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Home Cultura

A cúpula da igreja de Belém é uma raridade no Brasil, mas ninguém a vê

Oswaldo Coimbra por Oswaldo Coimbra
16/11/2025
in Cultura
A cúpula da igreja de Belém é uma raridade no Brasil, mas ninguém a vê

Planta original da fachada da Igreja de Santana, com cúpula, sem torres

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Um dos privilégios com que já pôde contar o Pará foi a atenção dada a seus monumentos arquitetônicos religiosos por ninguém menos que o curador-chefe de um dos maiores, mais famosos e mais visitados museus de arte do mundo, o do Louvre.

É nele onde se encontra, entre outras obras-primas das Artes Universais, o quadro que Leonardo da Vinci começou a pintar em 1503, a Mona Lisa.

O francês Germain René Michel Bazin, nascido em Suresnes, a nove quilômetros de Paris, antes de assumir a curadoria do famosíssimo museu, aos 50 anos de idade, em 1951, foi professor de Artes da Universidade de Bruxelas, na Bélgica.

Por 15 anos, ele dirigiu o Museu do Louvre.

No seu cargo, providenciou a reorganização das salas de exposição do museu, para que nelas os visitantes pudessem desfrutar da variedade de obras de arte da sua coleção.

Ao encerrar este período, Bazin assumiu outra tarefa de grande responsabilidade: a de coordenar os serviços de restauração das pinturas impressionistas de um dos mais valiosos acervos da França, o da Galeria Nacional do Jeu de Paume.

Bazin passou a ser visto como um respeitado erudito no conhecimento das criações artísticas.

Prestígio que ele demonstrou merecer através da publicação de mais de trinta livros, traduzidos para dezessete idiomas.

Cinco dos quais sobre períodos diversos da História das Artes.

Outros dedicados especificamente a movimentos estéticos, como o Barroco e o Impressionismo.

E a temas variados, como o próprio Museu do Louvre.

Outros temas aos quais Bazin dedicou sua atenção ele encontrou no Brasil, quando visitou nosso país.

Todos relacionados ao movimento barroco.

Assim, ele pôde publicar, em 1951, Originalidade da arquitetura barroca em Pernambuco.

Em 1955, Arquitetura religiosa barroca no Brasil.

E, em 1963, Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil.

Quando morreu, em 1990, aos 89 anos de idade, Bazin tinha recebido inúmeros prêmios e honrarias por seu trabalho, incluindo a Legião de Honra.

Havia sido aceito como membro na Academia de Belas Artes de Paris, do Institut de France e da Real Academia da Bélgica.

Foi o livro A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil que trouxe as observações de Bazin sobre a Igreja de Santana, construída em Belém por Antonio Giuseppe Landi, entre os anos de 1762 e 1782.

Nele, o antigo curador do Museu do Louvre chama a atenção de seus leitores para um detalhe da igreja: sua base harmoniosamente proporcional.

Bazin diz acreditar que Landi buscou assegurá-la para aquela sua obra, procurando destacar a cúpula, quando projetou a planta central e a fachada principal do templo.

A cúpula da igreja, prossegue Bazin, era um elemento muito peculiar da produção do arquiteto de Bolonha, na Itália, que se instalou no Grão-Pará nos anos de 1750.

Foi para dar destaque a ela que Landi projetou a igreja sem torres.

Santana é uma das raras igrejas de cúpula no Brasil, diz Bazin no seu livro.

Ele escreveu:
“No seu traçado original, este singelo templo lembra a elegância requintada, baseada na harmonia das quantidades e das pequenas composições arquitetônicas.”

Bazin relaciona o templo às obras de Sangallo, Bramante e Rafael, artistas que, numa mesma época, se deleitavam fazendo especulações arquitetônicas puras, em construções de dimensões médias.

Eles pertenceram ao Renascimento, movimento estético que, como é sabido, ocorreu entre os séculos XIV e XVI, originalmente na Itália.

Caracteriza-se por promover uma grande renovação nas artes, literatura e ciências, com inovações que revolucionaram o conhecimento e a estética, segundo Bruna Meldau Benites, em seu artigo “Renascimento Italiano”.

Antônio da Sangallo, o Velho, foi o destacado arquiteto daquele período que projetou a igreja de São Biagio, em Montepulciano, em forma de cruz grega com cúpula central.

Exatamente como Landi projetaria Santana.

Quanto a Rafael Sanzio e Donato Bramante, eram mestres da pintura e da arquitetura renascentista.

Rafael, celebrado pela perfeição e suavidade de seus quadros.

Bramante, pelo rigor na exploração do espaço central de seus projetos arquitetônicos, nos quais procurava imitar a fórmula do círculo, considerada perfeita, mas em que também aceitava o quadrado circunscrito.

E a cruz grega coberta por uma cúpula, como destacam pesquisadores em livros sobre Bramante, entre os quais Donato Bramante – Arquitetura da Ilusão, de Domingos Tavares.

Esse reconhecimento do valor da cúpula de Santana, em formato de cruz grega, que Bazin fez em seu livro, ocorreu quando, infelizmente, a igreja já apresentava uma grave distorção em relação à planta original de Landi.

Duas torres tinham sido acrescentadas à sua fachada, escondendo quase completamente a cúpula.

A aberração ocorreu em 1839, portanto, dezessete anos após a Independência do Brasil.

Naquele instante, a elite do Pará procurava apagar qualquer vestígio da antiga submissão a Portugal, porventura existente nos monumentos arquitetônicos do Estado.

Numa prática que levou ao desprezo e ao esquecimento, ao longo de décadas, as obras de Landi.

Leandro Tocantins, no seu livro Santa Maria de Belém do Grão-Pará, lembra que a igreja de Santana, no período do Império Brasileiro, passou a ser usada para as cerimônias de posse dos presidentes da Província do Pará.

Leandro acrescenta que o pretexto para o acréscimo das torres foi o de que a igreja deveria se filiar à tradição arquitetônica luso-brasileira, ostentando aqueles complementos.

No entanto, já durante o Império, a construção das torres foi considerada como uma iniciativa desastrosa.

Nove anos depois da construção daquele acréscimo descaracterizador, no dia 1º de outubro de 1848, o próprio presidente da Província, Jerônimo Francisco Coelho, condenou-o diante da Assembleia Legislativa Provincial, como revela o documento no qual foi impresso o discurso que ele fez naquela ocasião.

Disse, então, o presidente da província:
“Na cidade temos a Sé, Santa Anna de Campinas e Santíssima Trindade.
A primeira igreja é um templo majestoso e de construção secular e acha-se em bom estado.
A segunda também é um belo templo, porém continua com a avaria que lhe resultou na grande abóbada central, pela mal lembrada ideia de lhe quererem fazer levantar torres na frente, o que fez gemer a dita abóbada, abrindo-lhe largas fendas.”

Demolir as torres para que a originalidade e a beleza da igreja não fossem mais ofuscadas pelas “mal lembradas torres”, como as classificou Jerônimo Coelho, foi uma possibilidade levada em conta, até o ano 2000, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Naquele ano, esteve em Belém, a convite da Faculdade de Engenharia da UFPA, um engenheiro alemão considerado como a maior autoridade em planejamento de recuperação de edificações históricas em seu país.

Seu nome: Jörg Selle.

Durante a visita que o técnico fez à igreja, a superintendente do IPHAN no Pará, na época, a engenheira Elizabeth Nelo Soares, aproveitou para indagar sobre o que, na opinião dele, deveria ser feito com as torres de Santana.

Ele respondeu que, na Alemanha, como no Brasil, havia avaliações contraditórias sobre como agir diante de uma distorção antiga numa planta original.

De um lado, alguns técnicos defendiam que deveria sempre haver um retorno à planta original.

De outro lado, outros técnicos achavam que nada se podia fazer, porque eram inevitáveis as alterações em qualquer edificação provocadas pelo uso dela.

De qualquer forma, na mesma época da vinda de Jörg Selle a Belém, dois órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio histórico e arquitetônico do Pará decidiram retirar acréscimos antigos feitos a duas obras construídas segundo suas plantas originais.

A Secretaria de Cultura do Pará, por decisão monocrática do secretário, arquiteto Paulo Chaves, ordenou a demolição do muro levantado na primeira metade dos anos 1800 diante do antigo Forte do Presépio, como um reforço nos confrontos contra os cabanos.

A justificativa usada foi a de que a visão original do forte, sem o muro, precisava ser recuperada.

E o próprio IPHAN fez retornar à planta original de Landi o interior da Igreja de São João, livrando-a de distorções acumuladas ao longo do tempo.

As duas decisões tiveram desdobramentos diversos.

A de Paulo Chaves gerou muita polêmica.

Mas a do IPHAN foi bem recebida, porque permitiu a descoberta de belas e raras pinturas de quadraturas nas paredes do pequeno templo.

Elna Trindade e Mateus Nunes explicam o valor daquelas pinturas no artigo “Reinvenção da Pintura de Quadratura: o caso da Igreja de São João Batista, em Belém do Pará, por Antônio José Landi”.

Os desenhos de quadratura na igreja de São João utilizam uma técnica artística de desenho arquitetônico em perspectiva que, aplicada como pintura de parede, produz a sensação visual de tridimensionalidade.

*Oswaldo Coimbra é escritor e jornalista.

(Ilustração: Planta original da fachada da Igreja de Santana, com cúpula, sem torres.)

English into translation (Tradução para o inglês)

The dome of the church of Belém is a rarity in Brazil, but no one sees it.

One of the privileges once enjoyed by Pará was the attention given to its religious architectural monuments by none other than the chief curator of one of the largest, most famous, and most visited art museums in the world, the Louvre.

It is there where, among other masterpieces of Universal Arts, one finds the painting Leonardo da Vinci began in 1503, the Mona Lisa.

The Frenchman Germain René Michel Bazin, born in Suresnes, nine kilometers from Paris, before assuming the curatorship of the famous museum at the age of 50, in 1951, was a professor of Arts at the University of Brussels, in Belgium.

For 15 years he directed the Louvre Museum.

In his post he provided for the reorganization of the museum’s exhibition rooms, so that visitors could enjoy the variety of artworks in its collection.

Upon concluding this period, Bazin took on another major responsibility: coordinating the restoration services of Impressionist paintings belonging to one of France’s most valuable collections, that of the National Gallery of the Jeu de Paume.

Bazin came to be regarded as a respected scholar of artistic creations.

A prestige he proved worthy of through the publication of more than thirty books, translated into seventeen languages.

Five of them on different periods of the History of the Arts.

Others specifically dedicated to aesthetic movements such as the Baroque, and Impressionism.

And to various themes, such as the Louvre Museum itself.

Other themes to which Bazin dedicated his attention he found in Brazil when he visited our country.

All related to the Baroque movement.

Thus, in 1951, he was able to publish Originality of Baroque Architecture in Pernambuco.

In 1955, Baroque Religious Architecture in Brazil.

And in 1963, Aleijadinho and Baroque Sculpture in Brazil.

When he died in 1990, at 89 years of age, Bazin had received numerous awards and honors for his work, including the Legion of Honor.

He had been accepted as a member of the Paris Academy of Fine Arts, of another academic institution, the Institut de France, and of the Royal Academy of Belgium.

It was the book Baroque Religious Architecture in Brazil that brought Bazin’s observations on the Church of Santana, built in Belém by Antonio Giuseppe Landi between the years 1762 and 1782.

In it, the former curator of the Louvre draws his readers’ attention to a detail of the church: its harmoniously proportional base.

Bazin says he believes that Landi sought to secure it for that work of his.

Seeking to highlight the dome when he designed the central plan and the main façade of the temple.

The dome of the church, Bazin continues, was a very peculiar element of the production of the architect from Bologna, in Italy, who settled in Grão-Pará in the 1750s.

It was to give prominence to it that Landi designed the church without towers.

Santana is one of the rare domed churches in Brazil, Bazin says in his book.

He wrote: “In its original design, this simple temple recalls the refined elegance, based on the harmony of quantities and small architectural compositions.”

Bazin relates the temple to the works of Sangallo, Bramante, and Raphael, artists who, at the same time, delighted in making pure architectural speculations in medium-sized constructions.

They belonged to the Renaissance, an aesthetic movement that, as is known, occurred between the 14th and 16th centuries, originally in Italy.

It is characterized by promoting a great renewal in the arts, literature, and sciences.

With innovations that revolutionized knowledge and aesthetics, according to Bruna Meldau Benites, in her article “Italian Renaissance.”

Antonio da Sangallo the Elder was the outstanding architect of that period who designed the church of San Biagio, in Montepulciano, in the form of a Greek cross with a central dome.

Exactly as Landi would design Santana.

As for Raphael Sanzio and Donato Bramante, they were masters of Renaissance Painting and Architecture.

Raphael, celebrated for the perfection and softness of his paintings.

Bramante, for the rigor in exploring the central space of his architectural projects, in which he sought to imitate the formula of the circle, considered perfect.

But in which he also accepted the circumscribed square.

And the Greek cross covered by a dome, as highlighted by researchers in books on Bramante, among them Donato Bramante – Architecture of Illusion, by Domingos Tavares.

This recognition of the value of the Santana dome, in the shape of a Greek cross, which Bazin made in his book, happened when, unfortunately, the church already displayed a serious distortion relative to Landi’s original plan.

Two towers had been added to its façade, almost completely hiding the dome.

The aberration occurred in 1839, therefore seventeen years after Brazil’s Independence.

At that moment, the elite of Pará sought to erase any vestige of former submission to Portugal that might still exist in the State’s architectural monuments.

A practice that led to the neglect and forgetting, over decades, of Landi’s works.

Leandro Tocantins, in his book Santa Maria de Belém do Grão-Pará, recalls that the Church of Santana, during the Brazilian Empire, came to be used for the inauguration ceremonies of the presidents of the Province of Pará.

Leandro adds that the pretext for the addition of the towers was that the church should align itself with the Luso-Brazilian architectural tradition, bearing those additions.

However, already during the Empire, the construction of the towers was considered a disastrous initiative.

Nine years after the construction of that distorting addition, on October 1st, 1848, the very president of the Province, Jerônimo Francisco Coelho, condemned it before the Provincial Legislative Assembly, as revealed by the document in which the speech he delivered on that occasion was printed.

Said the president of the province: “In the city we have the Sé, Santa Anna de Campinas, and Santíssima Trindade.

The first church is a majestic temple of secular construction and is in good condition.

The second is also a beautiful temple, but continues with the damage resulting in its great central vault from the ill-conceived idea of wanting to raise towers in front of it, which caused the vault to crack, opening wide fissures.”

Demolishing the towers so that the originality and beauty of the church would no longer be overshadowed by the “ill-conceived towers,” as Jerônimo Coelho called them, was a possibility considered until the year 2000 by the National Institute of Historic and Artistic Heritage (IPHAN).

That year, invited by the UFPA School of Engineering, a German engineer visited Belém, regarded as the greatest authority in planning the restoration of historic buildings in his country.

His name: Jörg Selle.

During the visit this technician made to the church, the IPHAN superintendent in Pará at the time, engineer Elizabeth Nelo Soares, took the opportunity to ask what, in his opinion, should be done with the towers of Santana.

He replied that in Germany, as in Brazil, there were contradictory evaluations on how to deal with an ancient distortion in an original plan.

On one hand, some technicians argued that one should always return to the original plan.

On the other, others argued that nothing could be done because alterations in any building due to its use were inevitable.

In any case, at the same time of Jörg Selle’s visit to Belém, two agencies responsible for the preservation of Pará’s architectural heritage decided to remove old additions from two works built according to their original plans.

The Pará Department of Culture, by monocratic decision of its secretary, architect Paulo Chaves, ordered the demolition of a wall erected in the first half of the 1800s in front of the old Fort of the Nativity, built as reinforcement in the confrontations against the Cabanos.

The justification used was that the original view of the fort, without the wall, needed to be restored.

And IPHAN itself restored the interior of the Church of São João to Landi’s original plan, freeing it from distortions accumulated over time.

The two decisions had diverse consequences.

Paulo Chaves’s generated much controversy.

But IPHAN’s was well received because it allowed the discovery of beautiful and rare quadratura paintings on the walls of the small temple.

Elna Trindade and Mateus Nunes explain the value of those paintings in the article “Reinvention of Quadratura Painting: the case of the Church of São João Batista in Belém do Pará, by Antônio José Landi”:

The quadratura drawings in the Church of São João use an artistic technique of architectural drawing in perspective which, applied as wall painting, produces the visual sensation of three-dimensionality.

*Oswaldo Coimbra is a writer and journalist.

(Illustration: Original design of the façade of the Church of Santana, with dome, without towers.)


Tags: A cúpula da igreja de BelémDestaquemas ninguém a vêuma raridade no Brasil
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Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra

Oswaldo Coimbra é escritor, jornalista e pesquisador.

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