A cidade de São Luís (MA) sediou na última sexta-feira (29) e sábado (30), o 3⁰ Encontro Nacional das Academias de Letras, Ciências e Artes do Brasil. O evento aconteceu no Palácio Cristo Rei, que possui arquitetura ludovicense do século XIX, tendo servido de moradia para nobres, escolas de jesuítas, sede do Arcebispado e, atualmente, abriga a Academia de Letras Ludovicense. O prédio é da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
A palestra principal do evento foi ministrada pela escritora e promotora de Justiça, Ana Luiza Almeida Ferro, que abordou o tema: “De 1612 a 2013: os papagaios amarelos, a fundação letrada de São Luís e a Academia Ludovicense de Letras”.
O professor dr. Antônio Norberto foi o coordenador do evento, que contou com a presença de vários membros da Academia Ludovicense de Letras – ALL, além das ilustres professoras; a dra.Cecília Maria Rodrigues de Sousa e a dra. Magna Aspásia Fontenelle, presidente da Academia de Letras do Brasil (ALB).
Dezenas de poetas, escritores, professores, cientistas, juízes, políticos, oficiais militares, artistas e personalidades nacionais estiveram no encontro realizado pela Academia de Letras do Maranhão. O evento contou com apresentação de teatro, declamação de cordel, palestras, poesia e música. A confraternização, apresentou as múltiplas faces da cultura brasileira, entrega de títulos e medalhas fizeram parte também da programação.
No sábado, 30, aconteceu a outorga das comendas e medalhas para as personalidades homenageadas. Cinco paraenses estiveram entre os agraciados pela Academia, sendo que três eram de Cametá. Dentre eles estava o vereador Ivan Tavares, que recebeu a medalha “Gonçalves Dias”, um reconhecimento da Academia dado a autoridades e a personalidades nacionais.
O professor Arodinei Gaia recebeu a comenda “Dom João VI” pelo serviço prestado à reconstrução da história do Brasil. O professor e jornalista Pedro Chaves foi homenageado com o título “Comendador da Ordem dos Benfeitores Culturais da Humanidade”.
Para os maranhenses, Cametá é a sua irmã mais nova, já que seu fundador teria sido o mesmo: o francês Daniel De La Touche.
















