e, de tantas obras que ajudaram a moldar a feição moderna de Belém.

Pouco tempo depois da morte do engenheiro, a residência foi completamente demolida, para transformar seu terreno num rústico estacionamento.

Esta brutalidade repetida tantas vezes, dão à iniciativa feliz da instalação de uma Faculdade de Conservação e Restauro, no Centro Histórico de Belém, pela UFPa, a dimensão de um generoso milagre.

Operado, mundanamente, é verdade, pelos 49 milhões de reais investidos nele pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, pelo Instituto Cultural Vale e pela própria UFPa.  

Graças ao santo milagre do dinheiro, felizmente, para um jovem que se sinta incomodado com a destruição do maravilhoso legado artístico arquitetônico deixado em Belém por seus construtores de talento, ao longo de 400 anos, o projeto pedagógico desta nova faculdade oferece um cardápio atraente de disciplinas, que o tornará apto a ajudar a manter para si e para seus descendentes o orgulho e o privilégio do desfrute desta herança

Porque ele terá na faculdade uma preparação ampla e completa que lhe permitirá atuar contra a degradação e a perda daquele legado.

Na qual receberá, inicialmente, conteúdo humanístico teórico, ligado a campos de conhecimentos diversos.

Especificamente aos campos da Arqueologia, dos Sítios Histórico, da História da Antropologia.

E, ainda, da História das Cidades, das Artes, e, da Arquitetura.

E, por fim, ligados às áreas da História dos Materiais, do Mobiliário, da Conservação e do Restauro.

Numa segunda fase, ele terá disciplinas de aplicação destas teorias.

Como Leitura Histórico-crítica das Expressões Artísticas, e, Introdução à Preservação e Restauro de Bens Culturais.

Na terceira fase, o jovem vai ter acesso a um núcleo de disciplinas essenciais para a atuação científica e técnica dele como restaurador.

Compõem este núcleo: Química Aplicada, Biologia Aplicada, Geologia e Mineralogia Aplicada, Processos de Alterações de Materiais, Amostragem, Análise e Interpretação de Resultados, Diagnóstico do Estado de Conservação.

O projeto pedagógico dos alunos da faculdade se completa com aulas sobre Legislação Aplicada ao Patrimônio Cultural.

O local onde foram construídas as salas de aulas para os alunos da faculdade não poderia ser mais apropriado.

Um dos mais extraordinários campos de pesquisa de que poderia dispor um núcleo de estudos de conservação e restauro.

O Centro Histórico de Belém, com seus 2.000 imóveis nos estilos Colonial, Neoclássico, Eclético, Art Nouveau, acrescidos de valiosos exemplares da Arquitetura de Ferro, todos construídos ao longo dos anos de 1.600, 1.700, 1.800 e início de 1.900.

Pois, a faculdade foi instalada num dos quatro conjuntos monumentais arquitetônicos religiosos da nossa capital: o da Igreja das Mercês, conhecido como Mercedários, na quadra que se estende entre o Largo das Mercês e a Boulevard Castilho França.

Um local tão enraizado na História e na Cultura da Amazônia que a Biblioteca do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística identifica nada menos que seis momentos relevantes do seu passado.

No primeiro, de 1640, houve a construção inicial em taipa de pilão e cobertura de palha, da igreja e do convento das Mercês, duas décadas e meia após a fundação de Belém.

No segundo, de 1753, foi construída a atual igreja do conjunto arquitetônico, com a participação de Antônio Landi, como o único prédio da cidade, com fachada em perfil convexo.

No terceiro, de 1794, os mercedários já estavam expulsos do Pará pela Coroa Portuguesa, e, o conjunto arquitetônico foi entregue à Irmandade Militar de Santo Alexandre, que a usou como depósito de sal.

Lá depois, foi instalado um Trem de Guerra, como eram conhecidos os depósitos de armamentos.

No quarto, de 1835, a população pobre do Pará, incluindo ribeirinhos, indígenas e negros escravizados, que viviam em cabanas à beira dos rios, tentaram tomar o Trem de Guerra, no movimento por justiça social e participação política, conhecido como Cabanagem. 

E foram repelidos por tropas oficiais.

No quinto, de 1913, a responsabilidade pelo Mercedários foi passada para o arcebispado do Pará, e, o arcebispo dom Santino garantiu sua recuperação e reabertura.

No sexto, ao decorrer dos anos seguintes, o conjunto arquitetônico abrigou sucessivamente diversos órgãos públicos, como a Alfândega, a Casa do Parque, a Recebedoria Provincial e outros.

É neste espaço físico único, tão carregado por lembranças e emoções do passado paraense que aquele jovem poderá se tornar acadêmico da FACORE, sigla da faculdade

E, ser introduzido no universo tecnológico do futuro da profissão dele, através de cinco laboratórios nos quais também terá aulas.

No Laboratório de Informática Aplicada, ele poderá realizar atividades de pesquisa científica, de forma remota, por meio de aporte de informática.

No Laboratório de Conservação e Restauro em Madeiras e Rochas, terá oportunidades de desenvolver habilidades em ateliês de Madeiras e de Rochas.

Nos ateliês, ele, vai interagir sobre madeiras e rochas, através de técnicas de medição, análise e controle, identificação, classificação, que são aplicáveis em práticas restaurativas.

No Laboratório de Conservação e Restauro de Metais e Tintas, aprenderá técnicas de medição, análise e controle de metais e tintas.

Saberá identificá-los, utilizá-los e o reconhecer os bens culturais produzidos com eles, em diversos suportes.

No Laboratório de Conservação e Restauro de Cimentícios, ele se familiarizará com o uso de estratégias de coletas de amostras, e, de identificação de patologias em materiais cimentícios.

E, conhecerá a caracterização das propriedades físicas e mecânicas das argamassas históricas e de restauro.

No Laboratório de Conservação e Restauro de Cerâmicos e Vidros, terá práticas de conservação e restauração dos bens culturais nos quais tenham sido empregados materiais cerâmicos, como azulejos, e vidros.

  O corpo docente que acompanhará o jovem neste laboratório e ministrará aulas para ele é formado por doutores nas diversas áreas das disciplinas da grade curricular do curso da faculdade.

Alguns são professores conhecidos e estimados no ambiente de pesquisadores do Pará, há tempo. Como Elna Trindade, dedicada membro do Fórum Landi, Alexandre Romariz Sequeira, premiado artista amazônida, e, Amanda Pinto Loureiro, jovem especialista em vitrais de edifícios históricos.

Este é, sem dúvida, um novo momento do Mercedários, iniciado em 2019, quando o site da UFPa, anunciou  a aprovação da criação da FACORE, pelo Conselho Universitário da instituição.

Informando, ao mesmo tempo, a criação de 30 vagas para a primeira turma de Bacharelado em Conservação e Restauro, cujas aulas tinham previsão de início já no segundo semestre daquele ano.

Assim, formatura de sua primeira turma se aproxima, como uma esperança de que para o Centro Histórico de Belém, a FACORE, também, traga um novo momento.

Mas, para que isso ocorra, é óbvio, não basta unicamente a formatura de turmas de bons restauradores pela faculdade.

É necessário também apoio institucional-financeiro para que a atuação destes novos profissionais seja, de fato, um sólido contrapeso à degradação e destruição de nossos prédios antigos.

Como o que forneceram o BNDES, a Vale e a UFPA ao milagre do próprio Mercedários.

O qual, no futuro, de qualquer modo, poderá deixar de ser visto como milagre, e se tornar somente investimento na nossa ainda limitada indústria turística cultural, geradora de empregos, como os outros, feitos sazonalmente na COP 30.

  • Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

English into translation (tradução para o inglês)

The Kind of Miracle That Could Save the Historic Center of Belém

Shocking and discouraging news about the painful fate of the architectural heritage that Belém is privileged to possess in its Historic Center continues to appear with a frequency difficult for any Pará resident to bear—anyone capable of understanding the importance of the past in shaping their cultural identity.

For these residents, the brief respite brought by COP 30 offered a few happy days, but it is now over.

How can one remain indifferent, now, to the aggressive state of neglect and ruin in which the sophisticated residence of civil engineer Victor Maria da Silva has been left for several years?

His residence, of all places—the man responsible for building the monumental and beautiful Gentil Bittencourt School building.

The creator of the refined sensibility of the Teatro da Paz.

How can one avoid anguish when seeing what was done to the old single-story house of civil engineer Judah Levy on Avenida Nazaré?

Judah Levy, the “Inventor of Belém’s Buildings,” the builder of the Palácio do Rádio, of our synagogues, of the Lar de Maria, of Lago Azul, of the Cinelândia, of Cine Palácio, and of so many works that helped shape the modern face of Belém.

Shortly after the engineer’s death, the residence was completely demolished so that its land could be turned into a rustic parking lot.

This brutality, repeated so many times, gives the fortunate initiative of creating a College of Conservation and Restoration in Belém’s Historic Center—by the Federal University of Pará—the dimension of a generous miracle.

A miracle carried out, mundanely, it is true, through the 49 million reais invested by the National Bank for Economic and Social Development, the Vale Cultural Institute, and the university itself.

Thanks to the holy miracle of financial resources, a young person who feels distressed by the destruction of the marvelous artistic and architectural legacy left in Belém by its talented builders over 400 years will now find in this new college’s pedagogical project an attractive range of subjects. These will prepare them to help preserve for themselves and their descendants the pride and privilege of enjoying this heritage.

The program offers broad and comprehensive training that will enable students to act against the degradation and loss of that legacy.

Students will first receive theoretical humanistic content connected to diverse fields of knowledge—specifically Archaeology, Historic Sites, the History of Anthropology, the History of Cities, of the Arts, and of Architecture.

Finally, they will study areas related to the History of Materials, Furniture, Conservation, and Restoration.

In the second phase, they will take subjects applying these theories, such as Historical-Critical Reading of Artistic Expressions and Introduction to the Preservation and Restoration of Cultural Heritage.

In the third phase, students will engage with a core set of subjects essential for their scientific and technical practice as restorers. This core includes: Applied Chemistry, Applied Biology, Applied Geology and Mineralogy, Processes of Material Alteration, Sampling, Analysis and Interpretation of Results, and Diagnostics of Conservation Status.

The pedagogical project also includes classes on Legislation Applied to Cultural Heritage.

The site chosen for the classrooms could not be more appropriate: one of the most extraordinary research environments available to a conservation and restoration studies program.

Belém’s Historic Center, with its 2,000 buildings in Colonial, Neoclassical, Eclectic, and Art Nouveau styles—plus valuable examples of Iron Architecture—built throughout the 1600s, 1700s, 1800s, and early 1900s.

The college was installed in one of our capital’s four monumental religious architectural complexes: the Church of Mercês (the Mercedarians), in the block extending from Largo das Mercês to Boulevard Castilho França.

A site so deeply rooted in the history and culture of the Amazon that the IBGE Library identifies no fewer than six significant moments in its past.

The first, in 1640, marks the initial construction of the church and convent of Mercês in rammed earth with a thatched roof, just twenty-five years after Belém’s founding.

The second, in 1753, saw the construction of the current church, with the participation of Antônio Landi, making it the only building in the city with a convex façade.

The third, in 1794, marks the expulsion of the Mercedarians from Pará by the Portuguese Crown, after which the architectural complex was handed over to the Military Brotherhood of Santo Alexandre and used as a salt warehouse. Later, it housed a Trem de Guerra, a depot for weapons.

The fourth moment, in 1835, occurred when the poor population of Pará—including riverine people, Indigenous people, and enslaved Africans living in huts along the riversides—attempted to seize the Trem de Guerra during the movement for social justice and political participation known as the Cabanagem. They were repelled by official troops.

The fifth, in 1913, marks the transfer of responsibility for the Mercedários to the archdiocese of Pará, where Archbishop Dom Santino ensured its recovery and reopening.

The sixth spans the following decades, during which the complex housed various public agencies, such as Customs, the Forest Office, the Provincial Treasury, and others.

It is in this unique physical space—so charged with memories and emotions from Pará’s past—that students may become members of FACORE, the college’s acronym, and be introduced to the technological universe that represents the future of their profession through five laboratories where they will also have classes.

In the Applied Informatics Laboratory, students will carry out scientific research activities remotely through digital tools.

In the Conservation and Restoration Laboratory for Wood and Stone, they will develop skills in wood and stone workshops, interacting with these materials through measurement, analysis, control, identification, and classification techniques applicable to restorative practices.

In the Metals and Paints Conservation and Restoration Laboratory, they will learn techniques for measuring, analyzing, and controlling metals and paints, identifying and applying them, and recognizing cultural goods produced using these materials in various forms.

In the Cementitious Materials Conservation and Restoration Laboratory, they will learn strategies for sampling and identifying pathologies in cement-based materials, as well as the characterization of the physical and mechanical properties of historic and restorative mortars.

In the Ceramics and Glass Conservation and Restoration Laboratory, they will undertake conservation and restoration practices for cultural goods made with ceramic materials—such as tiles—and glass.

The faculty guiding students in these laboratories consists of PhDs across the fields represented in the curriculum. Some are well-known and respected in Pará’s research community, such as Elna Trindade, a dedicated member of the Landi Forum; Alexandre Romariz Sequeira, an award-winning Amazonian artist; and Amanda Pinto Loureiro, a young specialist in stained glass in historic buildings.

This marks a new chapter for the Mercedários, one that began in 2019 when the UFPA website announced that the University Council had approved the creation of FACORE. The announcement also included the creation of 30 places for the first class of the Bachelor’s Program in Conservation and Restoration, scheduled to begin in the second semester of that year.

Thus, the graduation of its first class now approaches, offering hope that FACORE may bring a new era to Belém’s Historic Center as well.

But for this to occur, the graduation of well-trained restorers is not enough. Institutional and financial support is also necessary so that these new professionals can effectively counterbalance the degradation and destruction of our old buildings—just as BNDES, Vale, and UFPA supported the “miracle” of the Mercedários itself.

A miracle that, in the future, may no longer be seen as a miracle at all, but simply as an investment in our yet limited cultural tourism industry—a generator of jobs, just as the temporary initiatives of COP 30 have been.

  • Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

(Illustration: entrance gateon Boulevard Castilho França of FACORE)

Tags: centro histórico de BelémDestaqueO tipo de milagrepode salvar
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