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Home Cultura

A indignação contra o estado do Palacete Camelier que o atleta veterano Pelé deixou registrada

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
01/02/2026
in Cultura
A indignação contra o estado do Palacete Camelier que o atleta veterano Pelé deixou registrada

O atleta apelidado de Pelé, diante das ruínas do Palacete Camelier

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*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista

Não teriam ocorrido violências contra símbolos importantes do passado do Pará, como foi a demolição do Grande Hotel, em 1966, no mandato de um dos governadores impostos pela Ditadura Militar, sem a apatia e inércia da chamada opinião pública diante do destino dos valiosos bens patrimoniais históricos do Estado. 

Por isto, quando, em 2013, um jornal diário de Belém acolheu a indignação demonstrada por um atleta veterano do Pará contra o abandono de um prédio antigo de Belém, próximo da Cidade Velha, pareceu surgir ali um indício da mudança de comportamento de, pelo menos, parte da comunidade paraense em relação à sua responsabilidade na preservação do nosso acervo patrimonial arquitetônico.

Porque a disposição do jornal em ouvir o atleta poderia revelar que o assunto trazido por ele passou a contar com o interesse de seus leitores. 

O que, aliás, estava manifestado de outro modo, pela presença semanal, nas páginas do mesmo jornal, dos resultados da pesquisa sobre o passado das nossas construções que desenvolvia o Grupo de Memória dos Construtores da Amazônia, da Faculdade de Engenharia Civil, da UFPa

Ao atleta veterano foi concedido espaço em duas edições do jornal a fim de que ele compartilhasse com os leitores suas informações sobre o prédio abandonado.

Ele fez isto. Mas não pôde se manter por muito tempo na defesa da recuperação daquele prédio ruinoso.

Quando ele morreu, seu nome verdadeiro foi lembrado pelos jornais: Roberto Estevam Lobato.

Fora um excelente jogador de basquete.

Além disto, foi também atleta de várias outras modalidades esportivas.

Tanto talento deu a ele o apelido do maior atleta brasileiro.

Roberto se tornou conhecido também como Pelé.

O cronista esportivo Gérson Nogueira, um dia depois de sua morte, no dia 19 de dezembro de 2023, publicou matéria no blog dele, com o seguinte título:

“Craque da ‘era de ouro’ do basquete paraense, Pelé morre aos 79 anos”

No corpo da matéria, Gérson lembrou de alguns fatos relevantes da sua carreira.

“Pelé foi um atleta polivalente, com atuações destacadas no atletismo, na natação e no basquete, seu esporte preferido e onde fez história. 

Criado no bairro da Cidade Velha, ele começou na natação, praticando na baía do Guajará.

Despertou o interesse da Feij -Federação Educacional Infanto Juvenil, onde conquistou várias competições. Em seguida, passou a praticar atletismo, correndo nos 100 metros, salto em distância, salto em altura e revezamento 4×100.

Pelé integrou o timaço paraense de basquete, formado para participar do 30º Campeonato Brasileiro, em 1972, ao lado de Haroldo Maués, Sérgio Cabeça Braz, Nelson Maués, Jorge Seráfico, Euclides Góes, Bené Cearense, João Carlos Maneschy, Antônio Marçal, Dizé e Maneca, sob o comando de Chico Cunha.

Um ano antes, em partida amistosa entre o Papão e a seleção de Roraima, assinalou 125 pontos, um recorde imortalizado em placa comemorativa outorgada pela Federação Paraense de Basquete”.

O que havia provocado indignação em Pelé, em 2013, era o estado ruinoso de um prédio de três andares na Praça do Arsenal da Marinha.

Próximo da rua onde ele viveu, no bairro da Cidade Velha.

Para o jornal que o acolheu, o ex-atleta identificou o imóvel como o Palacete Camelier.

Garantindo que, anexo a ele, existiu a sede de um estaleiro naval.

Na praça,o prédio em ruínas contrasta escandalosamente com outro, um palácio, nas suas proximidades,  o antigo Arsenal da Marinha, hoje 4º Distrito Naval, cuja  beleza foi preservada pela Marinha Brasileira.

Pelé reconstituiu para os leitores do jornal como era o espaço em volta do Palacete  Camelier, quando já estava completamente alterado, apoiando-se somente nas lembranças de sua infância e adolescência.

De pé, numa rua próxima do antigo Palácio Camelier, ele começou a rememorar, diante de um colunista do jornal.

Segundo ele, os barcos que precisavam de conserto chegavam até a rampa  do estaleiro do palacete através de um canal, cujas águas provinham do encontro do Rio Guamá com a Baía do Guajará.

Pelé mal tinha recuperado esta lembrança, quando dele se aproximou outro morador antigo da Cidade Velha, seu amigo.

Ele passou passou a complementar o que Pelé dizia.

O nome da oficina era Bagé, disse o amigo de Pelé.

Estimulado por ele, o ex-atleta lembrou em seguida do nome do barco, àquele altura, provavelmente ainda em navegação, que ele viu ancorado no estaleiro, para reparo de peças de seu motor: Ajuricaba.

Ali, ao lado do canal, disse Pelé, havia um lago que servia de piscina natural para as crianças do bairro.

O canal se estendia por uma das duas avenidas Tamandaré, aquela mais próxima do palácio da Marinha.

Isto mesmo, por uma das duas, porque ali existiam duas vias com o mesmo nome, uma ao lado da outra.

Uma maluquice que devia dificultar o trabalho dos carteiros.

E que, somada ao abandono do palacete, era suficiente para mostrar o nível de seriedade e de competência dos administradores de Belém.

Este canal, lembrou Pelé, tinha extensão menor do que o outro, aquele que chega até a Rua Padre Eutíquio.

O qual, por muito tempo, se tornou uma grande vala de águas podres, embora se constituisse, na verdade, numa relíquia das obras de aterramento do Alagado do Piri, realizadas em 1803.

O canal menor ía somente até a Rua Monte Alegre.

Para Pelé, era impossível esquecer dele.

Pois este canal passava diante do terreno no qual ele próprio improvisou um campo de futebol que continuou a ser utilizado pelos meninos do bairro.

O canal, no entanto, foi aterrado, assim como a piscina natural, transformada numa extensão da Praça do Arsenal.

Naquela área, havia um matagal com muitos taperebazeiros, acrescentou Pelé.

A informação se harmonizava com os registros históricos da presença de vegetação, no início de 1800.

Quando ali foi aberta, por cima do Alagado do Piri, a Avenida Tamandaré, chamada, não por acaso, de Estrada das Mongubeiras.

Os jovens contemporâneos de Pelé, na Cidade Velha, se lembravam bem do matagal.

Porque nele houve a “Coréia”, um precário motel a céu aberto, numa fase de extrema repressão sexual.

Não era fácil encontrar parceiras dispostas a frequentá-lo, contavam os contemporâneos de Pelé, expondo-se ao risco de ter de enfrentar as duras consequências pela quebra do tabu da virgindade, num período em que as famílias de classe média renegavam as filhas que tivessem alguma experiência sexual plena antes do casamento.

E, depois, as empurravam para a maldição da marginalização social.

Além destas dificuldades, havia certamente os incômodos criados por carrapatos e formigas que perturbavam os casais.

E, surpreendentemente, havia também a vigilância exercida por uma mulher negra, postada no pátio cuja laje ligava o prédio do palacete a seu muro externo, da qual Pelé se lembrava.

O pátio desapareceu com a demolição da laje, mas o local de onde ela partia, na fachada do palacete, foi facilmente identificado por ele.

Outra lembrança, mais remota de Pelé se relacionou com um privilégio que os garotos do bairro gozavam quando brincavam ali e sentiam sede.

Eles pediam água no convento, que ficava entre o palacete e o palácio da Marinha, e, tem raízes profundas lá.

O convento é herança da passagem por Belém dos religiosos da ordem da Conceição do Beira e Minho, vindos de Portugal.

Eles construíram, inicialmente, a partir de 1706, apenas uma casa de madeira e uma pequena capela, ambas de taipa de pilão, as quais usaram como convento, o de Boaventura.

E, como abrigo de doentes mentais.

Sessenta anos depois, os padres foram atingidos pela ordem de expulsão das ordens religiosas do Estado, dada por Pombal.

Nas vizinhanças das edificações que deixaram foi, então, erguido o estaleiro da Companhia de Comércio do Gram-Pará.

Uma frota de mais de 100 navios chegou a servir a companhia.

Belém, em plena segunda metade dos anos de 1700, se tornou, naquele instante, um dos três mais importantes núcleos de Engenharia Naval do Brasil, na época.

Foi na sequência desta História que surgiu o estaleiro do palacete.

O convento, hoje transformado num hotel de luxo, para os garotos da turma de Pelé era apenas o local onde, graças à generosidade do padre Guido Del Toro, seu administrador, eles podiam desfrutar do luxo, raro em Belém, de consumir água gelada.

Luxo alcançável, então, apenas por quem podia pagar pelos blocos produzidos pela Fábrica de Gelo Bolonha, localizada ao lado do quartel da Praça da Bandeira.

Mais tarde, Padre Guido, oficiou o casamento de Pelé, no convento, provocando, na “Coréia”, a perda definitiva de um de seus frequentadores.

Estas lembranças de Pelé foram registradas pelo jornal.

E, o tornaram uma fonte viva da História de Belém.

Mas, as fontes vivas da História não são só depósitos de lembranças individuais, como lembra Jacques Le Goff, autor de História e Memória. 

São também expressão de como uma sociedade escolheu se lembrar do passado.

Ou se esquecer dele.

Expressa, portanto, são lembranças individuais chanceladas por valores coletivos.

O que, talvez, revele algo sobre a opinião pública paraense atual.

Quem sabe, revele que ela já não aceitaria, sem reagir, a repetição de um atentado à nossa cultura como foi a destruição do Grande Hotel.  

English translation (tradução para o inglês)

The Indignation Over the State of the Palacete Camelier Recorded by the Veteran Athlete Pelé

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist

Acts of violence against important symbols of Pará’s past, such as the demolition of the Grande Hotel in 1966, during the administration of a governor imposed by the Military Dictatorship, would hardly have occurred without the apathy and inertia of so-called public opinion in the face of the fate of the State’s valuable historical heritage.

For this reason, when, in 2013, a daily newspaper in Belém gave voice to the indignation of a veteran athlete from Pará over the abandonment of an old building near the Cidade Velha district, it seemed that a sign of changing attitudes had emerged, at least among part of Pará’s society, regarding collective responsibility for preserving architectural heritage.

The newspaper’s willingness to listen to the athlete suggested that the issue resonated with its readers. This interest was already evident in another way, through the weekly publication, in the same newspaper, of the research findings produced by the Amazonian Builders’ Memory Group, from the Faculty of Civil Engineering at UFPA, dedicated to uncovering the history of Belém’s buildings.

The veteran athlete was granted space in two editions of the newspaper to share with readers the information he had gathered about the abandoned structure. He did so with commitment, but was unable to sustain for long the campaign in defense of restoring that derelict building.

When he died, newspapers recalled his real name: Roberto Estevam Lobato. He had been an outstanding basketball player and an athlete in several other sports. Such versatility earned him the nickname Pelé, a reference to Brazil’s greatest athlete.

One day after his death, on December 19, 2023, sports columnist Gérson Nogueira published an article on his blog titled “Star of Pará Basketball’s ‘Golden Era,’ Pelé Dies at 79.” In the piece, he recalled key moments of the athlete’s career, highlighting his versatility in track and field, swimming, and above all basketball, the sport in which he made history.

Raised in the Cidade Velha neighborhood, Pelé began his athletic life in swimming, in the waters of Guajará Bay, attracting the attention of the Educational Youth Federation (Feij), through which he won several competitions. He later turned to track and field, competing in the 100-meter dash, long jump, high jump, and the 4×100-meter relay.

In basketball, he was part of the Pará team assembled to compete in the 30th Brazilian Championship in 1972, alongside players such as Haroldo Maués, Sérgio Cabeça Braz, Nelson Maués, and Jorge Seráfico, under the leadership of coach Chico Cunha. A year earlier, in a friendly match between Papão and the Roraima state team, he scored an astonishing 125 points, a record immortalized by a commemorative plaque awarded by the Pará Basketball Federation.

Pelé’s indignation in 2013 stemmed from the ruinous condition of a three-story building located in Praça do Arsenal da Marinha, near the street where he had lived as a child in Cidade Velha. To the newspaper, he identified the property as the Palacete Camelier, assuring that an old naval shipyard had once operated adjacent to it.

In the same square, the contrast was striking: the palacete in ruins stood in stark opposition to the former Naval Arsenal, now the headquarters of Brazil’s 4th Naval District, whose architectural beauty has been preserved by the Brazilian Navy.

Drawing on memories from his childhood and adolescence, Pelé reconstructed for readers what the surroundings of the Palacete Camelier had once been like. He recalled that boats in need of repair reached the shipyard via a canal fed by the waters from the meeting of the Guamá River and Guajará Bay. Another longtime resident of Cidade Velha, a friend of Pelé’s, approached and supplemented the account, noting that the workshop was called Bagé.

Encouraged, Pelé then remembered the name of a vessel he had seen anchored at the shipyard for engine repairs: Ajuricaba. Beside the canal, he said, there was also a lagoon that served as a natural swimming pool for neighborhood children.

The canal extended along one of the two avenues then called Tamandaré—two parallel streets bearing the same name, an oddity that, according to Pelé, must have complicated the work of mail carriers and symbolized, along with the abandonment of the palacete, the level of administrative neglect toward the city.

This smaller canal reached only as far as Monte Alegre Street. The larger one extended to Padre Eutíquio Street and, for a long time, became a foul-smelling ditch of stagnant water, though it was in fact a relic of the land-reclamation works carried out in the Alagado do Piri in 1803.

For Pelé, the smaller canal was impossible to forget, as it ran in front of the land where he himself had improvised a soccer field that continued to be used by neighborhood boys. Over time, both the canal and the natural pool were filled in and incorporated into the area of Praça do Arsenal.

The area was once covered by dense vegetation, with many taperebá trees, a memory that aligns with historical records documenting the presence of vegetation in the early nineteenth century, when Avenida Tamandaré was opened over the Alagado do Piri and was fittingly called Estrada das Mongubeiras.

Pelé’s contemporaries in Cidade Velha clearly remembered the thicket, as it was the site of the so-called “Coréia,” a precarious open-air motel during a period of extreme sexual repression. Finding partners willing to frequent it was difficult, given the severe social consequences women faced for breaking the taboo of virginity before marriage in a time when middle-class families marginalized daughters who had premarital sexual experience.

Beyond moral pressures, there were also the discomforts caused by ticks and ants and, curiously, the surveillance exercised by a Black woman stationed in the courtyard whose slab connected the palacete to its outer wall. The courtyard disappeared with the demolition of the slab, but the point from which it once extended on the palacete’s façade was easily identified by Pelé.

Another distant memory involved the convent located between the palacete and the former Naval Arsenal. There, neighborhood boys could ask for water when they were thirsty, enjoying a rare luxury in Belém at the time: chilled water, generously provided by Father Guido Del Toro, the convent’s administrator.

The building has deep roots in the city’s history. It was founded in 1706 by religious members of the Order of Nossa Senhora da Conceição do Beira e Minho, from Portugal, initially as a wooden house and a small rammed-earth chapel, known as the Convent of Boaventura. Sixty years later, the priests were expelled by order of the Marquis of Pombal, and in the surrounding area the shipyard of the Grão-Pará Trading Company was established, which came to operate a fleet of more than one hundred ships.

In the second half of the eighteenth century, Belém became one of Brazil’s three most important centers of naval engineering. It was within this historical context that the shipyard associated with the Palacete Camelier emerged.

Today transformed into a luxury hotel, the former convent was, for Pelé’s group of friends, simply the place where they could quench their thirst with cold water—a privilege otherwise limited to those who could afford ice produced by the Bolonha Ice Factory, located near the barracks at Praça da Bandeira. Years later, Father Guido would officiate Pelé’s wedding in the same convent, definitively removing him from the ranks of the “Coréia’s” regulars.

These memories, recorded by the newspaper, turned Pelé into a living source of Belém’s history. But, as historian Jacques Le Goff reminds us in History and Memory, living sources are not merely repositories of individual recollections; they also express how a society chooses to remember—or to forget—its past.

They are individual memories validated by collective values. Perhaps they reveal something about contemporary public opinion in Pará. Perhaps they suggest that society would no longer accept, without reaction, the repetition of a cultural crime such as the destruction of the Grande Hotel.

(Illustration: The athlete nicknamed Pelé, in front of the ruins of the Camelier Mansion.)

Tags: atleta veterano Pelédeixou registradaDestaqueestado do Palacete Camelierindignação contra
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Oswaldo Coimbra

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Oswaldo Coimbra é escritor, jornalista e pesquisador.

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