A atriz Carolina Dieckmmann, de 47 anos, revelou que viveu experiências que ultrapassaram a ficção durante as gravações do remake de A Viagem, que será lançado nos cinemas. Intérprete de Diná na nova versão da história, a artista contou que o clima de espiritualidade presente na produção ganhou um significado ainda mais profundo em razão dos lutos que enfrentou em sua vida pessoal.
Segundo Carolina, os bastidores das filmagens foram marcados por acontecimentos que ela classificou como sobrenaturais, incluindo relatos sobre a presença de espíritos no set de gravação.
“A gente não sabe dos mistérios, mas aconteceu, assim, da câmera girar sozinha. A gente teve algumas visitas de pessoas espiritualistas e espíritas que falaram que tinham espíritos junto”, conta ela.
A atriz explicou que, embora os episódios não tenham sido intensos, um deles chamou especialmente sua atenção: o momento em que uma câmera começou a se mover sem qualquer controle.
“Eu acho que a coisa mais forte que aconteceu foi mesmo um dia em que a câmera começou a girar sem controle, mas foi um ambiente muito protegido. Eu acho que a gente fez um filme muito bonito”, declara.
Carolina também falou sobre a forma como o projeto dialogou com sua própria trajetória de vida. Para ela, participar da produção teve um efeito de cura diante das perdas que enfrentou.
“Foi muito emocionante. Eu acho que é um filme que tem essa temática de falar de morte, vida, vida após a morte. Eu passei por tanta coisa, tantos lutos, que eu acho que, pra mim, foi muito curativo nesse sentido. E eu estou muito curiosa pra ver”, finaliza.
Nova versão de ‘A Viagem’ chega ao cinema
A Viagem ganhará uma nova adaptação para o cinema. Inspirado na novela, o longa atualiza a história e acompanha os conflitos entre Diná, interpretada por Carolina Dieckmann, Otávio, vivido por Rodrigo Lombardi, e Alexandre, papel de Pedro Novaes.
O elenco também reúne Belize Pombal, Emilio Dantas, Eriberto Leão, Lola Belli e Sara Antunes. A atriz Lucinha Lins, que interpretou Estela na versão exibida pela TV Globo em 1994, fará uma participação especial no filme.
A produção é baseada na obra de Ivani Ribeiro, apresentada pela primeira vez em 1975 e posteriormente adaptada para a televisão em 1994. Na versão cinematográfica, a história preserva temas ligados aos vínculos afetivos e familiares, além de abordar questões como carma e evolução espiritual.














