Um homem de 51 anos identificado como Elder Silva de Sousa necessita com urgência de uma transferência do Pronto Socorro do Guamá para o Hospital Barros Barreto, em Belém.
Elder sofre de artrite psoriática e desde o último dia 23 de dezembro aguarda por um leito no Barros Barreto.
Segundo a filha de Elder, nos quatro primeiros dias a unidade disponibilizou um medicamento injetável que até chegou a ajudar na recuperação. Porém no quinto dia o médico informou que o PS estava sem o medicamento e solicitou para que ela mesma comprasse o remédio, que é usado por via oral.
O remédio foi comprado, porém piorou a situação, pois o medicamento tinha excesso de corticoides. Após isso, levou cerca de quatro dias para o pronto socorro disponibilizar um novo medicamento.
Ainda segundo o relato, o paciente teve uma melhora, mas quando o efeito do medicamento passa, ele volta a sentir tudo novamente. Isso mostra que os remédios disponibilizados pelo pronto socorro só amenizam os sintomas, mas não tratam a doença, e a cada dia a infecção aumenta mais.
15 dias após a internação, a filha do paciente abriu uma reclamação junto ao Ministério Público do Estado do Pará exigindo um leito no Hospital Barros Barreto, que é o hospital referência para tratamento de doenças infecciosas e o indicado pelo PSM.
O APELO AO MP
















