Uma idosa de 67 anos morreu nesta terça-feira (9) após consumir um escondidinho de camarão no Restaurante Chefão, localizado na rodovia BR-040, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
A vítima foi identificada como Wilma Nunes Almeida. Segundo familiares, ela era alérgica ao fruto do mar e não teria percebido que havia colocado o alimento no prato ao se servir no buffet do estabelecimento.
Em nota, o Restaurante Chefão lamentou a morte da cliente e apresentou sua versão sobre o ocorrido. De acordo com o estabelecimento, familiares relataram que Wilma já havia passado mal em outras ocasiões durante a viagem.
Segundo o restaurante, a mulher e seus familiares haviam saído do Rio de Janeiro com destino a Goiás e fizeram uma parada para almoçar no local. Ainda conforme a nota, a cliente já teria apresentado episódios anteriores de mal-estar.
“Quando ela chegou no restaurante e se sentou para almoçar, começou a passar mal. A família nos pediu para chamarmos o Samu. Chamamos o Samu, a Via Cristais e também a Polícia Militar, que chegaram juntos. Mas quando eles chegaram, ela já estava sem batimentos. Eles ficaram por mais ou menos uns 40 minutos tentando reanimá-la, mas não conseguiram. Infelizmente. Foi tudo muito rápido e muito triste”, informou o Restaurante Chefão.
A irmã de Wilma afirmou que ela era alérgica ao fruto do mar e que, por estar sem óculos, provavelmente consumiu o alimento sem perceber do que se tratava. O restaurante informou que todos os pratos disponibilizados no buffet possuem identificação por meio de plaquinhas.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima começou a passar mal logo após a primeira garfada no alimento. Ela teria apresentado falta de ar e, em seguida, desmaiado e desfalecido.
A principal hipótese investigada é a de que Wilma tenha sofrido uma reação alérgica ao camarão consumido durante a refeição.
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que o caso está sendo investigado. Segundo a corporação, o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte, onde foi submetido a exames periciais antes de ser liberado para os familiares.
A polícia destacou ainda que aguarda a conclusão dos laudos periciais, que deverão apontar as circunstâncias e a causa da morte.















