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Home Política

Lewandowski deixa MJSP: legado de gestão medíocre e desafios críticos na segurança

Val-André Mutran por Val-André Mutran
10/01/2026
in Política
Lewandowski deixa MJSP: legado de gestão medíocre e desafios críticos na segurança

Para congressistas especialistas em segurança pública, Ricardo Lewandowski “já vai tarde”. Foto: © Mateus Bonomi/Agif

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O agora ex-ministro, é criticado por “vazio” na liderança e projetos travados, deixando a pasta com crescente escalada da insegurança e avanço notável do crime organizado

Brasília – A gestão do ministro Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) chegou ao fim com sua carta de demissão na quinta-feira (8) sob a alegação de “cansaço” aos 77 anos. A passagem de Lewandowski pela pasta, que se estendeu de 2024 a 2026, é amplamente classificada por analistas políticos como “medíocre”, deixando um legado de incapacidade no combate à insegurança pública e uma série de desafios para seu sucessor no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A análise da atuação de Ricardo Lewandowski, revela uma gestão marcada por um “perfil extremamente técnico e acadêmico”, que, embora disfarçado sob a capa de um profissional experiente, foi interpretado por críticos como um “vazio” na liderança de políticas de segurança.

Colunistas chegaram a afirmar que o ministro “passou em branco” pela pasta, sem o protagonismo esperado para a relevância do cargo. Sua atuação é descrita como “apagada” e incapaz de enfrentar a crise de segurança pública com a agilidade política necessária, culminando na percepção de baixa visibilidade em resultados práticos.

Entre os principais argumentos que sustentam essa visão crítica, destaca-se o travamento de projetos estratégicos. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, uma das principais apostas de Lewandowski que visava conceder maior poder à União para coordenar as polícias estaduais, enfrentou “forte resistência de governadores e não avançou no Congresso Nacional”.

Além disso, a gestão foi criticada por um “distanciamento da realidade policial”. Especialistas da área de segurança, incluindo ex-membros de forças de elite, rotularam sua administração como “uma das piores da história”, argumentando que o ministro priorizou “garantias jurídicas teóricas em detrimento do combate prático e ostensivo ao crime organizado”.

O próprio desligamento do ministro, oficializado na quinta-feira, reforçou a imagem de uma gestão que não conseguiu impor o ritmo exigido pelo governo. Ele atribuiu sua saída ao “cansaço” e à natureza “pesada e burocrática” do cargo, e sua saída é resumida na frase: “já vai tarde”.

Ao final de seu mandato, Lewandowski legou à sua sucessão um “desafio de lidar com o aumento da sensação de insegurança e o debate sobre o desmembramento do ministério para a criação de uma pasta exclusiva para a Segurança Pública”.

Embora o ex-ministro defenda ter deixado “bases sólidas” — citando a implantação de câmeras corporais em policiais (com adesão de 11 estados), a regulamentação do uso progressivo da força, o fortalecimento da rastreabilidade e a retirada de circulação de cerca de 5.600 armas e quase 300 mil munições, e o alcance do programa Celular Seguro (3,6 milhões de cadastrados) —, a avaliação predominante na mídia é de que esses resultados foram “insuficientes perante a gravidade da segurança pública no Brasil”.

A tentativa de centralizar a segurança pública gerou “atritos com governadores e com o Congresso Nacional”, revelando uma “tensão federativa” que marcou seu período no MJSP.

Quem topará herdar o “legado”?

A saída de Ricardo Lewandowski abre um cenário complexo para a escolha de seu substituto, especialmente em um ano eleitoral. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende que o novo ministro deve possuir, além de um perfil técnico, um “jogo político para articular temas importantes para o Ministério da Justiça”, com a segurança e o combate ao crime organizado sendo pautas centrais no debate.

A condução de inquéritos e investigações em curso também é um fator delicado a ser considerado. Diversos nomes estão sendo cotados para assumir a pasta.

Manoel Carlos de Almeida Neto, atual secretário-executivo e número dois do MJSP, é visto como um dos possíveis comandantes interinos da pasta. Com um perfil técnico e acadêmico, doutor e pós-doutor em Direito pela USP, e mestre pela UFBA, ele possui experiência em administração pública, tendo atuado como procurador-geral municipal e secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sua trajetória combina produção acadêmica e atuação no serviço público, o que lhe confere atributos estratégicos para a continuidade e sucessão.

Andrei Rodrigues, atual diretor-geral da Polícia Federal (PF), está entre os principais cotados e conta com a confiança do Palácio do Planalto. Com um perfil técnico e discreto, coordenou investigações sensíveis como os atos de 8 de janeiro, a suposta tentativa de golpe de Estado e a fraude bilionária do INSS.

Apesar do reconhecimento, o nome enfrenta “forte resistência interna no próprio PT”, que vê suas investigações como “excessivamente autônomas”, embora seu nome permaneça na lista de preferência do presidente Lula.

Outros candidatos incluem:

Marcos Aurélio de Carvalho, advogado criminalista e presidente do Grupo Prerrogativas. Apesar de não ter ocupado cargos executivos no MJSP, mantém interlocução frequente com ministros do STF e parlamentares, conferindo-lhe influência política.

Sua proximidade com o presidente Lula é vista como um ativo, mas também como um fator de controvérsia, pois já atuou na defesa do filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva.

Sua possível escolha seria interpretada como uma opção “marcadamente política e simbólica”, levantando questionamentos sobre conflitos de interesse.

Tarso Genro, nome tradicional e influente no PT, é um ex-ministro de Lula que ocupou as pastas da Educação, Relações Institucionais e Justiça, além de ter sido governador do Rio Grande do Sul. Sua vasta experiência política e influência no debate sobre direitos e políticas públicas o colocam como um quadro experiente para o cargo.

Vinícius Marques de Carvalho, atual ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), construiu sua trajetória na academia e no serviço público, presidindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) e atuando em diversas áreas da administração federal.

Sua exposição política aumentou após a “Operação Sem Desconto”, que revelou o esquema bilionário de desvio de recursos no INSS. Críticos questionam sua independência política devido à sua longa trajetória estatal e proximidade com governos petistas.

Por fim, Wellington César Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras, possui um perfil predominantemente técnico e grande proximidade com o presidente Lula.

Ele alcançou centralidade no governo ao comandar a Secretaria de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil. Sua trajetória inclui uma breve passagem como ministro da Justiça no governo Dilma Rousseff, de apenas 11 dias, barrada pelo STF.

Setores do Planalto demonstram cautela quanto à sua escolha, avaliando que seu perfil é mais técnico do que político, o que pode ser uma fraqueza em um ano eleitoral.

A demissão de Ricardo Lewandowski e o consequente “vazio” na política de segurança do governo Lula, conforme apontam analistas, impõem ao próximo titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública a árdua tarefa de destravar a PEC da Segurança Pública e de apresentar resultados concretos para uma sociedade que clama por mais efetividade no combate ao crime.

A escolha do sucessor, imersa nas nuances de um ano eleitoral, demandará não apenas expertise técnica, mas uma habilidade política robusta para navegar entre as resistências e as expectativas de governadores, Congresso e, sobretudo, da população.

* Reportagem: Val-André Mutran (Brasília-DF), especial para o Portal Ver-o-Fato.

Tags: crime organizadoDestaqueeleições 2026governo LulaMinistério da Justiça e Segurança PúblicapolíticaRicardo LewandowskiSucessão Ministerial
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Val-André Mutran é repórter especial para o Portal Ver-o-Fato e está sediado em Brasília-DF. Contato: valmutran@yahoo.com.br

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