Atualização
Um casal identificado como Luís e Raquel vem passando por uma situação delicada desde o último domingo (4) e registrou boletim de ocorrência nesta terça-feira (6).
Segundo Luís, o filho do casal, de nome Pedro Henrique, nasceu no Hospiral Layr Maia, localizado na avenida Alcindo Cacela, no bairro de Nazaré, em Belém no último domingo e simplesmente desapareceu após vir ao mundo.
O hospital é administrado pela operadora Hapvida e, segundo o casal, todo o acompanhamento pré-natal foi realizado em rede particular de saúde pela Hapvida.
Após a expectativa dos 9 meses de gravidez, Raquel recebeu alta sem o bebê nos braços, e operada. Porém, dois detalhes chamam muita atenção e deixam o caso mais confuso:
Raquel diz que foi para a sala de parto acompanhada da irmã, tia da criança, que também desapareceu após o nascimento do menino.
Já o hospital explicou ao casal que a criança nunca existiu, pois se tratava de uma “gravidez psicológica”. O casal, porém, contesta a versão e afirma obter todos os exames necessários, inclusive a ultrassonografia, durante a gravidez de Raquel. Outra prova, ainda de acordo com o casal, é que mãe foi submetida à cirurgia.
Hapvida não responde
Ainda segundo o pai da criança, na segunda-feira (5) pela manhã, ele recebeu ligação da cunhada afirmando que o bebê havia morrido e de que estava resolvendo questões burocráticas no Instituto Médico Legal. Depois disso, a mulher simplesmente desapareceu.
O caso foi registrado na Seccional de São Brás e todos os envolvidos devem ser ouvidos pelas autoridades.
A equipe de reportagem do portal Ver-o-Fato entrou em contato com a assessoria de comunicação da Hapvida e até o momento não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.
Atualização em 08-01-2025.
O hospital enviou a seguinte nota esclarecendo a situação:
“Informamos que a paciente foi atendida por nossa equipe médica em uma de nossas unidades, seguindo todos os protocolos clínicos e legais. Durante o atendimento, foram realizados diversos exames, incluindo de imagem, que não evidenciaram qualquer sinal de gestação em curso. Também não foi identificado, em nenhum momento, qualquer sinal clínico compatível com o quadro relatado.
Ressaltamos que, ao longo dos atendimentos, a paciente não apresentou carteira de gestante nem exames anteriores que comprovassem acompanhamento pré-natal.
Reforçamos que todos os atendimentos realizados por nossa equipe seguem critérios médicos rigorosos, pautados nos mais elevados padrões éticos e legais, com prioridade absoluta à segurança, ao cuidado responsável e ao bem-estar dos pacientes.”















