O Centro de Apoio Operacional Ambiental (CAO Ambiental) reuniu o Grupo de Trabalho de Barcarena com representantes de algumas comunidades afetadas pelo acidente ocorrido no ano passado na empresa Imerys Rio Campim Caulim, em Vila do Conde, com a presença dos promotores de Justiça de Barcarena, Renato Belini e Erica Sousa.
Belini apresentou uma breve explanação sobre o acompanhamento da ação civil pública e seus desdobramentos. Durante a reunião, na última sexta-feira, pontuou-se a necessidade de eleger as pautas que mais afetam as comunidades atingidas com os acidentes industriais no município de Barcarena, seus danos socioambientais diretos e indiretos.
Os participantes solicitaram apoio no sentido de o Ministério Público do Pará requerer aos órgãos de saúde a realização de levantamentos sobre a saúde das comunidades. Argumentaram ainda a necessidade de informações atualizadas sobre o andamento dos termos de ajustamento de conduta celebrados em outros acidentes ocorridos no município.
Participaram da reunião a Coordenadora do CAO Ambiental, promotora Albely Miranda Lobato; além dos promotores de Barcarena, Renato Belini e Erica Sousa; o advogado Arnaldo Jordy; representantes do Instituto dos Ribeirinhos do Pará (IRPA), Carlos Antônio, Paulo Feitosa e Luciana Margalho; Pedro Furtado, da Rota do Açaí – Polo do Baixo Tocantins; Elidiane Cardim da Comunidade Arienga de Beja; Laura Lima do Instituto IHAM; e Assidney Santos, da Comunidade Costa do Arapari. (Com informações da Ascom do MPPA)















