• Sobre
  • Anúncios
  • Contato
  • Bodybuilding Insight
Ver-o-Fato
Advertisement
  • Home
  • Notícias
  • Coisas de casa
  • Ação Política
  • Publicidade Legal
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Política
    • Esporte
    • Polícia
    • Defesa do Consumidor
    • Economia
    • Para o mundo ver
    • Meio Ambiente
    • Mistério & Inexplicável
    • Saúde
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Comportamento
    • Empregos
    • Turismo
    • Cidades
    • Poder
    • Educação
    • Viralizou
    • Brasil
    • Publieditorial
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Coisas de casa
  • Ação Política
  • Publicidade Legal
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Política
    • Esporte
    • Polícia
    • Defesa do Consumidor
    • Economia
    • Para o mundo ver
    • Meio Ambiente
    • Mistério & Inexplicável
    • Saúde
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Comportamento
    • Empregos
    • Turismo
    • Cidades
    • Poder
    • Educação
    • Viralizou
    • Brasil
    • Publieditorial
No Result
View All Result
Ver-o-Fato
No Result
View All Result
Home Cultura

O Jardim Botânico e o aterramento do Piri em uma imagem de Belém, do século XIX

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
07/01/2026
in Cultura
O Jardim Botânico e o aterramento do Piri em uma imagem de Belém, do século XIX

No mapa de Fournier, o aterramento aparece na parte inferior, mais baixa, e o Jardim Botânico logo acima, cercado

CompartilharTwitter
ADVERTISEMENT

Para quem estuda o passado das construções de Belém e as imagens antigas do Brasil, Hugo de Fournier era, inicialmente, apenas o nome do autor de um mapa da cidade do início dos anos 1800. Trata-se de um documento reproduzido no álbum Imagens de Vilas e Cidades do Brasil Colonial, organizado pelo pesquisador Nestor Goulart Reis.

Somente mais tarde, durante o Fórum Landi, realizado na Estação das Docas, no início dos anos 2000, o pesquisador do Museu Emílio Goeldi, Nelson Sanjad, revelou que Fournier havia incluído, nesse mapa, a representação do Jardim Botânico de Belém.

Naquele momento, Sanjad preparava uma dissertação de mestrado, apresentada no ano seguinte a uma banca de doutores da área de Educação Aplicada às Geociências, da Unicamp. O tema do trabalho era justamente o Jardim Botânico de Belém.

Vinte e um anos depois, essa pesquisa permanece disponível na página História Luso-Brasileira, do Arquivo Nacional, no site gov.br, do Governo Federal. Segundo essa fonte, o Jardim Botânico foi criado por Carta Régia de d. Maria I, rainha do Império Português, em 4 de novembro de 1796, em terras doadas à Fazenda Real por Hilário de Souza.

O jardim localizava-se junto ao terreno do extinto Convento de São José, atual Espaço São José Liberto – Polo Joalheiro – e ocupava, inicialmente, uma área de cerca de 110 metros, posteriormente ampliada. Sua concepção inspirou-se no Jardim La Gabrielle, criado em 1778, em Caiena, na Guiana Francesa.

De Caiena, inclusive, foram transplantadas para o Jardim Botânico de Belém diversas espécies vegetais, como pés de abricó, fruta-pão, abacateiro, cravo-da-índia, jaqueira, jasmim e maracujá.

Ainda segundo a página História Luso-Brasileira, a consolidação do jardim paraense ocorreu com a atuação de Marcelino José Cordeiro, auxiliar do governador do Rio Negro, Manuel da Gama Lobo d’Almada, e administrador da Serraria Real do rio Acará. A importância do Jardim Botânico de Belém pode ser medida pela influência que exerceu na criação de hortos em outras regiões do Brasil.

Entre 1817 e 1820, por exemplo, o jardim recebeu a visita de dois acadêmicos alemães: o zoólogo Johann Baptist von Spix e o botânico Carl Friedrich Philipp von Martius. Durante três anos, eles percorreram cerca de 14 mil quilômetros do território brasileiro, viajando no lombo de mulas, em canoas ou mesmo a pé.

Passaram pelas capitanias do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão e Grão-Pará. Sempre com espírito aberto para observar tudo o que encontravam, como destacou a revista Veja em matéria especial publicada em 3 de setembro de 2022, intitulada “As revelações de Spix e Martius após três anos na floresta brasileira”.

Nessa jornada, acrescenta a revista, os naturalistas estudaram e recolheram amostras da fauna e da flora do país e registraram tudo em cartas meticulosas, de impressionante riqueza de detalhes.

Ainda sobre o Jardim Botânico de Belém, a página História Luso-Brasileira informa que, entre 1818 e 1821, ele foi dirigido pelo médico e naturalista Antônio Corrêa de Lacerda, que ali realizou experimentos agrícolas, renovou a plantação de caneleiras e ampliou a produção de canela. Lacerda também iniciou a catalogação e a classificação botânica das espécies cultivadas, trabalho que deu origem à Flora Paraensis.

Infelizmente, a partir da década de 1820, teve início um processo de degradação do complexo do Jardim Botânico, agravado pelos conflitos da Cabanagem.

A bem-sucedida iniciativa de Nelson Sanjad no Fórum Landi, em 2000, estimulou o estudo de outros detalhes do mapa de Hugo de Fournier. Logo, foi identificada nele outra preciosidade histórica: a única imagem conhecida das obras de aterramento do Alagado do Piri, executadas em 1803 pelos engenheiros militares João Rafael Nogueira e Domingos José Frazão, por ordem do governador do Grão-Pará, dom Marcos de Noronha e Brito.

A área outrora ocupada pelo Alagado do Piri corresponde hoje a três bairros de Belém — Cidade Velha, Campina e Batista Campos —, segundo Marcus Vinicius da Silva, em sua dissertação de mestrado História Ambiental do Alagado do Piry de Jussara, aprovada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UFPA. Nesses bairros residiriam atualmente 37.420 pessoas, conforme dados do Anuário Estatístico do Município de Belém de 2011.

Se hoje o mapa de Fournier é considerado uma imagem rara e valiosa, seu autor não deve ser visto apenas como um cartógrafo relevante para a história do espaço físico de Belém. Pesquisas posteriores na correspondência das autoridades militares do Pará, no início do século XIX, realizadas no Arquivo Público do Estado, revelaram um perfil muito mais amplo.

Fournier foi também engenheiro militar e ocupou um alto posto na hierarquia: era tenente-coronel do Imperial Corpo de Engenheiros, instituição originária do Real Corpo de Engenheiros do Império Português, transferida para o Brasil com a vinda da Família Real ao Rio de Janeiro, em 1808, após a invasão francesa de Portugal.

Em 1827, Fournier era diretor do Trem de Artilharia do Pará, cargo que o tornava responsável pela guarda e pelo controle dos armamentos e munições da província, em um período de grande instabilidade política que culminaria na Cabanagem. Foi nessa conjuntura que outro engenheiro militar, o historiador Antônio Baena, foi submetido a uma corte marcial e condenado à morte — pena que não chegou a ser executada — por ter fracassado na repressão a rebeldes em Cametá.

Como diretor do Trem de Artilharia, Fournier subordinava-se diretamente ao presidente da província, José Félix Pereira Pinto de Burgos, maranhense que, nos anos de 1835 e 1836, durante a Regência de Diogo Antônio Feijó, tornou-se ministro da Guerra do Império do Brasil.

Em carta de 2 de maio de 1827, José Félix ordenou a Fournier:
“Faça aprontar e entregar ao coronel do Estado-Maior do Exército, Felipe dos Reis, não só as bocas de fogo como tudo o que mais for necessário.”

Em outra carta, de 6 de julho do mesmo ano, determinou:
“Remeta-me com toda a brevidade uma relação do total dos gêneros recebidos do comandante do brigue de guerra Bonfim, quando aqui chegou em dezembro do ano passado, vindo do Rio de Janeiro.”

Já uma carta de 20 de agosto de 1827 revela que as munições do Trem de Artilharia também eram usadas para a segurança de embarcações particulares. Nela, José Félix escreveu:

“Havendo-me requerido, por empréstimo, o negociante brasileiro desta praça, José Joaquim Machado, para municiamento e segurança de sua embarcação contra os piratas, vinte balas para calibre de nove, com a condição de fazer, na volta da mesma embarcação, repor igual porção em seu lugar, mande entregar com as clarezas do costume a referida porção de balas que pede.”

As cartas mostram ainda que Fournier, no exercício de suas funções, não permanecia restrito ao prédio do Trem de Artilharia. Em 14 de setembro de 1827, por exemplo, foi incumbido de realizar uma vistoria em um terreno particular. O presidente da província escreveu:

“Havendo-me representado o Senado da Câmara desta cidade a necessidade que tem da presença de V. Me., para que, na qualidade de engenheiro, assista a uma vistoria a que tem de proceder em um terreno concedido a Matheus Magno Ferraz de Araújo, a fim de ser concluído aquele ato com toda a legalidade, V. Me. prestará, portanto, o aviso do mesmo Senado.”

Em sua própria época, um Trem de Artilharia como o dirigido por Fournier teve sua importância amplamente reconhecida, o que se reflete também na produção de imagens desses espaços, hoje incorporadas ao acervo da iconografia histórica paraense.

Duas dessas imagens foram reproduzidas no álbum Quadros da Memória, publicado em 1996 pela Prefeitura de Belém. Ambas datam de 1688 e são assinadas por Antônio de Barros Pereira. Elas mostram a planta e o alçado — o desenho da fachada — de um desses depósitos e trazem o título “Planta e Alçado de um Trem de Artilharia”.

Outra imagem de um depósito de armas e munições desse tipo, datada de 1761, foi deixada por Antônio Landi. Nela aparece a planta do depósito que o arquiteto italiano instalou no andar térreo do atual Museu de Arte Sacra, onde hoje funciona a Galeria Fidanza. O título da imagem é “Armazéns de armas e mais apetrechos de guerra pertencentes ao almoxarifado do Pará”.

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista.


English translation ( tradução para o inglês)

The Botanical Garden and the Land Reclamation of the Piri Marsh in a Nineteenth-Century Image of Belém

For those who study the history of construction in Belém and the early visual records of Brazil, Hugo de Fournier was initially known merely as the author of a city map dating from the early 1800s. This map was reproduced in the album Images of Towns and Cities of Colonial Brazil, organized by researcher Nestor Goulart Reis.

Only later, during the Landi Forum held at Estação das Docas in the early 2000s, did Nelson Sanjad, a researcher at the Emílio Goeldi Museum, reveal that Fournier had included in this map a depiction of the Botanical Garden of Belém.

At the time, Sanjad was preparing a master’s dissertation, which he presented the following year to an academic committee in the field of Education Applied to Geosciences at the University of Campinas (UNICAMP). The subject of his research was precisely the Botanical Garden of Belém.

Twenty-one years later, this research remains available on the Luso-Brazilian History page of the National Archives, hosted on the Brazilian federal government’s website (gov.br). According to this source, the Botanical Garden was created by Royal Charter issued by Queen Maria I of Portugal on November 4, 1796, on land donated to the Royal Estate by Hilário de Souza.

The garden was located next to the grounds of the now-extinct Convent of São José, today the São José Liberto Space – Jewelry Pole. Initially, it covered an area of approximately 110 meters, later expanded. Its design was inspired by the La Gabrielle Garden, founded in 1778 in Cayenne, French Guiana.

Several plant species were transplanted from Cayenne to the Botanical Garden of Belém, including apricot trees, breadfruit, avocado trees, clove trees, jackfruit, jasmine, and passion fruit.

According to the Luso-Brazilian History page, the consolidation of the Pará Botanical Garden occurred under the leadership of Marcelino José Cordeiro, an aide to the governor of Rio Negro, Manuel da Gama Lobo d’Almada, and administrator of the Royal Sawmill on the Acará River. The importance of the Botanical Garden of Belém can be measured by the influence it exerted on the creation of botanical gardens throughout Brazil.

Between 1817 and 1820, for example, the garden was visited by two German scholars: zoologist Johann Baptist von Spix and botanist Carl Friedrich Philipp von Martius. Over three years, they traveled approximately 14,000 kilometers across Brazilian territory, journeying on muleback, by canoe, or on foot.

They passed through the captaincies of Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão, and Grão-Pará. Always open-minded observers of everything they encountered, as noted by Veja magazine in a special report published on September 3, 2022, titled “The Revelations of Spix and Martius After Three Years in the Brazilian Forest.”

During this journey, the magazine adds, the naturalists studied and collected samples of Brazil’s fauna and flora and recorded their observations in meticulous letters of remarkable detail.

Regarding the Botanical Garden of Belém, the Luso-Brazilian History page further states that between 1818 and 1821 it was directed by physician and naturalist Antônio Corrêa de Lacerda, who conducted agricultural experiments there, renewed cinnamon plantations, and increased cinnamon production. Lacerda also initiated the cataloging and botanical classification of cultivated species, giving rise to the Flora Paraensis.

Unfortunately, beginning in the 1820s, a period of degradation of the Botanical Garden complex set in, worsened by the conflicts of the Cabanagem uprising.

Nelson Sanjad’s successful initiative at the Landi Forum in 2000 stimulated further study of other details in Hugo de Fournier’s map. Soon, another historical treasure was identified: the only known image of the land reclamation works of the Piri Marsh, carried out in 1803 by military engineers João Rafael Nogueira and Domingos José Frazão, under orders from the governor of Grão-Pará, Dom Marcos de Noronha e Brito.

The area once occupied by the Piri Marsh now corresponds to three neighborhoods of Belém — Cidade Velha, Campina, and Batista Campos — according to Marcus Vinicius da Silva, in his master’s dissertation Environmental History of the Piri Marsh of Jussara, approved by the Graduate Program in Environmental Sciences at the Federal University of Pará (UFPA). According to the 2011 Statistical Yearbook of the Municipality of Belém, these neighborhoods are currently home to 37,420 residents.

If Fournier’s map is today considered a rare and valuable image, its creator should not be regarded solely as an important cartographer in the history of Belém’s physical space. Later research into correspondence from Pará’s military authorities in the early nineteenth century, conducted at the Public Archives of the State of Pará, revealed a much broader profile.

Fournier was also a military engineer who held a high-ranking position: lieutenant colonel of the Imperial Corps of Engineers, an institution originating from the Royal Corps of Engineers of the Portuguese Empire, transferred to Brazil with the arrival of the Royal Family in Rio de Janeiro in 1808 after the French invasion of Portugal.

By 1827, Fournier was director of the Pará Artillery Train, a post that made him responsible for the custody and control of the province’s weapons and ammunition during a period of intense political instability that would culminate in the Cabanagem revolt. It was during this time that another military engineer, the historian Antônio Baena, was subjected to a court-martial and sentenced to death — a sentence that was never carried out — for failing to suppress rebels in Cametá.

As director of the Artillery Train, Fournier reported directly to the provincial president, José Félix Pereira Pinto de Burgos, a native of Maranhão who, in 1835 and 1836, during the Regency of Diogo Antônio Feijó, became Brazil’s Minister of War.

In a letter dated May 2, 1827, José Félix ordered Fournier:
“Have prepared and delivered to the colonel of the Army General Staff, Felipe dos Reis, not only the artillery pieces but everything else that may be necessary.”

In another letter, dated July 6 of the same year, he commanded:
“Send me, with all possible haste, a list of the total goods received from the commander of the war brig Bonfim when it arrived here last December from Rio de Janeiro.”

A letter dated August 20, 1827 reveals that the Artillery Train’s ammunition was also used to secure private vessels. On that day, José Félix wrote to Fournier:
“Having been requested, as a loan, by the Brazilian merchant of this city, José Joaquim Machado, for the arming and security of his vessel against pirates, twenty cannonballs of nine-caliber, on the condition that upon the vessel’s return an equal amount be replaced, order the delivery, with customary formalities, of the requested ammunition.”

The letters further show that Fournier, in the exercise of his duties, was not confined to the Artillery Train building. On September 14, 1827, for example, he was assigned to inspect a private property. The provincial president wrote:
“Having been informed by the Senate of the City Council of the need for Your presence, so that, in your capacity as an engineer, you may attend an inspection to be carried out on land granted to Matheus Magno Ferraz de Araújo, in order to conclude said act with full legality, you shall therefore comply with the notice of the same Senate.”

In its own time, an Artillery Train such as the one directed by Fournier had its importance widely recognized. This is evident in the visual representations of these facilities, now incorporated into the corpus of Pará’s historical iconography.

Two such images were reproduced in the album Frames of Memory, published in 1996 by the City of Belém. Both date from 1688 and are signed by Antônio de Barros Pereira. They depict the plan and elevation — the façade drawing — of one of these depots and bear the title “Plan and Elevation of an Artillery Train.”

Another image of a weapons and ammunition depot of this type, dated 1761, was left by Antônio Landi. It shows the plan of the depot installed by the Italian architect on the ground floor of what is now the Museum of Sacred Art, where the Fidanza Gallery currently operates. The image is titled “Warehouses of Weapons and Other Instruments of War Belonging to the Pará Storehouse.”

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist.

(Illustration: In Fournier’s map, the land reclamation appears in the lower portion, with the Botanical Garden just above it, enclosed.)

Tags: aterramento do PiriDestaqueimagem de BelémO Jardim Botânicoséculo XIX
Previous Post

VÍDEO – Alguém lá em cima gosta dele: idoso cai do 15º andar e fica preso em varal

Next Post

Devoção amazônica impulsiona turismo: Igarapé-Açu na rota oficial de janeiro

Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra é escritor, jornalista e pesquisador.

Related Posts

No aniversário de Belém, vamos lembrar quem mais a valorizou — e por isso pagou caro
Cultura

No aniversário de Belém, vamos lembrar quem mais a valorizou — e por isso pagou caro

11/01/2026

No aniversário de Belém, quando a cidade completa 410 anos de existência, é inevitável lembrar aquele que continua sendo considerado...

A arquitetura do sentimento: como Whake está redefinindo a música New Age no Brasil
Cultura

A arquitetura do sentimento: como Whake está redefinindo a música New Age no Brasil

09/01/2026

No vasto ecossistema da música independente brasileira, onde o imediatismo dos algoritmos muitas vezes sufoca a profundidade artística, surge uma...

Francisco Frias de Mesquita, o brilhante engenheiro que atuou na fundação de Belém
Cultura

Francisco Frias de Mesquita, o brilhante engenheiro que atuou na fundação de Belém

09/01/2026

O engenheiro-mor do Brasil, o português Francisco Frias de Mesquita, foi incorporado à expedição que saiu de São Luís, no...

BELÉM – Reggae se despede de uma guardiã do vinil: morre Sônia Soares
Cultura

BELÉM – Reggae se despede de uma guardiã do vinil: morre Sônia Soares

04/01/2026

O reggae amanheceu mais silencioso. Faleceu na quinta-feira (01) Sônia Soares, considerada a maior colecionadora de reggae em vinil do...

“Bálsamo Maravilha”, “Pomada de Frade” e “Água Inglesa Nazaré”, remédios da Belle Époque, de Belém
Cultura

“Bálsamo Maravilha”, “Pomada de Frade” e “Água Inglesa Nazaré”, remédios da Belle Époque, de Belém

04/01/2026

Criava incômodo na elite política e econômica do Pará, sintonizada com os avanços da sociedade europeia na área da saúde,...

O menino chegou lá: tornou-se patrimônio cultural brasileiro
Cultura

O menino chegou lá: tornou-se patrimônio cultural brasileiro

02/01/2026

Quando se sentou diante da máquina de escrever na Redação do seu jornal, em Belém, o crítico de música do...

A eternidade é agora, e sempre um recomeço
Cultura

A eternidade é agora, e sempre um recomeço

01/01/2026

Nós, humanos, somos centelhas que nascem no Éter e enveredamos em uma jornada sem fim, sempre agora, não como loop,...

A música das entranhas de um povo marginal e oprimido, cuja única riqueza são os sentimentos
Cultura

A música das entranhas de um povo marginal e oprimido, cuja única riqueza são os sentimentos

31/12/2025

No Pará, o bolero nunca foi recebido com preconceito pela maioria da nossa população, acostumada a absorver diferentes tipos de...

Apagão na fiscalização do Ministério da Cultura soma R$ 22 bilhões e alerta o TCU
Cultura

Apagão na fiscalização do Ministério da Cultura soma R$ 22 bilhões e alerta o TCU

29/12/2025

Relatório técnico do Tribunal de Contas da União denuncia "desgovernança generalizada" e flexibilização de regras sob a gestão de Margareth...

O tiro no peito de Edson Luís dói, ainda, em alguns brasileiros
Cultura

O tiro no peito de Edson Luís dói, ainda, em alguns brasileiros

28/12/2025

Não poderia mesmo ser diferente. A dor provocada pela visão do paraense Edson Luís de Lima Souto, morto, sobre mesa-diretora...

Next Post
Devoção amazônica impulsiona turismo: Igarapé-Açu na rota oficial de janeiro

Devoção amazônica impulsiona turismo: Igarapé-Açu na rota oficial de janeiro

Redes Sociais

  • 28.3k Followers

Recentes

BBB 26: Participante escolhido pelo público desiste antes da estreia e Globo anuncia substituto

BBB 26: Participante escolhido pelo público desiste antes da estreia e Globo anuncia substituto

12/01/2026
Atravessou: Remo anuncia contratação de zagueiro que estava no Paysandu

Atravessou: Remo anuncia contratação de zagueiro que estava no Paysandu

12/01/2026
MARAJÓ – Briga em bar termina com golpes de terçado: um morto e vários feridos; vídeo

MARAJÓ – Briga em bar termina com golpes de terçado: um morto e vários feridos; vídeo

12/01/2026
VÍDEO: Homem puxa arma durante briga no Portal da Amazônia

VÍDEO: Homem puxa arma durante briga no Portal da Amazônia

12/01/2026
Ver-o-Fato

Todos os direitos reservados © 2019 VER-O-FATO

Navegação

  • Sobre
  • Anúncios
  • Contato
  • Bodybuilding Insight

Redes Sociais

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Atualidades
  • Empregos
  • Anúncios
  • Mais…
    • Colunas
    • Ação Política
    • Cidades
    • Política
    • Educação
    • Poder
    • Saúde
    • Viralizou
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    • Economia
    • Esporte
    • Mistério & Inexplicável
    • Polícia
    • Ciência & Tecnologia
    • Meio Ambiente
    • Defesa do Consumidor
    • Cultura & Eventos
    • Publieditorial

Todos os direitos reservados © 2019 VER-O-FATO