Vamos e venhamos: o Brasil está literalmente uma droga. As forças de segurança, sejam federais ou estaduais, não têm um segundo de descanso. O combate às organizações criminosas, sobretudo às ligadas ao tráfico de entorpecentes, é incessante e diário.
A incineração de drogas também é feita em ritmo cada vez maior. A roda macabra da destruição de vidas e famílias não pára de girar.
A cada mês, os fornos da Polícia Federal, por exemplo, incineram milhares de quilos de cocaína, haxixe, crack e maconha. As maiores apreensões de drogas ocorrem na região da tríplice fronteira -Brasil, Paraguai e Argentina. Na região de Mato Grosso e na Amazônia, pontos de entradas de drogas de outros países, o tráfico também é intenso, assim como a repressão policial.
Na manhã de ontem, 05, um comboio com viaturas ostensivas fez o translado de drogas até uma empresa do ramo de siderurgia. No forno de alta temperatura foram destruídos diversos tabletes de maconha, cocaína, crack e haxixe, totalizando 9 toneladas de drogas.
Esta é a sexta operação de destruição de drogas em 2023 realizada pela Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR, totalizando mais de 51 toneladas de entorpecentes incineradas no ano.
Quais os números de apreensões de drogas e incinerações feitas anualmente pelas polícias dos 27 estados da Federação? Pouco se sabe, porque não há um banco nacional de dados. Segundo estudiosos e pesquisadores do setor de segurança, cerca de 300 mil toneladas seriam apreendidas por ano no país.
Será?















