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Home Cultura

O modo suspeito como Francisco Caldeira de Castelo Branco conquistou o título de “Fundador de Belém”

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
16/01/2026
in Cultura
O modo suspeito como Francisco Caldeira de Castelo Branco conquistou o título de “Fundador de Belém”

Detalhe do quadro “A fundação de Belém” de Theodoro Braga”

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* Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

O fundador de Belém,  Francisco Caldeira de Castelo Branco começou a ser malvisto, na Amazônia, logo no primeiro momento do seu surgimento, dentro da História do Pará. 

Quando, em 1615, ele havia chegado a São Luiz, no Maranhão, no cumprimento de ordens dadas pelo Governador-Geral do Brasil, Gaspar de Souza.

Que o tinha retirado do Rio Grande do Norte, onde ele exercia o cargo de capitão-mor, isto é, o de autoridade-mor  na administração de uma capitania, em nome do governo imperial português.

Para que ele fosse a Pernambuco, e, a partir de lá, liderasse as tropas militares que seriam deslocadas para o Maranhão.

Onde elas se juntariam aos soldados envolvidos na luta para expulsar da Amazônia os franceses que tinham invadido o Maranhão, e, se apropriado daquela outra capitania portuguesa.

Caravelas transportariam aquelas tropas e também munições para os portugueses,que lutavam sob o comando de Jerônimo de Albuquerque.

Com o desembarque das tropas e das munições em São Luiz, a missão de Castelo Branco estava encerrada.

Os soldados de Jerônimo Albuquerque já haviam se tornado vitoriosos.

E recuperado a capitania do Maranhão, para o império português.

A permanência de Castelo Branco, em São Luiz, se tornara dispensável.

Nem todos os franceses tinham sido forçados a sair do Maranhão.

Porque o capitão-mor do Maranhão Alexandre de Moura compreendeu que alguns daqueles franceses poderiam ajudá-lo a cumprir outras determinações dadas pelo governador-geral do Brasil.

Eram ordens para que Alexandre de Moura providenciasse a organização de uma expedição militar que teria como objetivo de criar no interior da Amazônia outra capitania portuguesa, a do Gram-Pará.

Lá, a expedição militar tinha de implantar um povoado, que garantisse a posse daquela região para Portugal.

Na sua viagem até a área da nova capitania, a expedição deveria expulsar os estrangeiros que eventualmente ainda restassem instalados nos rios da região.

No atendimento de todos aqueles detalhes das ordens recebidas por Alexandre de Moura os franceses que estivessem acostumados a viajar por aqueles rios da região poderiam ser úteis.

 Eles poderiam informar sobre a presença de eventuais outros estrangeiros neles

E, ainda, guiar os navios da expedição militar até ela alcançar a área da nova capitania.

Para obter estas ajudas, os portugueses entabulavam, naquele momento, uma delicada negociação do acordo de rendição dos franceses.

A expedição militar começou a ser montada.

E um contratempo surgiu para Alexandre de Moura.

Castelo Branco já sem autorização para se manter no Maranhão, sem nenhuma função ali, se negou a sair da capitania.

E, pior, passou a gerar dificuldades, naquele instante complicado da administração do Maranhão

Num relatório que enviou para o governador-geral Alexandre de Moura alertou-o.

Castelo Branco ao se negar:

 “ir-se embora, de tal modo se deixou ficar naquelas partes que pôs em contingência o bem de seu governo, dando ocasião a que alguns maus intencionados lhe perdessem o respeito“.

Mais grave ainda, escreveu Alexandre de Moura, durante as difíceis negociações do acordo com os franceses, Castelo Branco não se manteve discreto, como devia.

Mas, ao contrário, revelou Alexandre de Moura, assinou com os franceses pactos “com tanta soltura, como se nessas matérias fora cabeça, quando não tinha poder para nada“.

Quem tinha informado Alexandre de Moura daqueles comportamentos de Castelo havia sido o próprio comandante das forças portuguesas, Jerônimo de Albuquerque.

Por isto, eram informações particularmente graves.

Estes comportamentos de Castelo Branco, naquele período, foram analisados pelo pesquisador Augusto Meira Filho.

E, nele, surgiu uma suspeita.

Apontada pelo pesquisador no seu livro “Evolução Histórica de Belém no Grão-Pará”.

A de que a designação de Castelo Branco para comandar a expedição que iria fundar Belém não havia ocorrido exatamente pela razão oficialmente registrada em documento da época.

Segundo o qual Alexandre de Moura “elegia a Francisco Caldeira de Castelo Branco por capitão da dita jornada, por confiar que ele faria o serviço do Rei como era necessário“.

E, sim porque a designação dele foi uma manobra hábil para afastá-lo do Maranhão.

Há um outro detalhe do texto daquele documento que parece confirmar a desconfiança de Augusto Meira sobre a credibilidade do que é dito sobre Castelo Branco.

Um detalhe relativo à seriedade do título dado a ele, no documento:

O de “descobridor e primeiro conquistador do Rio Amazonas”.

Isto, antes de Castelo Branco sequer ter saído de São Luiz no comando da expedição militar, rumo ao Gram-Pará.

A gratuidade do título era evidente.

Dado, talvez, para alimentar a vaidade de Castelo Branco, e, motivá-lo a sair do Maranhão 

É possível, assim, que deva ser vista com desconfiança a honra dada a Castelo Branco pelo título de fundador de Belém, quando ela lhe é atribuída em alguns livros didáticos de História do Pará.

Pois, o título pode ter sido obtido por ele comportamentos condenáveis.

Os primeiros de uma série que resumiram a história real de sua passagem pelo Gram-Pará.

Ao final da qual, Castelo Branco foi remetido de volta para Portugal.

Preso e acorrentado pelos próprios soldados de sua tropa.

Para terminar morrendo numa cadeia.

English translation (tradução para o inglês)

The Suspicious Way Francisco Caldeira de Castelo Branco Acquired the Title of “Founder of Belém”

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

Francisco Caldeira de Castelo Branco, the founder of Belém, began to be viewed with suspicion in the Amazon region from the very moment he first appeared in the history of Pará.

When, in 1615, he arrived in São Luís, Maranhão, carrying out orders given by the Governor-General of Brazil, Gaspar de Sousa, who had removed him from Rio Grande do Norte, where he held the post of captain-major—that is, the highest authority in the administration of a captaincy, acting on behalf of the Portuguese imperial government.

He was instructed to go to Pernambuco and, from there, to lead the military troops that would be deployed to Maranhão, where they would join the soldiers engaged in the fight to expel from the Amazon the French who had invaded Maranhão and appropriated that other Portuguese captaincy.

Caravels would transport those troops as well as munitions to the Portuguese forces fighting under the command of Jerônimo de Albuquerque.

With the landing of the troops and munitions in São Luís, Castelo Branco’s mission was concluded. The soldiers of Jerônimo de Albuquerque had already achieved victory and recovered the captaincy of Maranhão for the Portuguese Empire.

Castelo Branco’s continued presence in São Luís had become unnecessary.

Not all the French had been forced to leave Maranhão, because the captain-major of Maranhão, Alexandre de Moura, understood that some of those Frenchmen could help him fulfill other determinations given by the Governor-General of Brazil.

These were orders for Alexandre de Moura to arrange the organization of a military expedition whose objective would be to create another Portuguese captaincy in the interior of the Amazon: that of Grão-Pará.

There, the military expedition had to establish a settlement that would guarantee possession of that region for Portugal.

On its journey to the area of the new captaincy, the expedition was supposed to expel any foreigners who might still be settled along the rivers of the region.

In carrying out all those details of the orders received by Alexandre de Moura, the Frenchmen who were accustomed to traveling along those rivers could prove useful.

They could inform the Portuguese about the presence of any other foreigners there and also guide the ships of the military expedition until it reached the area of the new captaincy.

To obtain this assistance, the Portuguese entered into delicate negotiations at that time regarding the surrender agreement with the French.

The military expedition began to be assembled, and a setback arose for Alexandre de Moura.

Castelo Branco, already without authorization to remain in Maranhão and without any function there, refused to leave the captaincy.

Worse still, he began to create difficulties at that complicated moment in the administration of Maranhão.

In a report he sent to the Governor-General, Alexandre de Moura warned him that Castelo Branco, by refusing to leave, “so obstinately remained in those parts that he put the good of his government at risk, giving occasion for some ill-intentioned individuals to lose respect for him.”

More seriously still, Alexandre de Moura wrote that during the difficult negotiations of the agreement with the French, Castelo Branco did not remain discreet, as he should have.

On the contrary, Moura revealed, he signed pacts with the French “with such freedom, as if in those matters he were the head, when he had no authority for anything.”

The one who informed Alexandre de Moura of Castelo Branco’s behavior had been the very commander of the Portuguese forces, Jerônimo de Albuquerque.

For this reason, the information was particularly serious.

These behaviors of Castelo Branco during that period were analyzed by the researcher Augusto Meira Filho.

And from that analysis, a suspicion arose.

One pointed out by the researcher in his book *Historical Evolution of Belém in Grão-Pará*.

Namely, that Castelo Branco’s appointment to command the expedition that would found Belém did not occur exactly for the reason officially recorded in documents of the time.

According to which Alexandre de Moura “chose Francisco Caldeira de Castelo Branco as captain of said journey, trusting that he would carry out the service of the King as was necessary.”

But rather because his appointment was a skillful maneuver to remove him from Maranhão.

There is another detail in the text of that document that seems to confirm Augusto Meira’s suspicion regarding the credibility of what is said about Castelo Branco.

A detail related to the seriousness of the title given to him in the document: that of “discoverer and first conqueror of the Amazon River.”

This, even before Castelo Branco had left São Luís in command of the military expedition toward Grão-Pará.

The gratuitousness of the title was evident, perhaps given to feed Castelo Branco’s vanity and motivate him to leave Maranhão.

It is therefore possible that the honor granted to Castelo Branco by the title of founder of Belém—when it is attributed to him in some history textbooks of Pará—should be viewed with suspicion.

For the title may have been obtained through reprehensible behavior.

The first in a series that summarized the real history of his passage through Grão-Pará.

At the end of which, Castelo Branco was sent back to Portugal, arrested and chained by the very soldiers of his own troop, only to end up dying in a prison.

(Detail from the painting “The Founding of Belém” by Theodoro Braga.)

Tags: conquistou o títuloDestaqueFrancisco Caldeira de Castelo Brancofundador de BelémO modo suspeito como
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